O novo helicóptero de busca e salvamento da Força Aérea Italiana, AgustaWestland HH-101 Caesar. (Foto: AgustaWestland)
O novo helicóptero de busca e salvamento da Força Aérea Italiana, AgustaWestland HH-101 Caesar. (Foto: AgustaWestland)

No dia 19 de junho, na base aérea de Cervia, a Força Aérea Italiana revelou sua nova aeronave.

O helicóptero HH-101A, que já foi apelidado de “Caesar”, foi desenvolvido pela AgustaWestland de acordo com os requisitos específicos da Força Aérea Italiana, a fim de atender um requisito para uma aeronave de asa rotativa de médio porte para realizar uma série de funções: Suporte Aéreo a Operações Especiais (SAOS), Recuperação de Pessoal, Busca e Salvamento (SAR), com a capacidade adicional, quando necessário, de Slow Mover Interceptor (SMI).

A aeronave e todo o seu componente de apoio logístico, incluindo equipamentos e materiais, são especialmente adequados para a implantação, até mesmo fora do país, em operações fora das fronteiras nacionais.

O Caesar é equipado com aviônicos de última geração. Entre as suas principais características, a aeronave tem alta confiabilidade e uma grande facilidade de manutenção, bem como excelentes recursos de sobrevivência, incluindo proteção a acidente.

Seu desempenho é o resultado de tecnologia moderna, e, neste aspecto o Caesar terá um alcance muito maior (incluindo uma sonda para reabastecimento em vôo), e excelente manobrabilidade. Na Força Aérea Italiana, o Caesar vai substituir os antigos Sikorsky HH-3F Jolly Green Giants, da época da Guerra do Vietnã.

Garante para a 15ª Ala da força aérea, disponibilidade 24/7, 365 dias por ano, para missões de busca e salvamento as tripulações de voo em dificuldade. Também contribui para missões de serviço público, tais como encontrar pessoas perdidas no mar ou nas montanhas, transporte médico de pacientes em emergência com risco de vida, e com trauma grave. Desde a sua criação, as tripulações da 15ª Ala salvaram cerca de 7.000 pessoas em situações de risco de vida.

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2 COMENTÁRIOS

  1. É este tipo de coisas que não entendo na União Europeia e as suas regras. As leis de concorrência impedem que os estados entrem directamente com dinheiro público para subsidiar empresas privadas nacionais, ou com participação nacional.

    Sei, por exemplo, no caso das OGMA, que fabricam partes do NH-90, como a porta traseira, que as versões chegam a usar fornecedores nacionais diferentes, apesar das regras da concorrência. Simplificando, as resinas usadas para os materiais compósitos da versão francesa são de origem (fabricada/misturada) em França, já a da versão Alemã, é misturada na Alemanha. Isto tudo previsto em contrato… Estranhamente…

    A Força Área Italiana coloca em acção uma versão que já existe, ainda que mascarada de "feita por encomenda" e está tudo bem, não há ajuda alguma a uma empresa privada italiana participada. E as chamadas regras da transparência, concurso público, concorrência internacional, etc??
    Está bem…

    Suspeito, mas não é de agora, que as regras que se aplicam aos pequenos não são exactamente as que se aplicam aos grandes…

    PS – A Força Aérea Portuguesa opera versão SAR e CSAR (Combat SAR) há anos. http://www.emfa.pt/www/po/esquadra/link-751-019.0

  2. Ao invés da FAB ter comprado o projeto do H225M eu vejo que o NH90 teria uma melhor utilidade/versatilidade por possuir uma rampa traseira para evacuação de tropa de forma mais rápida e até com botes infláveis nos rios já que nenhuma das três forças armadas possui essa capacidade, somente o exercito cogitando a compra de alguns CH-47(usados e modernizados para não perdemos o costume) que seria bastante interessante.

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