A Gulfstream Aerospace está fechando seu centro de serviços no Aeroporto Bertram Luiz Leupolz, em Sorocaba, Brasil. (Foto: Gulfstream Aerospace)

A Gulfstream Aerospace está fechando seu centro de serviços no Aeroporto Bertram Luiz Leupolz, em Sorocaba, Brasil, perto de São Paulo, confirmou a empresa ontem.

A fabricante de jatos executivos abriu um centro de serviços da marca em Sorocaba há sete anos, inicialmente assumindo um hangar de dois anos da empresa irmã Jet Aviation em 2012 e depois se mudou para uma instalação maior de 3.230 metros quadrados em 2014.

A empresa tomou a decisão de fechar a instalação “após considerável pesquisa e avaliação”, acrescentando: “Continuamos comprometidos com nossos operadores na América Latina e temos um plano para apoiá-los.” ??Atualmente, existem aproximadamente 200 jatos da Gulfstream baseados em América Latina.

Para compensar a perda de sua localização em Sorocaba, a Gulfstream está expandindo suas equipes de suporte aéreo e terrestre (FAST) na região e integrando-as a um fornecedor de serviços autorizado a ser anunciado no Brasil. De acordo com a Gulfstream, a fábrica de Sorocaba permanecerá aberta com equipe mínima para as nomeações de serviços mínimos até que um acordo de terceiros seja estabelecido.

Além disso, a empresa está expandindo seu centro de serviços em West Palm Beach, Flórida, que “tem sido o centro de escolha para a maioria dos clientes na América Latina”, observou a empresa. Quando concluída no início do próximo ano, a instalação de 10.680 metros quadrados de West Palm “quase triplica o tamanho da instalação de Sorocaba e oferece uma experiência de serviço aprimorada”, disse a Gulfstream.

Além disso, a empresa disse que os mais de 400 técnicos e pessoal de suporte adicionados à sua organização de suporte ao cliente no ano passado complementam as instalações autorizadas pela Gulfstream existentes na Venezuela e no México. A Gulfstream disse que também manterá seus dois representantes de serviço de campo no Brasil.

“À medida que as necessidades de nossos clientes e nossa frota evoluem, também devemos nos aproximar do serviço”, disse a empresa. “Essa abordagem nova e multifacetada nos ajudará a ser mais ágeis e receptivos às necessidades de nossos clientes na região [latino-americana]”.


Fonte: AIN Online

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9 COMENTÁRIOS

    • Nada, farão as grandes revisões em outro centro de manutenção, isso se uma empresa particular não entrar em contato com o fabricante e desejar assumir a manutenção no Brasil.

  1. Na minha opinião, uma decisão errada, visto que o pior da crise econômica nacional já passou. Agora o momento é de retomada econômica, com um novo ciclo econômico positivo.

    • Não ponho a mão no fogo imaginando que este desgoverno tenha capacidade de melhorar a economia do Brasil.

      • O governo não precisa fazer nada (nem nunca precisou), basta não atrapalhar como a dona doida.

  2. Desculpe, mas o fechamento deu-se por outro motivo infelizmente.

  3. A maioria dos donos brasileiros de jatos Gulfstream JÁ PREFEREM patrioticamente À TEMPOS fazer suas manutenções na Flórida porque as suas patroas preferem fazer shopping em West Palm Beach enquando o aviãozinho do marido tá no reparo.
    Comércio lá é bem melhor do que em Sorocaba que não tem lojas de classe…
    Mudança previsível pelo comportamento dos ricos clientes brasileiros…

    IRONIC MODE OFF

    • Concordo, quem compra um bichão desses aí com certeza prefere dar um pulinho em Miami para dar uma geral e é uma desculpinha para tirar uma chinfra com o pessoal do clube e do golf… "Essa semana não posso, tenho de ir a Miami levar o G600 para revisão na Gulfstream".

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