A sexta aeronave P-3AM Orion da FAB foi recebida na unidade da EADS em Getafe, próximo a Madri, na Espanha. (Foto: COPAC)
A sexta aeronave P-3AM Orion da FAB foi recebida na unidade da EADS em Getafe, próximo a Madri, na Espanha. (Foto: COPAC)

Chega nesta quinta-feira (28/02) ao Brasil a sexta aeronave P-3AM Orion adquirida pela Força Aérea Brasileira.

A tripulação da FAB que fará o translado do P-3AM para Salvador. (Foto: COPAC)
A tripulação da FAB que fará o translado do P-3AM 7207 para Salvador. (Foto: COPAC)

O FAB 7207, recebido nesta quarta (27) pela equipe do Grupo de Acompanhamento e Controle na Empresa EADS-CASA (GAC-CASA) em Sevilha, Espanha, é trasladado pela tripulação do Esquadrão Orungan (1º/7º GAV) de Salvador (BA). O grupo já emprega o avião na proteção do litoral brasileiro e dos recursos naturais.

A nova aeronave P-3AM deve chegar em Salvador na quinta-feira, dia 28 de fevereiro. (Foto: COPAC)
A nova aeronave P-3AM deve chegar em Salvador na quinta-feira, dia 28 de fevereiro. (Foto: COPAC)

O contrato de modernização do P-3AM Orion foi assinado pelo Comando da Aeronáutica, por meio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC).

O P-3AM Orion já está sendo usado pela FAB para patrulha marítima. (Foto: COPAC)
O P-3AM Orion já está sendo usado pela FAB para patrulha marítima. (Foto: COPAC)

Assista ao vídeo do P-3AM em ação em exercício de guerra antissubmarina.

Fonte: COPAC

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26 COMENTÁRIOS

  1. Mas que maravilha…a sexta…
    Espero que todas estejam plenamente operacionais e funcionando bem.

      • HMS_TIRELESS,

        E mais uma versão AWACS baseado na mesma célula, para complemente e posterior substituição dos R-99…

          • Se a vida útil prevista destes P-3AM for de 15 anos. Então está na hora de começar a pensar e planejar seu sucessores, porque
            estes P-3AM que estão chegando agora, tiveram seu projeto começado a uns 15 anos atrás! Demoraram muito!!

            Ainda bem seus sensores e aviônicos estão bem atualizados.

  2. Moço , isso é um incrível reforço as nossas necessidades de patrulha e enventualmente ataque.
    Mas é uma gota dágua no Atlântico Sul.
    Como já tenho dito a alguns anos, o Atlântico Sul está incrivelmente militarizado por "potências" estrangeiras, inclusive nuclearmente, foi o que deu a gente confiar nos "aliados", agora temos que buscar anos e anos perdidos sem investir em defesa.
    http://portuguese.ruvr.ru/2013_02_26/Reino-Unido-

    • Nosso problema são as 200 milhas e a zona de serviço SAR, não temos nada a ver com a militarização do Atlântico Sul.
      Os nossos P-3AM estão bem posicionados para sua região de atuação, não vamos nos preocupar com membros da OTAN, não teremos condições de fazer frente a eles mesmo.

      • Sério que você pensa assim Strobel ?
        Nosso destino então é ter medinha, ser um capacho subserviente e despersonalizado ??
        Se as coisas acontecerem nós capitularemos imediatamente ? Sem Luta ??
        Sabe, se eu ficar quieto e aceitar as coisas não seria um Soldado do Brasil, tiraria a Bandeira do Brasil da minha parede e colocaria uma bandeira de um país estrangeira ou pior :
        Uma bandeira branca , a da rendição, inclusive a psicológica, aquela que vem antes da lutar.

        Vamos então parar de buscar tecnologias, não vamos nos importar com o que acontece a nossa volta , não pensar geopoliticamente, não compraremos e nem fabricaremos mais armas, não treinaremos soldados , vamos destruir as armas que temos, vamos confiar nos estrangeiros e suas movimentações no continente, afinal não tem nada a ver com a gente. Vamos destruir nossas armas.
        http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads
        http://3.bp.blogspot.com/-77iZmqSCAlY/TmDggMnAwJI

        • StadeuR, você está coberto de razão. De forma alguma podemos ficar alheios ao que quem quer que seja faça no Atlântico Sul, lembrando que violar o Tratado para a Proibição de Armas Nucleares na América Latina, assinado em 1967 é uma total falta de respeito não só ao Brasil mas a toda América Latina. Não podemos aceitar sem tomar nossas providências. Quer paz? Prepare-se para a Guerra.

          • Quer dizer que se preocupar com a proteção dos nosso limites legais e fornecer serviço SAR dentro de nossa área de atuação é se entregar aos estrangeiros?
            Por falar em guerra, será contra a OTAN?

            • Strobel , volte ao assunto, não fuja dele, você está jogando xadrez comigo, seu último movimento é nulo, está em xeque.
              Sua vez.

        • Caro StadeuR, com todo respeito agora vc me fez lembrar dos argentinos que ficavam gritando slogans de ordem nas praças de BAires, enquanto os ingleses retomavam as ilhas.. kkkk

    • Nunca houve incêndio, foi fumaça em um equipamento já substituído.
      Acionaram os bombeiros por precaução, situação usual em caso de emergências.

  3. Agora dá tempo de fazer um patrulha em cima da plataforma E-190/195 para substituir os P-3 aqui uns anos ou mesmo complementar a força já que o numero ainda é insuficiente para cobrir todo o mar brasileiro. Ainda podemos investir no projeto P-29 (em cima do nosso ST) para missões de vigilância costeira, também no lugar dos Bandeirulhas.

  4. Será que esses P-3 já vieram com capacidade de auto proteção e ataque submarino??!!

  5. Amigos, boa tarde.

    Primeira operação internacional do P-3M:
    http://www.aviationweek.com/Blogs.aspx?plckBlogId

    A French Invasion
    Posted by Tony Osborne 11:38 AM on Apr 19, 2013
    A major air and sea exercise just off the coast of Scotland, has prompted something of a French invasion of the U.K.

    Joint Warrior is one of the largest annual exercises held in Europe. Conducted twice a year, the first one, dubbed JW13-1, is shaping up to be quite a spectacle with no less than 40 naval vessels and several dozen aircraft and helicopters joining in. Maritime patrol aircraft from Canada and the U.S. have been scouring the waters of the North Sea, joined by a lone P-3 Orion from Brazil. Then there is a land component with major assault landings planned.

    But it’s perhaps the French contingent that is the most impressive. On top of the Atlantique 2s joining the miscellany of Orions, a scaled back, but none the less impressive carrier air wing has been formed at RAF Leuchars. This land-based Charles de Gaulle is now home to eight Dassault Super Etendards, seven Dassault Rafale Ms and a single E-2 Hawkeye.

    At sea are several French vessels and on land several hundred French troops will work alongside their British colleagues in an assault on West Freugh airfield in Southern Scotland next week, supported by French helicopters.

    Credit: Tony Osborne – Aviation Week

    Meanwhile down south, the French Army Air Corps have been conducting something of a nationwide tour. For the first time in a decade a large contingent of French Army helicopters from the 3rd Combat Helicopter Regiment have deployed to the U.K. The six SA342 Gazelles and a single, SA330 Puma have been conducting navigation training to various locations around the U.K. and even conducted a transit of London’s heli-lanes.

    The huge French deployment efforts are another sign of the increasingly close co-operation between the defense ministries of the U.K. and France under the Lancaster House treaties signed in November 2010.

    Aviation Week was allowed a brief visit to see the French crews taking part in the helicopter deployment at the British Army Air Corps Aviation Centre at Middle Wallop in Hampshire.

    Lt Col Jacques Minart, who is the French Army Air Corps’s (ALAT) liaison officer to the British Army Air Corps said that closer ties are being made between the two organisations but the way they worked would be fundamentally different. In France, support helicopters for the battlefield are all provided by the Army, while in the U.K. they are supplied by all three services through a single helicopter command.

    But Minart said both services were learning from each other and that one day, training might allow harmonisation between between the helicopter forces of the two countries so that British troops can fly on French helicopters and vice-versa.

    The diminutive Gazelle is still the backbone of the French helicopter forces providing an anti-tank and helicopter escort capability using the HOT and Mistral missile respectively. Others are fitted with the Viviane electro-optical sight. Gazelles will be replaced in two helicopter regiments by the Eurocopter EC665 Tiger, the third regiment will retain its Gazelles for several years to come, until a new armed utility helicopter can be purchased. However it is unclear when or if that program will begin.

    Abraços,

    Justin

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