i19103017001208354 - FAB já voou 160 horas em apoio para localizar manchas de óleo no Nordeste
A chamada Operação Amazônia Azul envolve transporte de material em aeronaves da FAB, além do monitoramento marítimo.

A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, no dia 30 de outubro, mais um transporte de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os voluntários que atuam na limpeza dos resíduos de óleo no litoral Nordestino. Uma aeronave C-130 Hércules decolou do Rio de Janeiro (RJ) com destino a Recife (PE) transportando, cerca de oito toneladas de material, além de 20 mergulhadores da Marinha do Brasil. As ações da FAB fazem parte da chamada Operação Amazônia Azul.

i19103016524001557 - FAB já voou 160 horas em apoio para localizar manchas de óleo no NordesteO primeiro transporte de EPIs, que foram cedidos pela Marinha do Brasil e pela Petrobrás, foi realizado no dia 23 de outubro, também do Rio de Janeiro para Recife, com 3.400kg de material embarcado no Galeão e mais 4.700 kg embarcados em Guarulhos (SP).

A atuação da FAB, entretanto, teve início no dia 6 desse mês, quando militares do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), integraram o Comando de Operações Navais (CON) no Rio de Janeiro. O primeiro voo para observação do litoral e alto mar foi realizado no último dia 13, quando um P-95 Bandeirulha atuou a partir de Salvador (BA).

i19103017383406368 - FAB já voou 160 horas em apoio para localizar manchas de óleo no NordesteDesde então, foram empregados 4 tipos de aeronaves (confira o infográfico) em missões de Patrulha Marítima e Transporte Aéreo Logístico, totalizando, aproximadamente, 160 horas de voo. As missões de Patrulha Marítima têm o objetivo de localizar as manchas de óleo.

Monitoramento satelital

i19103016535908249 - FAB já voou 160 horas em apoio para localizar manchas de óleo no NordesteAlém dos meios aéreos disponibilizados para a Operação Amazônia Azul, a FAB atua com a análise de imagens de satélites contratados. “É importante ressaltar que a FAB tem, hoje, autonomia para realizar o imageamento satelital e também os meios aéreos para serem enviados ao local, no caso da verificação de alguma ocorrência por meio dos satélites. A prioridade atual da nossa constelação satelital é a localização do óleo em águas brasileiras”, explica o Chefe do Estado-Maior Conjunto do COMAE, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich.


Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Emília Maria – Fotos: Ala 11 e Arquivo CECOMSAER

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