A notícia da invasão das ilhas Falklands causou indignação na Grã-Bretanha. Numa sessão extraordinária na Câmara dos Comuns, no dia 3 de abril de 1982, o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher foi alvo de ataque de todos os lados, por ter subestimado a “invasão” dos operários na Geórgia do Sul e outros indícios das intenções da junta militar argentina.

Todos exigiam a retomada das ilhas. Na esteira desses acontecimentos, o secretário das Relações Exteriores, lorde Carrington, e o ministro da Defesa, John Nott, renunciaram ao cargo, juntamente com dois colegas menos graduados. Thatcher persuadiu Nott a permanecer no ministério, mas Carrington foi substituído por Francis Pym. Diante das críticas, o governo prometeu adotar providências imediatas — e, na verdade, antes mesmo do ataque às Falklands, a resposta militar britânica já estava a caminho. Informações do serviço secreto e fotos de reconhecimento de satélites americanos passadas “rotineiramente” aos britânicos indicavam com clareza os preparativos militares argentinos na última semana de março; no dia 29, diversos submarinos receberam ordem para se dirigir ao Atlântico sul. Em 48 horas, o HMS Spartan foi carregado com torpedos e partiu de Gibraltar. O HMS Splendid seguiu no dia 1° de abril e o HMS Conqueror no dia 4. Entretanto, viajando à velocidade média de 23 nós (42 km/h), o Spartan só chegou a Port Stanley no dia 12 de abril — tarde demais para deter a invasão.

Outro evento do dia 29 de março foi o início dos estudos sobre a organização de uma força-tarefa para o Atlântico sul. A decisão partiu de Sir Henry Leach, primeiro lorde do Almirantado. Sua equipe de operações concordou em que a eventual retomada das Falklands não poderia ser considerada sem o uso de todos os recursos disponíveis, incluindo porta-aviões e unidades anfíbias de ataque. Naquele momento, a maior concentração de navios de guerra convenientemente localizados para uma missão no Atlântico sul era a Primeira Flotilha, com cerca de vinte navios em manobras nas proximidades de Gibraltar; poderia ser o núcleo de uma frota mais equilibrada.

Numa reunião de alto nível realizada em 31 de março, Leach assegurou aos integrantes do Gabinete que até o dia 5 o velho porta-aviões HMS Hermes, que estava em Portsmouth para reforma, e o HMS Invincible, recém-chegado das manobras, poderiam partir para as Falklands. Era o começo de um período frenético de preparativos envolvendo improvisações em todos os níveis.

Batalha contra o tempo

Como prometido, o Hermes e o Invincible foram preparados em tempo recorde e despachados de Portsmouth em 5 de abril, para seguir com os integrantes da Primeira Flotilha. Os principais navios do grupo eram três contratorpedeiros Type 42 — Coventry, Sheffield e Glasgow — e duas fragatas Type 22 — Brilliant e Broadsword.

Nesse estágio, inexistiam planos prefixados para o desempenho da força-tarefa; não havia nem mesmo a convicção de que seria necessário empregar a força. Certamente não fora considerado com seriedade o fato de os britânicos terem de desembarcar nas Malvinas com efetivos suficientes para derrotar uma guarnição argentina de 12.000 homens. Por outro lado, as autoridades navais concluíram que um contingente de infantaria mostrar-se-ia bastante útil: se necessário, uma área da Malvina do Leste, com insuficiência de guarnições, poderia ser tomada e transformada em pista de pouso provisória para os aviões Phantom, garantindo absoluta superioridade no ar.

A Marinha Real havia sido a primeira força a perceber as implicações da crise nas Malvinas; por esse motivo, todo o empreendimento foi organizado e conduzido sob o comando naval. Naturalmente, os almirantes voltaram-se primeiro para a própria tropa: em 2 de abril, a Brigada Comando 3 do Corpo de Fuzileiros da Marinha Real foi convocada para embarcar rumo ao Atlântico sul. A brigada foi logo aumentada com o 2.° e o 3.° batalhões do Regimento de Pára-quedistas, duas tropas de Blues e Royals com tanques leves, além de baterias de artilharia, sinaleiros e forças especiais.

Para os atacantes poderem chegar à praia diante da resistência argentina, foram acrescentados à força-tarefa os navios anfíbios de assalto Fearless e Intrepid, juntamente com equipamentos complementares para desembarque. Com eles partiram os seis navios logísticos de desembarque da Marinha, cujos nomes homenageavam os cavaleiros da Távola Redonda: Sir Bedivere, Sir Galahad, Sir Tristram, Sir Geraint, Sir Percivale e Sir Lancelot. Os homens embarcaram no Canberra e no Norland, um barco de passageiros e um ferry do mar do Norte requisitados pela Marinha Real. Não há dúvida de que as instalações desses navios civis permitiram que a infantaria estivesse, ao fim da longa viagem, em condições de combate bem superiores às que teria se viajasse em barcos menores.

HMS Antrim
HMS Fearless

A rigor, a utilização desses navios não foi improvisada. Desde 1944, os movimentos da Marinha Real vêm sendo acompanhados por navios de suprimentos encarregados de torná-la independente das bases terrestres. Em 1982, porém, o número de navios-tanques e de apoio distribuídos pela Real Frota Auxiliar (RFA) não era suficiente para o suprimento das dezenas de naves de guerra e de transporte de tropas enviadas ao outro lado do globo. Entretanto, planos de contingência haviam sido traçados para enfrentar uma crise nacional; o Almirantado tinha poderes para requisitar navios da frota mercante britânica, que eram designados como STUFT (ships taken up from trade – navios retirados de operações comerciais).

A célula STUFT de Northwood incumbiu-se de mobilizar e equipar 54 embarcações civis, em complementação aos catorze navios-tanques, de reabastecimento, navios-armazéns e navios-hospitais da RFA que apoiavam a força-tarefa organizada pelo contra-almirante John Fieldhouse.

A diretriz britânica de rapidez e eficiência ficou evidente quando os STUFT foram equipados com plataformas para helicópteros e instalações para reabastecimento no mar (RAS). Trata-se de manobra complicada, acima das possibilidades técnicas da grande maioria das forças navais do mundo; até mesmo a maior parte da Marinha soviética não conseguia realizá-la a contento. A seleção dos navios, a aquisição de víveres e munição e o fornecimento de pessoal especializado — apto a auxiliar as tripulações civis no cumprimento das funções de abastecimento no mar ou a cuidar das comunicações em código — foram, sem dúvida, um extraordinário êxito logístico.

Rumo à Geórgia do Sul

A segurança com que foram executados os planos para formar a força-tarefa contrastava com a insegurança dos planos para seu uso. Em 7 de abril, o governo britânico havia declarado que uma Zona de Exclusão Marítima (Maritime Exclusion Zone – MEZ) de 200 milhas (370 km) seria estabelecida em torno das Malvinas a partir de 12 de abril, quando os primeiros submarinos chegassem ao local. Mas o planejamento só ia até esse ponto: o almirante-de-esquadra Sir Terence Lewin, chefe do Grupo de Defesa, mais tarde admitiu que “nós não tínhamos planos para uma reocupação das ilhas“.

Comandos Argentinos observam um helicóptero enquanto esperam pelo incerto

Essa ambivalência refletia-se no comando principal. No próprio Gabinete de Guerra de Thatcher havia quem não acreditasse que pudesse ocorrer uma guerra de verdade. O principal conselheiro militar do gabinete era o almirante Lewin; em seguida vinham os chefes das três Forças — responsáveis pela formação e suprimento de seções relevantes da força-tarefa, mas que ainda não haviam elaborado planos para uma operação conjunta contra os argentinos nas Falklands.

A cadeia de comando passava pelo contra-almirante Fieldhouse, em Northwood, e a seguir pelos comandantes-de-mar-e-terra no local — o almirante Woodward e o brigadeiro Julian Thompson, mais tarde substituído pelo major-general Jeremy Moore. Esses comandantes operacionais deviam planejar a condução da ofensiva; isso foi feito durante a viagem de 12.000 km rumo ao sul, com uma parada na ilha da Ascensão.

Qualquer que fosse a estratégia adotada, era evidente que não se podia esperar uma vitória rápida nas Malvinas. Todavia, o governo britânico precisava de um sucesso militar extraordinário para satisfazer a opinião pública — e também para reforçar as pressões diplomáticas sobre a Argentina. A Geórgia do Sul constituía um objetivo evidente, pois estava fora do alcance da aviação argentina e sua guarnição não era substancial. Além disso, poderia proporcionar um local para o reparo de aviões avariados ou a concentração de transportes de tropas, a salvo das tempestades do Atlântico sul.

Em 6 de abril, começou a organização de uma força combinada para retomar a Geórgia do Sul, constituída pelo destróier Antrim, a fragata Plymouth e o navio-tanque Tidespring. As unidades necessárias à ofensiva foram enviadas de avião da Inglaterra para a ilha da Ascensão; eram formadas pela Companhia M, Comando 42, sob as ordens do major Guy Sheridan; as Tropas de Montanha e Barco do Esquadrão D; o 22.° Regimento do Serviço Aéreo Especial (Special Air Service – SAS), sob o comando do major Delves, e a Seção 2 do Esquadrão Especial de Embarcações (Special Boat Squadron -SBS).

O SAS ficara famoso por suas atividades anti-terroristas. O SBS tinha adestramento ainda maior; seus integrantes eram considerados as melhores tropas de assalto do mundo. Não é uma unidade de elite dos fuzileiros ou dos pára-quedistas e está diretamente ligado ao Ministério da Defesa, encarregando-se da proteção das áreas petrolíferas do mar do Norte. Os argentinos iriam vê-los entrar em combate real pela primeira vez.

A guarnição argentina na Geórgia do Sul consistia em dois destacamentos de fuzileiros navais com base em Grytviken e Leith. Contudo, o terreno agreste e o tempo inclemente desencorajavam qualquer avanço para além dessa região. Como resultado, vários integrantes da Base Britânica de Geologia na Antártida (British Antarctic Survey – BAS) permaneceram em liberdade, assim como duas jornalistas da televisão, Cindy Buxton e Annie Price. A assistência militar britânica também não estava de todo ausente, pois o HMS Endurance permaneceu ao largo, pronto para juntar-se às unidades da força-tarefa quando chegassem.

No dia 10 de abril, o grupo de assalto partiu da ilha da Ascensão. No dia 12, encontrou o Endurance, a 1.600 km ao norte da Geórgia do Sul. Para verificar se as rotas marítimas de aproximação estavam desimpedidas, livres de minas, foi feito um reconhecimento pelo submarino Conqueror e depois por um aparelho Victor da Força Aérea. Em 21 de abril, um helicóptero conduziu ao Antrim um dos cientistas da BAS, que forneceu informações sobre as posições argentinas.

O porto de Grytviken, guarnecido por fuzileiros navais argentinos comandados pelo capitão Astiz, conhecido torturador.

Os lances iniciais da operação chegaram à beira da catástrofe. A primeira fase envolvia o transporte da Tropa de Montanha do SAS até as partes mais elevadas da geleira Fortuna, de onde as patrulhas poderiam observar o inimigo e examinar possíveis locais de desembarque. Os cientistas da BAS duvidavam que fosse possível a sobrevivência no alto da geleira; no entanto, o comandante da Tropa de Montanha, capitão John Hamilton — que mais tarde sacrificaria a vida para salvar seu sinaleiro durante um combate na Malvina do Oeste —, estava determinado a tentar.

Assim que os homens do SAS desceram no local designado para desembarque, foram envolvidos por violenta tempestade de neve, com ventos cortantes de 160 km/h, que reduziam a visibilidade a zero e impossibilitavam qualquer movimento. De noite, todas as barracas, com exceção de uma, foram estraçalhadas; às 11 h do dia 22, Hamilton confirmou pelo rádio que a posição era insustentável. Um helicóptero Wessex 5, despachado para buscar o grupo, caiu devido a um white-out (condição climática peculiar, na qual não se vê uma sombra sequer, nem o horizonte). O fenômeno é causado por uma espessa camada de nuvens atravessada por luminosidade essencialmente igual à refletida pela neve.

A tripulação de um helicóptero Wessex examina os destroços de outro Wessex, que tombou quando conduzia até uma geleira uma equipe do SAS. À direita: Integrantes do Comando 42, um dos grupos responsáveis pela rápida retomada da Geórgia do Sul.

Outro aparelho foi enviado e conseguiu colocar todos a bordo, mas sofreu acidente semelhante logo após a decolagem. Uma hora depois, um Wessex 3 conseguiu resgatar o grupo SAS e as tripulações dos dois helicópteros; seu piloto, tenente-comandante Ian Stanley, recebeu uma condecoração por seu desempenho com o aparelho lotado.

Na mesma noite, a Tropa de Barco também escapou por milagre. Os motores de popa de dois de seus cinco barcos de assalto Gemini, infláveis, enguiçaram e as embarcações desapareceram na tempestade. Uma das tripulações foi resgatada na manhã seguinte e a outra três dias mais tarde, graças aos sinais de emergência do rádio. Os três barcos restantes alcançaram seu objetivo na ilha Grass — sendo logo retirados, pois o gelo começou a retalhar os cascos de borracha. Todavia, uma patrulha do SBS foi levada de helicóptero ao vale Sörling e no dia seguinte chegou ao fiorde Moraine.

Ataque ao “Santa Fe”

Em 24 de abril, o comandante do grupo, capitão Brian Young, do Antrim, foi avisado via satélite da presença de um submarino e de aviões de patrulha Hercules C-130 argentinos. Esperando o reparo de seus helicópteros, Young decidiu retirar-se para o norte da ilha, onde encontrou a fragata Brilliant. A seguir, deixando a maior parte da Companhia M no Tidespring, voltou para o sul e organizou uma patrulha anti-submarina.

Na madrugada de 25 de abril, o radar do Wessex do tenente-comandante Stanley captou um contato a 8 km da costa. Era o submarino Santa Fe, que conduzia mais quarenta fuzileiros para reforçar a guarnição argentina em Grytviken. O comandante Stanley atacou de imediato, lançando duas cargas de profundidade de 172 kg cada. As avarias obrigaram o Santa Fe a inverter o curso e voltar a Grytviken, deixando um rastro de fumaça e óleo. Um helicóptero Lynx do Brilliant e os Wasp do Plymouth e do Endurance continuaram a castigar o submarino com fogo de metralhadora e mísseis. Chegando ao porto, o submarino foi levado para junto do cais e rapidamente abandonado.

Era o momento de esquecer os ataques cuidadosamente planejados e explorar o choque, a confusão e o desânimo que a bem-sucedida incursão britânica havia causado nas linhas inimigas. Embora a maior parte da Companhia M estivesse a bordo do Tidespring, o major Sheridan conseguiu reunir 75 combatentes, lançando mão de seus comandados, de fuzileiros do próprio navio e do pessoal do SBS e do SAS. Os helicópteros Lynx e Wessex começaram a transportá-los para terra firme, em Hestesletten, onde fora instalado um quartel-general tático e uma posição de morteiro.

O submarino argentino Santa Fe, abandonado por sua tripulação no porto de Grytviken depois de sofrer sérios danos causados por helicópteros britânicos.

Sheridan avançou, contornando o monte que separava Hestesletten de Grytviken, enquanto um Wasp transportava o capitão C. Brown, oficial de apoio da Artilharia Naval, a um ponto de onde poderia dirigir o fogo dos navios contra as posições argentinas. O Antrim e o Plymouth realizaram 235 disparos. Todos caíram em torno do alvo, numa demonstração de perícia de tiro muito grande. Os argentinos verificaram então que a Marinha Real poderia colocar seus projéteis onde quisesse.

“Deus salve a rainha”

No dia seguinte, 26 de abril de 1982, o destacamento argentino em Leith, que transmitira comunicados de desafio durante a noite, rendeu-se prontamente diante da chegada do SAS, apoiado pelo Plymouth e pelo Endurance. As formalidades da rendição foram concluídas no salão de oficiais do Plymouth, na presença dos dois capitães britânicos. O signatário argentino foi o capitão-comandante Alfredo Astiz, cujas tropas haviam sido arrasadas pelo pequeno comando do tenente Mills apenas três semanas antes. O militar argentino assinou o documento, acrescentando que se havia rendido diante de uma força “esmagadora”.

Na qualidade de comandante do grupo, o capitão Young enviou a seguinte mensagem ao Ministério da Defesa: “Favor informar Sua Majestade que a Insígnia Branca (o pavilhão da Marinha Real) flutua ao lado da Union Jack (bandeira do Reino Unido) na Geórgia do Sul. Deus salve a rainha“.

Integrantes do Comando 42, um dos grupos responsáveis pela rápida retomada da Geórgia do Sul.

A retomada da Geórgia do Sul custou aos britânicos algum equipamento, mas não houve baixas. Um tripulante argentino foi ferido no ataque ao Santa Fe e outro foi morto por engano, quando o submarino se movimentava e um guarda o alvejou, pensando que estava prestes a abrir uma escotilha. Os argentinos restantes — 156 soldados e os 38 comerciantes de sucata da “invasão” de março — deixaram a ilha em 30 de abril, a bordo do Tidespring, e foram repatriados via Uruguai.

A única exceção foi Astiz, que tinha adquirido reputação sinistra e o apelido de “Capitão Morte”, devido a suas atividades nos “interrogatórios” realizados na Escola Mecânica Naval de Buenos Aires, utilizada como centro de detenção política durante a “guerra suja” da junta militar contra os setores civis e esquerdistas argentinos. Os governos francês e sueco desejavam interrogá-lo a respeito do desaparecimento de alguns de seus cidadãos na Argentina e ele foi levado para a Grã-Bretanha. No entanto, não havia base legal para mantê-lo prisioneiro e o repatriaram. Logo depois ele desapareceu, sem deixar vestígios — para ser preso pelo governo democrático argentino em 1984.

Soldados britânicos hasteiam a Union Jack e a White Ensign (Insígnia Branca) — a bandeira britânica e o pavilhão de combate da Marinha Real — depois da rendição argentina na Geórgia do Sul
O capitão Alfredo Astiz, comandante das tropas argentinas na ilha, assina o documento de rendição na presença dos capitães Barker e Penreath, do Endurance e do Plymouth.

A perda da Geórgia do Sul pegou a junta militar argentina totalmente de surpresa, a ponto de, por algum tempo, o triunvirato negar-se a reconhecer a derrota. Para Margaret Thatcher, o sucesso da investida foi a primeira confirmação de sua política no Atlântico sul, e o alívio que ela demonstrou diante do resultado ficou evidente. A bordo do HMS Hermes, o almirante Woodward declarou: “A Geórgia do Sul foi o aperitivo… Este é o começo de uma grande partida que, em minha opinião, deveremos vencer facilmente“. O próprio almirante Woodward veio a admitir mais tarde que essas palavras haviam sido, no mínimo, um tanto precipitadas…


FONTE: Guerra na Paz


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2 COMENTÁRIOS

  1. Excelente Mestre Giordani!!! Parabens!

    Em minha modesta opinião, quem ganhou a guerra foi a RFA e sua doutrina de
    mobilização

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