A última aeronave C-17 Globemaster III entregue pela Boeing foi para Força Aérea da Índia.

A 11ª e última aeronave de transporte aéreo Boeing C-17 Globemaster III, da Força Aérea da Índia (IAF), decolou dos EUA em seu voo de entrega e será recebida pela IAF nos próximos dias, anunciou a Boeing.

Este também é o 276º e último C-17 fabricado pela Boeing. A aeronave foi montada na planta da Boeing em Long Beach, na Califórnia, e voou pela primeira vez em 29 de novembro de 2015.

Em fevereiro de 2011, a Índia assinou um contrato de US$ 4,1 bilhões para adquirir dez aviões de transporte aéreo C-17 Globemaster III da Boeing, com opção para mais seis. As dez aeronaves atualmente formam a espinha dorsal da frota de transporte aéreo pesado da IAF e são operadas pelo esquadrão Nº 81 “Skylords”, localizada na Estação da Força Aérea Hindon, perto de Nova Delhi.

Em abril do ano passado, a Boeing recebeu uma ação contratual, com um valor não superior a US$ 262 milhões, para fornecer uma aeronave de transporte aéreo adicional C-17 Globemaster III para a IAF. O plano original da IAF era comprar mais seis C-17, mas essa opção não estava mais disponível, pois a produção do C-17 terminou em 2015, com apenas uma aeronave disponível para venda.

No início do mês, o Departamento de Estado dos EUA aprovou um possível apoio continuado à Índia por um custo estimado de US$ 670 milhões.

O Boeing C-17 Globemaster III é um grande avião de transporte militar desenvolvido para a Força Aérea dos EUA (USAF) pela McDonnell Douglas (agora Boeing).

O C-17 foi projetado para substituir o Lockheed C-141 Starlifter da USAF e também cumprir algumas das obrigações do Lockheed C-5 Galaxy, liberando a frota C-5 para cargas de grande porte. A aeronave geralmente realiza missões de transporte aéreo tático e estratégico, transportando tropas e cargas em todo o mundo; funções adicionais incluem evacuação médica e tarefas de lançamento aéreo.

Além dos Estados Unidos e da Índia, o C-17 está em serviço no Reino Unido, na Austrália, no Canadá, no Qatar, nos Emirados Árabes Unidos, na OEA e no Kuwait.

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