Força Aérea Brasileira tem 12 helicópteros do modelo em operação. (Foto: Johnson Barros / Agência Força Aérea)
A Helibras/Airbus Helicopters alcançaram mais um marco importante em sua história. Em apenas seis anos de operação com o H225M (H-36) Caracal, a Força Aérea Brasileira (FAB) completou 10 mil horas de voo com a aeronave.

O modelo faz parte do contrato H-XBR, assinado em 2008, com o Ministério da Defesa para o fornecimento de 50 helicópteros de última geração para as Forças Armadas Brasileiras. À FAB serão destinadas 18 aeronaves, sendo 2 do Grupo de Transporte Especial (GTE).

A marca de 10 mil horas alcançadas pela FAB também foi possível graças ao forte investimento da Helibras na expansão de suas capacidades de Suporte & Serviço, visando manter os helicópteros em constante disponibilidade.

“Estamos muito felizes por alcançar este marco. É uma conquista importante, resultado da longa parceria entre Helibras, Forças Armadas e Ministério da Defesa, pois mostra comprometimento com a qualidade e a segurança de nossos produtos”, declara Richard Marelli, presidente da Helibras.

O H225M, configurado na versão C-SAR, é equipado com o sistema EWS (Eletronic Warfare System), além de um conjunto de equipamentos auxiliares de defesa com sensores de alertas sobre ameaças, emissão de laser e mísseis. Além da capacidade de voo noturno e ser equipado com FLIR, dispõe também do exclusivo sistema PLS (Personnel Locator System) para localização precisa durante resgates, com informações criptografadas que dão segurança no cumprimento da missão e a capacidade de reabastecimento em voo o que permite que esses helicópteros possam operar a grandes distâncias.

8 COMENTÁRIOS

  1. Não sei se vocês viram este vídeo..
    https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&amp

    Eu não sou hipócrita de criticar a transparência, mas a Airbus demorou demais para admitir tantos problemas.

    No fim para esta nave operar ela deve passar muito tempo em inspeções.

    O duro é ver as FFAA brasileiras jurando de pé junto que está tudo OK e que não existem restrições operacionais no modelo.

    O Brasil tem as FFAA que merece, que tem o equipamento que elas merecem.

      • Simples sabe tudo do Google…

        Quanto mais fazendo inspeções menos tempo no ar…

        Quanto menor o tempo entre as inspeções menos você pode voar.

        • E quanto menos tempo voando, menor o número de missões cumpridas.

          Me parece simples seu raciocínio.

          • Não vou perder meu tempo debatendo com quem faz as afirmações esdrúxulas que eu já vi você fazendo.

            Se você não voa, você não opera..

            Massss

            Você também achou isto irrelevante, ter facilidade logística, no caso dos Sherpas.

            então boa sorte e siga achando isto um grande negócio e que está tudo certo.

            Acredito que só você e o cara do Amapá que acham isto uma maravilha.

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