O terceiro H225M C-SAR entregue para Marinha Brasileira. (Foto: Helibras)

A Helibras entregou no dia 27 de dezembro, nas suas instalações em Itajubá, Minas Gerais, o 4º helicóptero H225M do ano à Marinha do Brasil, sendo este o terceiro e último na configuração C-SAR (Busca e Resgate em Combate).

O novo helicóptero, matrícula N-7203, ficará baseado em São Pedro da Aldeia, Rio de Janeiro, junto ao Esquadrão HU-2. Esta é a 34ª unidade dentro Programa H-XBR para Forças Armadas do Brasil.

Este H225M é a última entrega na versão Básica Plus e a 10º do modelo na frota da Marinha, que ainda deve receber mais 6 helicópteros do tipo. O primeiro modelo H225M na versão C-SAR para Marinha foi entregue em junho de 2017.

O C-SAR é uma das operações mais críticas da atualidade e tem por objetivo o regaste de tripulações abatidas ou que tenham se acidentado em território hostil durante um conflito. Para realizá-la, a aeronave traz um conjunto de sensores e sistema de autoproteção capaz de enfrentar as mais modernas ameaças. A suite integrada de equipamentos auxiliares de defesa é responsável pela autoproteção periférica da aeronave e visa a aumentar sua capacidade de sobrevivência nos cenários de conflitos. É composta por sensores que trabalham alertando, com antecedência, as tripulações sobre ameaças de radares (RWR – Radar Warning Receiver), emissão laser (LWS – Laser Warning Subsystem) e mísseis hostis (MWS – Missile Warning Subsystem).

Complementando o sistema de guerra eletrônica (EWS – Electronic Warfare System), as aeronaves ainda contam com o Supressor de Radiação Infravermelho (JDD – Jet Dilution Device), dispositivo instalado na saída de gases do motor, com o objetivo de diminuir a assinatura térmica, e também com o dispenser de contramedidas Chaff/Flare.

Além de ter sua cabine preparada para operação de óculos de visão noturna com glass cockpit (monitores digitais com múltiplas funções), a versão C-SAR ainda conta com equipamento FLIR (Forward Looking Infra-Red), PLS (Personnel Locator System) e o farol de busca spectrolab.

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9 COMENTÁRIOS

  1. +1 dos caríssimos do programa HX da máfia pt. MD do Temer não se impostou com o preço deste ser o mesmo que de um F-16. bem vindo ao serviço naval.

    • È a Tranferencia q custa caro kkkkk .Sendo que o Brasil não se beneficiou em quase nada desta tranferencia nem de nacionalização de componetes .Se comprasse de pratreleira ,sairia bem mais barato .

      • oi! espero que não se repita nunca mais com o pT fora do governo. Helibrás devia ser investigada.

  2. Pagou-se preço de caça para ter três (3) helis completos, parabéns!!

  3. A corrupção e o superfaturamento já foram, já era, o dinheiro não volta mais. São bons hélis, do contrário a França não os usaria. Estão atendendo as necessidades e trazendo novas capacidades antes nunca vistas nas Forças Armadas.

    • A mesma Franca que perdeu a guerra em menos de 1 mes? Esse é o seu parametro "Se usa, então é bom"?

      • Os unicos problemas deste helicoptero foi o preço e a MGB .COmo a MGB foi corrigida ,o preço foi o maior erro neste projeto.No mais ,é um excelente helicoptero

      • Sim, a mesma França que além de EUA e Israel são capazes HOJE de desferir um ataque a outra nação sozinhos. E como o Fernando citou, problemas sanados. O preço não tem mais volta.

        • Atacar países de terceiro mundo é uma coisa, atacar paises como China e Rússia é outros 500. Nem Israel e nem a Franca tem capacidade para entrar em guerra prolongada, ambos dependem diretamente dos EUA e da Europa.

          A Franca tem um longo historia de perolas ao longo da sua historia. O A-12 já apresentava problemas antes da compra, e só aumentou na MB, o novo porta-aviões tambem colecionou problemas, e ainda tem serios problemas.

          Não falei nada sobre o H225M ser bom ou ruim, apenas questionei esse seu modo de pensar "Se a Franca usa é bom", a Franca era referencia antes de passar aquela humilhacao na WW2.

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