Rostvertol Mi-26T2, Foto - Kirill Naumenko
Rostvertol Mi-26T2 / © Kirill Naumenko, em caráter ilustrativo

Interessado na compra de novos lotes de helicópteros russos, o Brasil recebeu da Rússia a indicação do modelo Mi-26T2, informou em entrevista ao noticioso Sputnik News, Sergei Ladygin, chefe da delegação da agência russa para exportação de armas, Rosoboronexport, durante a FIDAE 2016.

“O interesse [brasileiro com relação aos helicópteros russos] existe, e nós estamos prontos para oferecer aos brasileiros tanto helicópteros de combate, como de transporte. Por exemplo, o Mi-26T2, que não possui análogos no mercado no quesito de capacidade de carga” – disse Ladygin.

O porta-voz da estatal russa destacou ainda a necessidade de se criar no Brasil um sistema de centros manutenção para helicópteros russos.

“Depois disso, surgirão novas perspectivas para expandir a nossa cooperação nessa área” – explicou o chefe da delegação da Rosoboronexport.

Um dia antes, Ladygin revelou que a Rússia tem planos de construir centros de manutenção de helicópteros no Brasil, na Venezuela, na Colômbia e no Peru.

A edição 2016 da FIDAE – Feira Internacional do Ar e do Espaço, acontece entre os dias 29 de Março e 3 de abril, em Santiago, no Chile.

Rostvertol Mi-26T2, Foto - Svido Stanislav
Rostvertol Mi-26T2 / © Svido Stanislav, em caráter ilustrativo

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FONTE: Sputnik News

EDIÇÃO: Cavok

NOTA DO EDITOR: Eu realmente gostaria de saber de onde esse senhor tirou que o Brasil está interessado na compra de novos lotes de helicópteros russos. Se ele ainda generalizasse, até vá lá, mas justamente russos?…

Sem entrar no mérito de que é questionável a utilidade de um helicóptero pesado como o Mi-26T2 para o Brasil, é lamentável como os russos se prestam a fabricar factoides, sem se preocupar com o mínimo de credibilidade. Deve ser falta de assunto ou a necessidade de auto afirmação. Quiçá ambos. 

E não é apenas o Sputnik News, mas também os executivos de empresas importantes como a Rosoboronexport e a Rostec. Nunca é demais lembrar no último dia 9 de novembro, por ocasião do Dubai Airshow 2015, Sergey Chemezov, CEO da Rostec, declarou que a Rússia havia começado negociações com o Brasil sobre o possível fornecimento de caças Su-35. Ele bem que podia dar outra entrevista informando o status dessa negociação. 

Em Dubai foi o Su-35. No Chile, o Mi-26T2 é a lorota da vez. É por essas e outras que muita gente afirma que o que os russos falam não se escreve, e o que eles escrevem, igualmente não vale muita coisa.

Palhaçada! Creio não haver definição mais adequada. 

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57 COMENTÁRIOS

  1. Que pena que a turma do pandecômico fechou as portas…queria ler os engraçadíssimos absurdos deles…

  2. É pecado ficar inventando essas coisas!

    É que nem falar pra criança carente que ela vai ganhar playstation!

    • Petistas vão arder no inferno, pois inventam golpismos todos os dias.

  3. Vindo da Sputnik só pode ser lorota mesmo…
    De toda forma, eu seria mais Chinook do que esses Mi-26.
    Aaaah, mas a presidentA está magoadinha com o Obama ainda?!
    Em tempos de crise, invés de se preocupar com o próprio couro, a presidentA deveria tentar se reaproximar de parceiros históricos.

  4. Vocês todos estão enganados! Conversações ocorrem sim! E há muito tempo que ocorrem! A maior prova disto foi a compra dos Pantsr como sistema de defesa anti-aérea! O que ocorre é que embora conversações ocorram ainda não houve um entendimento para viabilizar as aquisições! E no momento o que mais está em pauta é o reequipamento da Aviação do Exército, que também quer helicópteros de combate, e a ampliação dos esquadrões de helicópteros de combate da FAB! Mas temos a crise econômica e política para embaçar um desenvolvimento positivo nestas conversas!
    Quanto ao SU-35, o motivo é que a escolha do Gripen foi de um pequeno grupo dentro da FAB em consonância com argumentos ainda pouco definidos com clareza. Um grupo maior está muito preocupado com a ausência de vetores de interceptação e ataque temíveis tanto quanto os Mirage, que reafirmo foram desativados desnecessariamente. Assim rolou possibilidades de adquirir até F-18's, desativados do Deserto do Arizona, ou aquele esquadrão de dezoito aparelhos guardados em uma empresa privada na Flórida e em condições de voo mas precisando de atualização eletrônica. Os Russos sabedores disto, aventaram a possibilidade de fornecer ao menos um esquadrão da sua própria Força Aérea recém entrados em serviços ( aparelhos com uns dois ou três anos de uso no máximo) e claro alinhado a um pedido firme de mais aparelhos novos! É dessa maneira que foram oferecidos Su-30; Su-35 e até os Mig's! Putin tem esperança de tornar o Brasil um dos maiores consumidores de Armamento Russo! E é estranho que esse governo esquerdista nunca se empenhou nisto! Acho que os russo não gostam de dar propina!

    • Desde quando o Brasil comprou o Pantsir-S1?

      E sobre os helicópteros russos que a FAB opera, apesar de elogios ao desempenho dos equipamentos, existem reclamações quanto à demora em receber materiais de consumo e de reparo vindos da Rússia para a manutenção das aeronaves. E olha que os helis são novos. http://br.sputniknews.com/mundo/20150416/776560.h

      • Boa tarde LaMarca e aos demais colegas "CK".

        LaMarca, longe de desejar criar polêmica, apenas para deixar tudo transparente quanto a remessa de repostos para a FAB dos AH-2 Sabre:
        A Federação Russa prioriza suas forças armadas na entrega de material de reposto daí a demora. Quem faz negócio com a Rosoboronexport ou outras agências russas são alertados disto, como via de escape eles oferecem pátio (centro) de manutenção de até certo escalão (não tenho a menor ideia de qual seja) para diminuir um pouco o problema. Ofertaram isso ao Peru, também a Venezuela e mais recentemente foi noticiado que também ao Brasil.
        Então é mais ou menos assim: "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa". Ou seja o material é bom, o rendimento é bom e manutenção é boa se você tem uma pátio alfandegário do contrário espera na fila…

        CM

        • Boa tarde, Moreno,

          Com relação aos AH-2 Sabre, quem afirmou que o pós-venda russo deixa a desejar foi a própria FAB, de forma que ignorar isso é querer tapar o sol com a peneira. Desculpe, amigo, mas nesse caso não interessa a realidade de outros países. O serviço tem que ser considerado satisfatório aqui no Brasil, e isso não ocorreu.

          Quanto ao centro de manutenção, esse papo russo é antigo. Concordo que isso poderia ajudar a resolver o problema, mas não muda o fato da FAB não estar satisfeita com o serviço. Ademas, observe que a FAB não afirma que a manutenção é difícil de ser realizada, ela apenas reclama da demora no recebimento de materiais de consumo e de reparo para os helicópteros.

          No mais, operamos helicópteros de procedência europeia, americana e russa, e a única reclamação da FAB é para com o pós-venda dos equipamentos russos.

          Nunca vi, por exemplo, ninguém reclamando de demora no recebimento de materiais de consumo e de reparo para os Black Hawk ou para os Caracal.

          Sds!

          • Exatamente amigo LaMarca! Só para lembrar que materiais de consumo e reparo dos aparelhos fabricados nos EUA podem ser adquiridos via FMS, o que torna o processo ainda mais facilitado visto que os mesmos saem dos estoques do governo dos EUA.

            • Justamente, Tireless…

              O pessoal confunde o desejo pessoal com a realidade dos fatos, o que é lamentável, mas cada um tem o direito de pensar como quiser. A realidade, entretanto, está aí para aí para todos verem.

              Sds!

          • Fato! E verdade! Os demais não existem mesmo reclamação. Só me pergunto então porque o MD aceitou este detalhe no contrato de serviço (aonde a Federação Russa tem prioridade sobre o parque de repostos).

            Acho que temos nariz de palhaço… 🙁

            CM

            • Nariz de palhaço ou não, não muda o fato da FAB não estar satisfeita, e a opinião do operador, na prática, é a úncia que conta. Simples assim!

      • Quem sabe o moço vive num universo paralelo, e lá o Pantsir foi adquirido pelo Brasil.

        As pessoas não sabem separar seu desejo pessoal da realidade dos fatos.

      • Perfeita análise, pensei o mesmo, sonho dos PRANU BARRIR, logo viram falando que acabamos de adquirir o S300

  5. O único helicóptero pesado que realmente deu algum 'tititi' foi o Chinook. E olhe lá…

    Entrando no mérito da questão… Ninguém questiona as potencialidades do Mi-26. Contudo, manter algo como ele seria por demais dispendioso.

    Dentro do que o Brasil realmente precisa, o Chinook e suas facilidades são mais condizentes…

    • Chinook e suas capacidades seriam de grande ajuda na Amazônia, mas fica para o sonho de amanhã quem sabe.

        • Problema é que as forças armadas, como outros setores públicos, viraram cabides de emprego, e ninguém fala em enxugar.

          Setor privado: contrata-se 2 funcionários para executar o trabalho de 4, se possível pagando o salário de 1,5.
          Setor público: contrata-se 10 funcionários para executar o trabalho de 5 em alguns setores, e em outros há 1 para fazer o trabalho de 20, vai entender!

          Enquanto não houver bons administradores que entendam que a máquina pública deve ser administrada como uma empresa, viveremos esse caos, seja no civil seja no militar.

          • tem que começar mudando a legislação e acabando com a estabilidade do funcionalismo publico, ae o sujeito vai ser obrigado a ser produtivo ou rua

        • Giordani, Jodreski,

          Pra mim, eis a questão… Fazem planos, estabelecem metas, começam a implementar, mas ninguém para pra pensar no que fazer se a coisa der errado… A ausência de um "plano B" é o grande problema… E é assim com quase tudo… A ideia sempre deveria "fazer o melhor se preparando para o pior", mas essa é uma cultura que virtualmente inexiste em quem lidera nesse País. E falo no geral ( tem muito zé mané que se diz empreendedor e que não tem a menor ideia do que seja isso )…

          Enfim… Quando fizeram a END, contavam com um cenário econômico ideal para levar a efeito esses planos… Terminou que deu tudo errado, mas os planos continuam a ser executados, tentando se fazer tudo com menos que o previsto… E isso inclui a expansão do componente humano das forças, tudo seguindo o nosso famigerado "white book"… E o que vemos hoje é parte disso, com forças "inchadas" ( contratar é o mais rápido e fácil… ), estruturas demais ( fazer "prédio" também é fácil… ) e funcionalidade de menos, já que o equipamento ( esse sim o mais difícl )não chega…

          Em suma, projeções erradas acerca de um cenário que, no mínimo, não vai se materializar como o esperado, somadas a planos contingenciais que aparentemente não existem ou, no mínimo, não funcionaram como deveriam, levaram a atual situação…

          E o que as três forças tem a ver com isso: nada, em primeira instância… Estão tão e somente seguindo suas ordens e cumprindo com as palavras contidas no 'book' página por página ( já que é a única coisa que se tem e que foi ordenada a se seguir )…

          Grosso modo, o mesmo pode se aplicar ao setor público. Tal como nas FAs, existem verdadeiros profissionais, mas quem comanda em ultima instância pode não ser tão profissional quanto…

  6. Pessoalmente olá novamente! Já tive a oportunidade de conhecer o CH-47D de perto e suas capacidades. Os EUA em 2014 nos ofertou um lote de 6-8 aparelhos "D". Depois em 2017 o MD disse que o CAvEx estaria novamente em conversações com os EUA, mas desta vez diretamente com a Boeing para tentar comprar um lote de até 8 da versão "Foxtrot". Não deu em nada…

    Quanto a oferta dos "Delta" tem quem no CAvEx, pulou de alegria, já teve outros e não foram poucos, que se preocuparam com o estado das aeronaves (estrutura e principalmente os motores) e ainda levantaram a bandeira de que aeronaves de duplo rotor são muito difíceis de pilotar (o atrito poderia simplesmente acabar com todas as 6-8 unidades em pouco tempo) e muito pior ainda de manutenção extremamente complexa (a igual que os Ka-50/52 e outros da família).

    Peço que se realmente houvesse interesse do EB em dotar a força com um helo pesado que então tentássemos comprar da Venezuela os seus Mi-26 via Rússia para não ter problemas tal como o Peru teve com os Mig-29 comprados da Ucrânia.

    CM

      • Dia LaMarca,

        Não estão a venda não…mas quem sabe…logo tudo por lá estará parado…oportunidades de compra de prateleira. Ainda que o governo bolivariano da Venezuela seja muito militarizado no momento, pode ser que os ventos da "política" (sempre ela) faça mudanças profundas na estrutura atual das forças armadas.

        NOTA:
        Não estou apregoando nem prevendo a queda do governo Maduro, mas da forma como está acho difícil permanecer o atual Statos Quo. Ou o governo muda sua maneira de atuar ou o governo será forçosamente mudado.

        CM

    • Tem alguns poréns aí senão vejamos:

      – Não há no Brasil necessidade de um aparelho da classe do Mi-26. Há alguns anos houve de fato a intenção de se adquirir helicópteros pesados para mover radares e outras cargas pesadas no SIVAM mas os estudos comprovaram que a necessidade era absolutamente marginal e poderia ser atendida por aparelhos alugados;

      – Existe sim uma necessidade quanto ao aprovisionamento de pelotões de fronteira mas essa necessidade é plenamente atendida pelo Chinook;

      – Embora possua capacidade de carga gigantesca o Mi-26 perde, e feio diga-se de passagem, no quesito versatilidade para o CH-47 visto que o aparelho da Boeing pode ser utilizado em missões de assalto, C-SAR, infiltração e exfiltração de forças especiais. Ademais, também pode operar embarcado como rotineiramente demonstram os Chinooks da RAF.

      – A justificativa de que aparelhos com rotor em tandem seriam difíceis de pilotar e que a frota poderia ser aniquilada pelo atrito não me parece plausível visto que os índices de acidentes do Chinook não são altos. Aliás, ao que tudo indica são menores que os dos CH-53, que em sua concepção são mais convencionais. Da mesma forma essa alegação de "manutenção complexa"também não encontra arrimo nos fatos visto que os Chinooks operaram com sucesso no Vietnã, com os iranianos na guerra Irã-Iraque (com embargo e tudo) e também no Afeganistão. E como não esquecer da magnífica performance do Bravo November na campanha das Falklands, quando operou sem nenhum suporte visto que todo o ferramental junto com três de seus irmãos afundou com o Atlantic Conveyor.

  7. Gaiwan, amigos,

    Quanto a Pantsir, o governo realmente autorizou a compra e o inicio das negociações. Mas compra em si ainda não foi levada a efeito. Nada foi assinado ( e pelo visto, não o será tão cedo… ). E ainda, entre a versão terrestre do Sea Ceptor e o Pantsir, este primeiro ganha importância, já que o sistema foi escolhido para as novas corvetas da MB ( se estas saírem… ). Logo, é natural que haja alguma hesitação… Enfim, a compra estava prevista para ser oficializada esse ano, segundo notícias do final do ano passado ( a ultima coisa que li a respeito… ).

    O EB vê como prioridade prosseguir no recebimento dos Caracal e manter a modernização dos Panther e Esquilos… Cogitou-se alguma coisa com relação a helicóptero de ataque, mas compra mesmo está fora de questão por agora…

    Já a FAB, esta certamente tem como prioridade absoluta garantir suas asas fixas de grande porte ( transporte e reabastecedor ), posto a substituição dos Super Puma já estar garantida pela chegada dos Caracal, assim como a caça. O mais, parece ( ? ) haver interesse numa aquisição complementar de Black Hawk, e só…

    Os critérios da FAB para a compra do Gripen foram sim muito bem definidos. E a prioridade absoluta, pelo que sei, foram as condições de pagamento e as parcerias industriais. Assim, o Gripen NG entrou pra short-list, não somente pelo desempenho em si ( bom o bastante, de qualquer jeito ), mas pela proposta boa que apresentou nesse sentido. Vale recordar que as três propostas ( Rafale, Gripen NG e F-18 E/F ) foram consideradas como satisfatórias e dentro dos critérios da FAB, que submeteu a escolha ao componente político. O mais, basta observar a short-list para se entender que a FAB buscava por uma legítima aeronave de geração 4.5, e não uma aeronave idealizada nos anos 60, cuja curva de crescimento já se encontra na decrescente…

    A desativação dos F-2000 se deu pela dificuldade em manter o modelo; custo/benefício ruim… As células já vieram da França com as horas de voo contadas. Mante-las em operação exigiria uma revitalização que provavelmente sairia mais caro que as próprias naquele altura… Ademais, o Gripen NG superará de longe qualquer variante do Mirage 2000…

  8. Pessoal eu respeito a opinião de todos, mas !!
    Eu duvido que esse cara falaria besteira ou inventária notícias dessas, pela seguinte razão:
    Com que cara eles ficariam com os militares do Brasil, se eles estivessem invenando notícias falsas, imagina se alguém do Brasil iria querer papo com eles !
    E outra, o Brasil quer transferência de tecnológica, e preço baixo, e é oque eles estão propondo !
    Podem achar oque quizer mas para mim '' Aonde a fumaça a fogo '' .

    • O único fogo que existe aí é o desejo russo de vender…. nada além disso!

    • Inocente… procure, pesquise sobre a credibilidade do Sputnik New's.
      Os russos estão certos de querer e tentar vender. Mas noticiar mentiras e exageros?

    • Passou algum brasileiro pelo estade dos Russos, ficou interessado, pediu algumas informações e pronto, manchete no Sputinik… Essa é a fumaça…

  9. a implantação dum centro de manutenção no brasil estaria inclusa no contrato dos mi-35?

  10. Não creio que Brasll venha fazer nenhuma compra significativa nesse evento, pode sim, fazer uma compra de equipamentos básicos. Agora, helicóptero ou qualquer coisa do gênero, isso só futuramente.

  11. Nada é impossível de acontecer nesta questão de compra de equipamentos russos/norte americanos ou de quaisquer nação, alguns teem/deveriam que parar de opinar como se sua opção pessoal retratasse uma verdade absoluta em conceito de qualidade e probabilidade. Não creio que pessoas de postos de certa relevância falem pelos cotovelos com tanta naturalidade.
    Minha humilde opinião.

    • Deixa eu ver se eu entendi: você defende que as pessoas parem de opinar, mas deixa aqui sua opinião?
      A sua pode, né?

    • Edu,

      No que tange aos AH-2 Sabre (Mi-35M), quem afirma não estar satisfeita com a qualidade do pós-venda russo é própria FAB, que reclama da demora em receber materiais de consumo e de reparo vindos da Rússia para a manutenção das aeronaves, apesar de também afirmar que o desempenho do equipamento em si é bom. http://br.sputniknews.com/mundo/20150416/776560.h

      O que não podemos fazer é tapar o sol com a peneira e ignorar esse fato, até porque a opinião do operador, na prática, é a úncia que conta. Simples assim!

  12. A compra de qualquer material militar ou grandes contratos, está totalmente fora de questão. O orçamento do Governo Federal apresentou deficit de 25 bilhões em fevereiro. Com números assim, o país vai a falência logo logo, se nada for mudado.
    Além do mais, com a crise política, nenhuma compra vai ser aprovada no congresso.
    Mas, mesmo que a crise política seja resolvida (seja de qualquer forma), teremos dois ou mais longos anos de severa austeridade nos gastos públicos. E todos nós sabemos que o setor de Defesa não tem prioridade nenhuma, são importa a corrente política.
    Pelo mesmo eu acho isso…

  13. Isso aí é furada tipica de Sputnik!

    Nada contra o Heli, mas MI-26 + Brasil = Bomba de Tsar!
    Quero nem imaginar os problemas de manutenção que isso teria!

  14. Sputnik é porta voz dos russos, empresas, políticos e etc, então se eles aumentam ou inventam é pra botar o nome do produto na mídia intencionalmente (e conseguiram).

    Se não me engano, havia boatos de um tempo atrás que o exército queria helicópteros pesados e com bom alcance na Amazônia ajudando na logística dos postos de fronteira.
    E já surgiram boatos que o Chinook poderia ser esse helicóptero mas depois daquilo nada de concreto surgiu, lembro de gente dizendo que os Chinook usados disponíveis estavam surrados de dar dó e novos são bem caros.

    Então estão colocando o nome do Mi-26 no bolo, não dá pra saber se foi com sinal de fumaça ou não, mas independente disso, eu mesmo um pé atrás com os russos, acho um bom negócio, tem alcance e capacidade de carga bons e acho que pode cumprir essa função de boa. Se é um bom helicóptero aí não tenho ideia.

  15. Mas será que ele falou isso mesmo para o SPN? Porque aqui no Brasil nós temos umas revistinhas e jornalecos que adoram inventar história.

  16. Caro LaMarca,__Dê um desconto ao rapaz… Alguém está lendo para ele, em cirílico, papéis de 2003 — quando o Mi-26, apesar de virtualmente desconhecido, caro e gastador, em todos os sentidos, FEZ parte das discussões do então Projeto CH-X, que alguns pensadores da FAB tinham em mente em prol do Sivam. A fonte do "Sérgio" (e seu repórter) só esqueceu de avisar que daquele início de 2003, quando tal Programa foi cancelado numa reunião vespertina tediosa no Comando da Aeronáutica, para cá, só se passaram algumas primaveras… É o excesso de sauna, não exclusividade dos finlandeses…___De qualquer maneira, a moça bonita da Cunha Vaz Brasil (Rostec in São Paulo) vai ficar chateada com você… 😀

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