A Holanda fechou um acordo com a GA-ASI para compra de 4 drones de combate MQ-9 Predator.

A General Atomics Aeronautical Systems, Inc. (GA-ASI), fabricante de Sistemas de Aeronaves Não Tripuladas (UAS), foi selecionada para fornecer quatro Sistemas Aéreos Não Tripulados MQ-9 Reaper / Predator B à Real Força Aérea da Holanda (RNLAF). Esta decisão segue uma consideração do Ministério da Defesa da Holanda.

“Estamos extremamente satisfeitos por termos a oportunidade de atender aos requisitos de UAS da Real Força Aérea da Holanda”, disse Linden Blue, CEO da GA-ASI. “Estamos comprometidos em fornecer uma solução interoperável da OTAN que melhore as capacidades de ISR da Holanda e da Aliança.”

As entregas dos quatro sistemas aéreos não tripulados (UAS) MALE (Medium Altitude Long Endurance) com sensores de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR) e estações de câmera e quatro estações terrestres (GCS) acontecerão no terceiro trimestre de 2020 na Base Aérea 306 em Leeuwarden. Dois GCS serão usados para operações em Leeuwarden, enquanto os outros dois serão usados para implantações.

A frota MQ-9 existente registrou mais de duas milhões de horas de voo operacionais com a USAF, a RAF do Reino Unido, as Forças Aéreas da Itália e da França, a NASA e o DHS dos EUA. A Força Aérea Espanhola está programada para receber os seus sistemas MQ-9 em 2019.

O Predator B multi-missão tem até 26 horas de resistência de voo e transporta sensores de vídeo HD (óptico e infravermelho), radar de imagem terrestre / MTI / marítimo e outros sensores de vigilância. A aeronave possui uma capacidade de carga útil extensa (386 kg internamente, 1.361 kg externamente), voando em uma altitude máxima de 45.000 pés / 13.700 metros.

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4 COMENTÁRIOS

  1. Não sei quanto aos amigos do site, mas eu sou fascinado pelos drones de ataque!! O Reaper teria lugar certo na FAB se eu fosse o “chefe” desse bordel chamado Brasil. Rsrsrsrsrsrs

    Boa tarde a todos 🙂

    • Concordo com o Sr. Almirante , com uma fronteira continental como a nossa umas três dezenas deles seriam de grande valia para a FAB.

    • Interessante que o conceito foi 'salvo' pela NSA. Muitos drones foram derrubados no Vietnã graças a interceptação e decodificação dos sistemas pelos vietcongues. Graças a comunicações não seguras eles podiam antecipar as rotas dos aparelhos e abatê-los. À época, o uso se dava na coleta de informações para selecionar os alvos.

      Apesar dos sistemas não terem comparação com os atuais, depois que se pega fama é difícil recuperar a boa índole. Para sorte dos envolvidos, a média de abates que era de 3 ou 4 por semana caiu para 1 ou 2 por anos, graças a ações das agências de inteligência. O conceito era viável e valia o investimento.

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