Boeing T-X durante seu primeiro voo. (Foto: Boeing)

A Força Aérea dos EUA (USAF) lançou seu muito aguardado pedido final de propostas (RFP) para o programa de substituição do instrutor T-38, T-X.

O RFP de US$ 16,3 bilhões abrange um total de 350 aeronaves, incluindo a entrega das cinco primeiras aeronaves de teste, com o lote 1 e 2 em baixa taxa de produção, e produção plena dos lotes 3 a 11.

A USAF deverá anunciar o vencedor do contrato em 2017 e atingir a capacidade operacional inicial até o quarto trimestre do ano fiscal de 2024, de acordo com o comunicado.

O RFP final não mudou o curso da versão preliminar da Força Aérea liberada em julho, que propôs milhões de dólares em incentivos para empresas que produzem um avião de treinamento que excede as exigências de desempenho estabelecidas.

O T-100, baseado no M-346 italiano, é a proposta da Raytheon para o programa T-X da USAF. (Foto: Raytheon)

As empresas que ofereçam um treinador com maior capacidade G sustentado e manobra, assim como menor raio de curva, receberão reduções ao seu preço total avaliado. Os concorrentes receberiam um decréscimo de US $ 13,2 milhões em seu preço por cada 0,1G acima do limiar de 6,5Gs e US $ 4,4 milhões por cada 0,1G acima de 7,0G. O serviço fixou um teto 7.5G com uma redução de preço máxima de US $ 88 milhões, de acordo com o RFP.

A competição pelo programa T-X se intensificou em 2016, com o extravagante lançamento do T-X da Boeing em setembro. Quatro competidores se enfrentarão no programa T-X. A Boeing e a Northrop Grumman apresentaram projetos novos, enquanto a Lockheed optou pelo T-50A existente e a Raytheon escolheu a T-100 baseada no projeto M346.

A proposta da Lockheed Martin é baseada no KAI T-50. (Foto: Lockheed Martin)

A vitória do T-X poderia dar um impulso para a Boeing, que tem perdido no mercado de caças nos últimos anos.

A USAF falou com a indústria por vários meses antes de lançar o RFP final, um movimento que poderia impedir o tipo de protestos controversos que o serviço viu após a premiação do contrato para o B-21.


FONTE: FlightGlobal – Edição: Cavok

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7 COMENTÁRIOS

  1. Interessante as exigências, o nivel e profissionalismo dos americanos é louvável. Por aqui a exigência é ser melhor que o forevis5 kkk.

  2. Pra mim ja foi decidido e será Boeing, a não ser que dê zebra.

    Quem gastou mais no TX foi a Boeing, quem perdeu mais espaços nos contratos de caças foi a Boeing, a não ser que o governo Trump diga ao estilo Kennedy que irá para Marte e jogue o bau de ouro nas mãos da Boeing kkkkk.

    Eu prefiro o T50.

    • O Boeing e o Northrop ainda estão em certificação, o KAI e o Leonardo pelo menos ja estão voando a mais tempo em outros países.
      Ainda tem muitos testes na USAF com os 4 aviões para se chegar a um resultado final.

  3. O T-50 Golden Eagle é o melhor disparado, na minha opinião. Porém, vencerá que tiver o melhor lobby.

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