Objetivo da visita da U.S. Navy foi realizar a certificação do míssil Harpoon. (Foto: Sargento Neubar)

O Esquadrão Orungan (1º/7º GAV), sediado na Ala 12, em Santa Cruz, no Rio de Janeiro (RJ), recebeu, entre os dias 25 e 27 de junho, a visita técnica da comitiva da USNAVY, a Marinha dos Estados Unidos. A atividade faz parte do processo de aquisição dos mísseis Harpoon L-I BlockII, adquiridos pela Força Aérea Brasileira (FAB), tendo como data inicial de recebimento o último trimestre de 2018.

O objetivo da visita foi realizar a certificação do míssil Harpoon, por intermédio do Harpoon Aircraft Command and Launch Control System (HACLCS III), com a Aeronave P-3AM. Os mísseis são do tipo antissuperfície, utilizados contra navios, e fabricados pela Boeing.

Para o coordenador tático na Aeronave P-3AM e Chefe da Célula de Avaliação e Emprego do 1º/7ºGAV, Capitão Aviador Márcio Sardinha dos Santos, a visita técnica foi bastante enriquecedora. “Conseguimos extrair o máximo de conhecimento acerca da operação do HACLCS III, além de aprimorar o manuseio do míssil pelos militares da célula de avaliação e emprego do 1º/7º GAV e do Esquadrão de Material Bélico do Grupo Logístico da Ala 12″, concluiu.


Fonte: 1º/7º GAV e Ala 12 – Edição: Agência Força Aérea, por Tenente João Elias

24 COMENTÁRIOS

  1. Achei que esse esquadrão ficava em Salvador. Ivete Sangalo como pin up girl e nome meio puxado para o candomblé

    • Ficou 70 anos em Salvador, mas foi transferido agora para o RJ.
      O nome não é do Camdoblé, mas é africano, é oriundo da religião Iorubá da região da Nigéria e Togo.
      ORUNGAN o Senhor do Sol. Outra divindade independente associada ao panteão de Xangô e descendente da dinastia de Oyó.

        • Servi na BASV onde era CMT do Esq. de Infra_Estrutura, não no Orungan, mas cono o Orungan era o único Esq. da BASV a gente o conhecia bem e acabava por vivenciar sua atividade.

  2. Enquanto a MB investe nosso suado dinheirinho em armamentos inteligentes nacionais, a FAB acha mais bacana gastar esse mesmo dinheiro importando, relegando os armamentos inteligentes nacionais, que dizia de seu interesse, ao ostracismo.

    Tá certo! O bacana é gastar os tubos pra dizer que estamos fazendo fuselagem de caça (como se não dominamos isto à décadas).

    • Enquanto a MB investe nosso suado dinheirinho replicando tecnologia da década de 70 pelo quádruplo do preço do armamento moderno…

      Empresas improvisadas e sem lastro financeiro vao abrir uma linha de produção para atender uma encomenda de uma dúzia de mísseis.

    • Se fossem esperar o míssil nacional, o P-3AM se aposentaria antes.

    • Caramba o que é isso, o que dizer deste comentário, acho melhor nem me manifestar porque senão vai virar só falação desnecessária mas me chamou muito a atenção aquela parte que dominamos a décadas a fuselagem central do caça, acho que vou vender o projeto do meu 8G que fiz aqui com meu filho, tem laser, escudo de energia, salto dimensional, buraco de minhoca e pra colocar a cereja do bolo e fechar negócio tem também isofix nos bancos pois segurança é tudo.

      • O seu modelo tem mais capacidade militar que metade do armamento brasileiro.

        Aqueles projetos mirabolantes que depois de décadas e bilhões gastos não dão em nada.

  3. Integrar agora no P-3AM? Quantos foram adquiridos? E no máximo em 10 anos os P-3AM vão estar dando baixa, isso se as asas não soltarem antes.

    • São o espantoso número de 20 mísseis, 16 operacionais e 4 de manejo, ao custo estimado, em 2014, de R$ 375 milhões. Enquanto isto, industrias nacionais morriam por falta de aquisição de armamentos e radares embarcados. Com esse dinheiro, por míseros 16 mísseis operacionais, por assim dizer, o MANSUP já estaria pronto e ainda já estariam desenvolvendo, quem sabe até perto da operacionalidade, o MANAER. Já se vão 04 anos do início desta aquisição e só agora é que estão chegando.

      Ô, mas como brasileiro é "enteligente". rsrsrsrs

      • R$ 375 milhões para replicar tecnologia dos anos 70 é um absurdo! Ademais ainda seria necessário desembolsar outro tanto para colocar os mísseis em produção.

        • Não, 375 milhões só para comprar no estrangeiro. Com este valor o A-DARTER já teria sido terminado, a Acauã provavelmente já estaria pronto e o MANSUP, também, bem como um versão ar-sup.

          Mas claro, o bacana é dizer que temos o melhor do melhor por aqui. E mandar milhões de reais para fora, por míseros 16 mísseis. Quanta mediocridade. Rsrs

          Tá certo, é por isto que tu defende tanta pataquada do F-35. Rsrs

          • Você não vai conseguir desenvolver um míssil ar-ar, uma bomba planadora, e um míssil antinavio lançado do ar e da superfície com 375 milhões não! Nem aqui e muito menos na China ou na marcenaria Teerã.

            Ademais uma coisa não exclui a outra. O AGM-84 hoje é uma arma pronta e disponível ao contrário do MANSUP, especialmente de uma eventual versão aerotransportada. Se for de interesse e conveniência do MD no futuro podem desenvolver essa versão e integrá-la ao P-3AM embora continue sendo tecnologia dos anos 70

            • R$ 120 milhões de reais foi a fatura que a Mectron/ODT passou à FAB e ela achou muito. Detalhe, depois disso a Mectron faliu. Outro detalhe, depois a FAB ainda me foi gastar mais US$ 240 milhões de dólares para comprar Spice 2000 e Iris-T, ambos concorrentes dos nossos armamentos. Tava sobrando dinheiro, não?!?!

              Outra, quem tem orçamento que prefere está bancando filhota "solteira" sexagernária, não pode se dar ao luxo de ficar torrando dinheiro do erário público a toa. Dinheiro não nasce em árvore, mais para ele retornar, é preciso fazê-lo girar e não torá-lo lá fora.

              Quem nasceu para ser aeroclube, vai morrer aeroclube. A FAB é uma força aérea medíocre e faz por onde.

          • Em qual documento está escrito que com 300 milhões o A-darter estaria "terminado"?

            • Fontes pessoas, detalhe, 120 milhões de reais, mas a FAB achou muito. Ou seja, preferem viver de enlatados.

              A FAB, dos tempos do comando anterior, foi mediocridade em pessoa.

      • Com certeza o desenvolvimento ia custar 300 milhões. Nem sei porque todas as marinhas do mundo não fabricam seus próprios misseis antinavio.

        A industrialização e integração na aeronave seriam de graça.

  4. Espero que as asas empenadas dos P-3AM não empenem em todos para aproveitar o Harpoon. A Embraer tem que lançar uma versão de patrulha naval do E-190 logo que nem os bandeirinhas e nem esse cacareco P-3 vão durar muito.

  5. Os P3M orion ja deveriam ter chegado com o pacote de armas embaixo das asas… Demoraram muito. Mas antes tarde do que nunca !

  6. Considerando que o comando da FAB não é feito por oligofrênico, vamos aos fatos.
    – 20 é suficiente para um país que nao tem a mínima possibilidade de entrar em guerra no momento?
    – 20 é ridículo para uma guerra? Você os 8 exocet na guerra das Malvinas.
    – Para justificar um desenvolvimento é necessário escala de produção e utilização, venda para outros países?
    A necessidade que faz o sapo pular. Gasta esse dinheiro desenvolvendo algo que somos capazes de vender para os outros que o ganho é muito maior

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