A criação do Estado de Israel em região palestina (1948) está na raiz da Guerra dos Seis Dias, mas não é sua causa única.

Até maio de 1967, nada indicava que eclodiria um dramático conflito no Oriente Médio. Havia, de fato, uma crise permanente, latente e perigosa, mas nos últimos anos as contradições mais gritantes tinham sido contornadas sem grande dificuldade. O governo de Israel dava mostras de ser menos belicoso e estava imerso em crise econômica.

O poder na Síria, que passara para as mãos dos coronéis Salah Jadid e Hafez al Assad, assumia contornos agressivos a respeito da política de Israel e da questão palestina, que manipulava conforme seus interesses. Mas foram os ataques esporádicos da Al Fatah a partir do território sírio contra as colônias e kibutzim israelenses próximos da fronteira que precipitaram a Guerra dos Seis Dias. E o Egito, cuja economia apresentava um péssimo desempenho, aderiria em pouco tempo à retórica da guerra.

Enquanto cresciam as tensões entre Israel e seus inimigos árabes no mês de maio de 1967, ambos mobilizaram às pressas seus homens e equipamentos. As lembranças da campanha do Sinai de 1956 ainda estavam bem vivas, e os comandantes dos exércitos de Israel e do Egito deslocaram pesados contingentes.

Soldados israelenses em posição defensiva na fronteira com Gaza, poucos dias antes da eclosão da guerra. Forçado a mobilizar-se pela pressão dos árabes. Israel não se manteria na defensiva, mas em breve atacaria.

A distribuição das tropas egípcias no Sinai assemelhou-se muito à de 1956, embora as posições fortificadas fossem mais sólidas e o número de soldados envolvidos, cerca de 100.000, muito superior. As posições eram basicamente defensivas e o comandante-chefe egípcio na frente do Sinai, general Abdel Mohsen Mortagui, esperava que os israelenses atacassem primeiro. Por outro lado, Mortagui era um aplicado seguidor da batalha de montagem de peças do marechal britânico Bernard Montgomery; era também influenciado por uma concepção do Exército Vermelho que pregava a defesa em profundidade, para desgastar a força do agressor, seguida de um maciço contra-ataque com blindados.

Essa estratégia era uma reminiscência das operações de Kursk em 1943, que puseram fim às ambições da Alemanha na União Soviética. Dado que — ao contrário de sua coragem e motivação — os sistemas de comando, controle e comunicação do Exército egípcio e também seu nível de treinamento eram menos sofisticados que os das tropas israelenses, essa estratégia poderia parecer bastante razoável. Mas a validade do controle de extensões de puro deserto já havia sido várias vezes questionada, desde as batalhas de Sidi Barrani, em 1940, até a derrota do Sinai, em 1956. Mortagui estava ciente de que em termos militares, seria mais correto estabelecer sua zona de defesa no Sinai ocidental. Mas isso significaria abandonar a faixa de Gaza e El Arish. Como o prestígio nacional estava em jogo, urna decisão dessa natureza não podia ser cogitada.

General Israel Taldante de uma divisão blindada responsável por importantes melhoramentos no uso da artilharia dos tanques, graças a um rígido treinamento.

Em 4 de junho, Mortagui tinha sete divisões junto à fronteira ou em sua proximidade. Na faixa de Gaza estava a 20ª Divisão de Infantaria (palestina), com cinqüenta carros de combate. Sherman, comandada pelo general Mohammed Hasni; Rafia, o desfiladei-ro de Jiradi e El Arish estavam guarnecidos pela Divisão de Infantaria, do general Abdel Aziz Soliman, com cem carros de combate T34/85; a zona fortificada de Abu Aweigila — Um-Katef era defendida pela 2ª Divisão de Infantaria, do general Sadi Naguib, com 100 T34/85 e T54; e a 3ª Divisão de Infantaria, também com 100 T34/85 e T54, comandada pelo general Osman Nasser, colocou-se atrás da 2ª Infantaria, em Jebel Libni. Ao sul, o eixo El Kuntilla — El Thamad — Nakhl, ao longo do qual os paraquedistas do general Ariel Sharon haviam avançado em direção ao desfiladeiro de Mitla em 1956, encontrava-se sob a proteção da 6ª Divisão Mecanizada, com 100 carros de combate T34/85 e T54, comandada pelo general Abdel Kader Hassan.

A principal força de contra-ataque, equipada com duzentos T55 e baseada em Bir Gifgafa, era a 4ª Divisão Blindada, grupo de elite comandado pelo general Sidki el Ghoul. Outro grupo blindado, chamado Força-Tarefa Shazli (em homenagem a seu comandante, o general Saad el Din Shazli), estava equipado com 150 T55 e colocou-se na fronteira, entre El Quseima e El Kuntilla.

Mortagui fizera o possível para evitar uma vitória fácil, como a conquistada pelos israelenses em 1956, mas a distribuição de suas tropas tinha sérias falhas. Ao todo, a frente do Sinai contava com 950 carros de combate e tanques-destróieres (trezentos T34/85, quatrocentos T54/55, cem ISIII, cinqüenta Sherman e cem SU-100), incluindo 150 na reserva imediata. Mas apenas 350 desses carros de combate estavam servindo em formações blindadas.

Mais uma vez, a violência do ataque israelense recairia sobre os Sherman e T34, mais velhos e obsoletos. Mas uma questão ficava sem resposta: colocados fora dos setores mais perigosos, poderiam os modernos T55 intervir a tempo? O próprio T55, armado com um canhão de 100 mm, dispunha de razoável combinação de poder de fogo, proteção e mobilidade e era uma máquina simples de operar; seu projeto, porém, tendia a desconhecer o fator humano, de modo que o municiador rapidamente ficava exausto devido à falta de espaço.

Os israelenses também haviam aprendido as lições da campanha do Sinai de 1956. Começaram convocando reservistas em 20 de maio e agora estavam prontos para a batalha. Os objetivos básicos do Comando Sul, do general Yeshayahu Gavish, eram destruir o Exército egípcio no Sinai e avançar até o canal de Suez, que então serviria como fronteira militar natural. A distribuição das tropas egípcias era inteiramente conhecida e a operação, que ganhou o codinome de Lençol Vermelho, seguiria o padrão clássico da guerra-relâmpago, aplicando força concentrada na fase inicial, seguida de aceleração no ritmo operacional à medida que os blindados desembocassem no Sinai em direção aos objetivos estratégicos. O único elemento ausente em parte do primeiro dia de luta foi o apoio aéreo direto, pois a Força Aérea Israelense (IAF) “estava plenamente engajada num ataque-surpresa às forças aéreas árabes.

A Força de Defesa de Israel (IDF), sem dúvida, considerava o carro de combate sua arma decisiva e formara quatro divisões blindadas, organizadas segundo o flexível sistema americano, permitindo que grupos de combate de todas as armas fossem destacados para missões específicas em prazo muito curto. O nível de treinamento era alto e o comandante mais recente do Corpo Blindado, general Israel Tal, aperfeiçoara consideravelmente os padrões gerais de eficiência no uso da artilharia dos tanques.

Com a destruição no solo das forças aéreas inimigas, Israel pode fazer grande uso do helicóptero, facilitando enormemente o transporte de tropas.
Caminhão egípcio arde em chamas.

Tal comandava agora uma divisão blindada estacionada diante da faixa de Gaza e Rafia. Essa divisão incluía a 7ª Brigada Blindada, uma tropa de elite equipada com 250 tanques Centurion, M48, Sherman e AMX13. Voltada contra Abu Aweigila havia uma segunda divisão blindada, comandada pelo general Sharon, com 150 carros de combate.

Entre Tal e Sharon, como reserva imediata, estava uma terceira divisão blindada, comandada pelo general Avraham Yoffe e equipada com duzentos Centurion; sua tarefa era evitar que a 4ª Divisão Blindada egípcia ou a Força-Tarefa Shazli interviesse no início da batalha. Os preparativos israelenses no Sinai completavam-se com duas pequenas brigadas blindadas independentes: uma sob o comando do coronel Amnon Reshef, com trinta tanques AMX13, perto de Gaza, outra do general Avraham Mandler, com cinqüenta tanques Sherman. Toda a força de carros de combate do Comando Sul — 680, com setenta de reserva — reunia-se em formações blindadas, em nítido contraste com as tropas egípcias. Mais uma vez, enquanto os melhores tanques egípcios só entrariam em ação depois do começo da batalha, os israelenses pretendiam colocar na frente seus Centurion. Armado com poderoso canhão de 105 mm, com bom equipamento de controle e oferecendo excelente proteção a seus tripulantes, o Centurion era temível.

Quando o sol se pôs em 4 de junho, as guarnições dos tanques de Israel foram informadas de que no dia seguinte estariam lutando numa das batalhas mais cruciais da história de seu país. A importância do resultado daqueles confrontos foi comentada com eloquência pelo general Tal: “Se não vencermos, não teremos para onde voltar

O início da Operação Lençol Vermelho deveria coincidir com o ataque da Força Aérea Israelense às bases aéreas egípcias. Em 5 de junho de 1967, a divisão blindada do general Israel Tal e a brigada de paraquedistas do coronel Raphael Eitan separaram-se no extremo sul da faixa de Gaza. Seus objetivos eram Rafia e Khan Yunis. Mas os egípcios cavaram fossos antitanque em torno das estradas principais, minaram diversas áreas, camuflaram suas próprias posições e receberam os carros de combate israelenses com fogo pesado.

A 7ª Brigada Blindada da divisão de Tal, comandada pelo coronel Shmuel Gonen, consistia em um batalhão de carros de combate Centurion, outro de M48 Patton e um terceiro, misto, de Sherman e AMX13. À frente da batalha, Gonen dirigiu suas duas unidades mais pesadas para Khan Yunis e em seguida para Rafia, sofrendo baixas, mas vencendo o combate.

Nesse ínterim, os paraquedistas comandados por Eitan eram atacados por pesado fogo de artilharia. Os principais aviões de combate da IAF estavam ocupados em outras tarefas; mas, conscientes da importância das operações na faixa de Gaza, a aviação bombardeou posições de artilharia egípcia com jatos de treinamento Fouga Magister. O general Tal, por sua vez, não tinha condições de varrer Gaza e capturá-la. Isso caberia aos coronéis Eitan e Amnon Reshef.

A missão de Tal exigia que suas tropas surgissem o mais breve possível na estrada costeira, na direção oeste. Pouco mais tarde, naquela manhã, a 7ª Brigada Blindada capturou o importante entroncamento rodoviário a sudoeste de Rafia, mas sofreu um contra-ataque pesado dos blindados da 7ª Divisão egipcia, sobretudo dos carros de combate ISIII, inadequados para ações rápidas. Enfrentados pelos Centurion israelenses e cercados pelos Patton, por volta do meio-dia estavam reduzidos a cascos em chamas.

Um tanque Sherman avança pelo deserto. As unidades eram extremamente bem treinadas, com os artilheiros precisando de poucos segundos para assestar a mira sobre os carros inimigos.
A IAF foi usada além do seu limite. Jatos de treinamento Fouga Magister foram convertidos em jatos de ataque leve e enviados a batalha. Na imagem acima, soldados israelenses observam a passagem deles. O Fouga era extremamente vulnerável ao fogo de baixo calibre, mas mesmo assim destruíram diversos tanques e concentração de tropas.

Gonen repôs rapidamente seus homens em marcha, apanhou de surpresa os defensores do desfiladeiro de Jiradi e avançou sem se deter, mantendo-os sob o fogo da artilharia. Quando o batalhão de Patton irrompeu pelo desfiladeiro, os egípcios resistiram, infligindo-lhe baixas, mas não detiveram o avanço dos israelenses, que pouco depois tomavam El Arish. O desfiladeiro de Jiradi só foi controlado pelo Exército israelense após quatro horas de luta.

Mais ao sul, a divisão blindada do general Avraham Yoffe também cruzara a fronteira rumo a oeste durante o dia. Ao entardecer, seus 25 carros de combate Centurion se haviam colocado em posição de emboscada junto ao entroncamento rodoviário de Bir Lahfan. Como era esperado, a 4ª Divisão Blindada egípcia, do general Ghoul, lançaria um contra-ataque em El Arish e cruzaria o entroncamento. Ghoul passou o dia preparando-se para um ataque ao amanhecer. Sua coluna, composta por uma brigada de T55 e uma brigada de infantaria mecanizada, seria descoberta quando se aproximava do entroncamento de Bir Lahfan às 23h. A artilharia de Yoffe teve tempo suficiente para assestar armas e abrir fogo a uma distância que permitia perfurar os blindados inimigos. Em minutos, catorze T55 se desfizeram em chamas, assim como vários caminhões de munição e combustível. Só um Centurion israelense foi atingido. Informado do confronto, Tal enviou a 7ª’ Brigada Blindada, que obrigou os remanescentes das forças de Ghoul a bater em retirada na direção de Jebel Libni.

A divisão blindada do general Ariel Sharon capturara a fortaleza de Abu Aweigila, no deserto, em luta épica e ardilosa. Seu bombardeio, desencadeado na noite de 5 de junho — o mais pesado já feito pelas tropas de Israel até aquele dia —, envolveu dois batalhões, um batalhão com obuseiros de 155 mm, outro com morteiros de 160 mm e mais dois com morteiros de 120 mm. Quando a artilharia egípcia respondeu ao fogo, Sharon lançou sua cartada decisiva: um batalhão de paraquedistas foi transportado por helicópteros à retaguarda dos canhões inimigos e os atacou. A infantaria israelense, equipada com luzes coloridas para indicar seu avanço, penetrou entre as defesas a leste com o apoio de tanques Sherman; a oeste o batalhão de Centurion guarnecia os paraquedistas.

Soldados inspecionam um Centurion atingido. Na maioria das vezes esses carros eram rapidamente recolocados em serviço. O Centurion era o carro certo na hora certa.
Destroços da artilharia pesada egípcia nas areias do Sinai.
À esquerda: O comandante da 20ª Divisão de Infantaria (Palestina), Gen. Mohammed Hasni, rende-se após ser derrotado no Sinai. À direita: Um SAM SA-2 capturado. O fracasso egípcio foi tão grande que muito material foi perdido intacto, sem uso.

Na manhã de 6 de junho, o general Yeshayahu Gavish, chefe do Comando Sul, reuniu-se com três comandantes de divisão para traçar a estratégia futura. Tal e Yoffe deveriam controlar três desfiladeiros — Tassa, Giddi e Mitla —, abandonando o platô do Sinai rumo ao canal de Suez. Ao norte, um dos grupos da brigada de Tal prosseguiria seu avanço a oeste, partindo de El Arish também rumo ao canal. Outro grupo, apoiado por Yoffe — cujo principal objetivo era o desfiladeiro de Mitla —, deveria eliminar a 3ª Divisão de Infantaria inimiga em Jebel Libni e os remanescentes da Divisão Blindada de Ghoul. Sharon tinha ainda algumas tarefas nas proximidades de Abu Aweigila, mas logo que as completasse avançaria para o sul, rumo a Nakhl, e empurraria os egípcios da Força-Tarefa Shazli e da 6ª Divisão Mecanizada para a posição bloqueada que Yoffe estabeleceria no desfiladeiro de Mitla.

Devido à exaustão das tropas israelenses, foram modestas as operações em 6 de junho. No dia seguinte, porém, recrudesceram os combates. O grupo da costa, comandado pelo coronel Israel Granit, recebeu reforços de paraquedistas de Eitan, após a queda de Gaza. O general egípcio Mortagui reconheceu a vulnerabilidade desse eixo e, a seu pedido, reforços blindados foram enviados para bloquear o canal. O grupo de combate de Granit encontrou-os entre Romani e El Qantara. O coronel israelense deteve seus tanques e abriu duelo a longa distância com os blindados inimigos, enquanto os carros com meias-lagartas dos paraquedistas e jipes equipados com canhões sem recuo se deslocavam para atacar o inimigo pelo flanco. Apanhados entre dois fogos, os carros de combate egípcios foram destruídos e Granit tornou-se o primeiro a chegar ao canal.

A linha de avanço de Yoffe rumo ao desfiladeiro de Mitla, para onde convergiam também os remanescentes do Exército de Mortagui, levou-o a passar por Bir Hasana e Bir Themada. Sua guarda avançada, comandada pelo coronel Yiska Shadmi e composta por dois batalhões de Centurion e um de infantaria blindada, travou combate com colunas egípcias, abrindo caminho entre os escombros inimigos deixados pelos implacáveis ataques dos caças.

Ao atingir a entrada oriental do desfiladeiro, o grupo de Shadmi estava reduzido a nove Centurion, cinco deles rebocados. O coronel israelense bloqueou uma estrada próxima a Parker Memorial e ali rechaçou repetidas ofensivas de tropas inimigas. Em alguns dos confrontos, apenas 100 m separavam as forças de Israel e do Egito. No local, 157 carros de combate egípcios foram destruídos ou abandonados. Quando, no amanhecer de 8 de junho, chegou a outra parte da divisão do general Yoffe, rumo ao canal, os quatro Centurion que restavam a Shadmi não tinham mais condições de combater.

A 3ª Divisão de Infantaria, a 6ª Divisão Mecanizada, a Força-Tarefa Shazli e parte da 4ª Divisão Blindada do Egito foram emboscadas no desfiladeiro de Mitla. Perseguidas pelo general Sharon, foram derrotadas depois de batida sua retaguarda — uma brigada blindada e uma brigada de infantaria integrantes da 6ª Divisão Mecanizada. Sessenta carros de combate, cem canhões e trezentos veículos foram destruídos.

Uma das principais explicações para tamanho sucesso de Israel foi a sua mobilidade aérea. Ao garantir a supremacia aérea e negar o céu aos inimigos, Israel pode deslocar tropas com extrema agilidade para todas as frentes de batalha.

Tanque egípcio destruído com o retrato de Abdul Nasser.

O ato final no drama do Sinai foi a abertura do estreito de Tiran. O general Yoffe enviou um grupo de combate para o sul da costa oeste da península, a fim de encontrar-se com uma força de paraquedistas que saltara em Sharm-el-Sheikh. Não houve luta, pois a guarnição egípcia já batera em retirada.

Raramente na história militar uma vitória tão ampla foi conquistada em tão breve espaço de tempo: bastaram quatro dias para desbaratar um exército de sete divisões. Cerca de 10.000 egípcios morreram, 20.000 foram feridos e 5.500 capturados; as forças de Israel destruíram quinhentos carros de combate e capturaram trezentos; 10.000 veículos de tipos diversos foram capturados.


FONTE: Guerra na Paz


ANTERIOR: A guerra nas sombras

PRÓXIMO: Primeiro Golpe

Anúncios

4 COMENTÁRIOS

  1. Os números e a desproporção entre os adversários são gritantes. Isso me lembra de um ditado, é melhor mandar 5 leões para a batalha do que 500 ovelhas…

    • De um lado, gente de bem lutando por suas famílias, do outro, pessoas escravizadas por ditadores.

      Fora os erros estratégicos e a diferença de treinamento, a quantidade de veículos blindados capturados intactos mostra níveis de motivação distintos.

      Não os culpo.

  2. Atrás dos soldados israelenses estavam seus entes queridos.

    Todos sabiam muito bem o que aconteceria se perdessem.

    Do outro lado, um bando de ditadores malucos movidos pela sede de poder.

    O único interesse do soldado egípcio era voltar pra casa inteiro.

  3. O JoliLeChat perguntou ontem qual era o avião que filmou o voo da família Airbus com o Eurofighter, A400M, H160 e o A350 e o Valduga descobriu pela silhueta, foi o Nord Noratlas 2501 que aparece acima em uma foto com matrícula civil de Israel que até hoje começa com "4X-".
    Noratlas usados por Israel de 1955 a 1976, primeiro com a matricula civil 4X-FA? e depois com a militar que é só numérica.
    5762/4X-FAQ
    5763/4X-FAR
    5764/4X-FAS
    5765/4X-FAT
    5766/4X-FAU
    .
    Inspirado no desenho do Noratlas eles criaram em 1969 o IAI Arava menor, da categoria do EMB110.
    . http://data3.primeportal.net/hangar/isaac_gershma

Comments are closed.