a Força Aérea da Índia relaxou os requisitos operacionais para um treinador básico, favorecendo enormemente o PC-7 Mark II.
A IAF relaxou os requisitos operacionais para um treinador básico, favorecendo enormemente o PC-7 Mark II.

O jornal Business Standard obteve documentos comprovando que a Força Aérea da Índia relaxou os requisitos operacionais para um treinador básico, a fim de permitir a Pilatus suíça pudesse competir com o seu PC-7 Mark II.

Entre março e outubro de 2009, pelo menos 12 pontos de referência foram modificados. A exigência de um assento ejetável zero-zero foi modificada para um assento zero-60, casualmente o mesmo do PC-7 Mk II.

A IAF também relaxou o requisito para um cockpit pressurizado. O PC-7 Mk II tem uma cabine despressurizada. A taxa de descida também foi modificada de 12:1 para 10:1, a mesma do PC-7 Mark II.

FONTE: business-standard.com – TRADUÇÃO: CAVOK

Para quem quiser ler o artigo na íntegra, segue o link:

http://www.business-standard.com/article/economy-policy/air-force-diluted-at-least-twelve-benchmarks-to-allow-pilatus-into-contract-113072901068_1.html


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2 COMENTÁRIOS

  1. Esta concorrência foi muito criticada na época por ter um exagero nos pre-requisitos para um treinador primário e básico.
    Sem estas mudanças o ganhador teria sido o Super Tucano que nunca seria um treinador primário, pelo absurdo nem a Embraer reclamou quando perdeu para o Pilatus PC-7 Mk2 da faixa de um T-27.
    Até hoje os foristas indianos dizem que o ideal para primário e básico deveria ser o Grob G-120 que foi o finalista com o PC- 7 Mk2.
    O Grob 120 é usado como treinador primário/básico pela Alemanha, França, Israel, Canada, Indonésia(TP) e Argentina(TP).

  2. Tava olhando pra esse Grob… é caro o bichinho né? U$2,7 milhões….

    Mas vi tb que esse Pilatus chega a ser mais caro ainda! U$3,9 milhões….

    É… vo fica no sonho de um…. vou partir pra um PU avançado de uns R$100 mil. …

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