Exercício Brasil-Portugal busca trocar experiências operacionais e logísticas.

A Força Aérea Brasileira realizou, entre os dias 7 e 16 de dezembro, um importante intercâmbio operacional com Portugal. Dezessete militares do Esquadrão Orungan (1º/7º Grupo de Aviação) e um representante do Comando de Preparo (COMPREP), participaram do II Exercício Brasil-Portugal (BRAPOR).

A atividade ocorreu na Base Aérea nº 11 (BA11), na cidade portuguesa de Beja, tendo como objetivo a troca de experiências operacionais, logísticas e o desenvolvimento técnico entre as duas Forças Aéreas. Participaram o Esquadrão Orungan, operador da aeronave P-3AM no Brasil, e a Esquadra 601, operadora da aeronave P-3C Cup+ em Portugal.

Para o Major Aviador Alexandre Tadeu Ferreira da Silva, o exercício foi importante para a assimilação da doutrina portuguesa de operação e para a avaliação das possibilidades de melhorias de emprego pela FAB. “A Esquadra 601 já opera com o P-3 há mais de duas décadas, consagrando Portugal como um país de notória participação em diversas operações como membro da OTAN.

Aeronaves utilizadas no Exercício BRAPOR.

Devido a isso, as informações operacionais e logísticas obtidas são, sem dúvida, de grande valia para aprimorar nossa capacidade de emprego, bem como de maximizar a eficiência da operação”, afirmou.

“Esse intercâmbio operacional foi uma atividade importante para troca de informações e experiências, visando o manejo e a operação de torpedos e mísseis”, afirmou o Sargento Thiago Santos das Neves, operador de equipamentos especiais da aeronave P-3AM.

Durante os dez dias do exercício, foram realizadas ações Antissubmarino, Patrulha Marítima, Busca e Salvamento, além do treinamento de procedimentos e técnicas de operação do torpedo Mk46 e míssil AGM-84 Harpoon.


Fonte: Ala 14, por Capitão Falcão – Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Cristiane – Revisão: Major Alle

2 COMENTÁRIOS

    • São poucas aeronaves com problemas e o estado delas está sendo monitorado pela manutenção, o P-3AM continua em uso normal.
      .
      Os P-3C CUP+ de Portugal foram modernizados e receberal capacidade ar-solo com o Maverick.
      "O que disse o Tenente-Coronel PILAV Sérgio Roberto Leite da Costa Pereira sobre a modernização Fonte : FAP
      **Perseguindo este desidrato, o programa português de modernização do P3, designado por CUP+, consiste em adicionar capacidades, oriundas dos requisitos operacionais nacionais, ao programa CUP holandês. O programa CUP constituiu-se como a adaptação aos requisitos operacionais holandeses, dos programas intermédios da marinha dos EUA: AIP (ASuW Improvement Program) e BMUP (Block Modification Upgrade Program).

      Assim, e numa perspectiva da salvaguarda dos Interesses Nacionais Permanentes e Actuais, quer em operações estritamente Nacionais quer integrado em Forças Multinacionais, onde o enfoque é colocado nas capacidades de C4ISTAR, Interoperabilidade, Guerra Centrada em Rede e Recolha e Disseminação de Informação, fazendo uso de um sistema de arquitectura aberto e de tecnologia de última geração COTS (Commercial Off-The-Shelf) e GOTS (Government Off-The-Shelf), o programa de modernização do MPA português consiste em melhoramentos ao nível dos subsistemas associados ao C4ISTAR. Melhoramentos ao nível do sistema de armamento através da modernização do subsistema de controlo do míssil Harpoon (HACLCS) e da introdução da capacidade de utilização do míssil Maverick, para além da introdução dos sistemas de sobrevivência, nomeadamente MWS e CMDS controlados por um sistema de guerra electrónico EWS farão do MMA P-3 CUP+ o “ABCCC de Portugal”.**"
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