O VH-92A, novo helicóptero presidencial dos EUA, voou pela primeira vez em 28 de Julho. (Imagem conceito: Lockheed Martin)

O próximo helicóptero presidencial dos EUA, o Sikorsky VH-92A, voou pela primeira vez em 28 de julho em Stratford, Connecticut, anunciou a Lockheed Martin na semana passada.

O primeiro vôo sinaliza o início do programa de teste de vôo de 250 horas, que ocorrerá nas instalações de Lockheed Martin em Owego, Nova York nos EUA.

A aeronave fez seu primeiro vôo, e mais tarde, no mesmo dia, completou um segundo vôo. O VH-92 completou testes de checagem de controle de pairamento, vôo de baixa velocidade e uma passagem pelo aeroporto, de acordo com a Lockheed Martin.

“Tendo testado de forma independente os componentes e subsistemas da aeronave, agora estamos avançando para começar qualificação completa dos sistemas da aeronave através do programa de teste de vôo“, disse Spencer Elani, diretor do programa VH-92A.

A VH-92A entrará em serviço em 2020. O novo helicóptero presidencial irá transportar o presidente e vice-presidente dos Estados Unidos e outros funcionários.

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16 COMENTÁRIOS

  1. Para quem não se lembra, o vencedor dessa concorrência foi o AW-101 Merlin. Isto é só mais uma amostra, afora tantas outras, que MAKE in USA (produzido nos EUA) não é o mesmo do que BY in EUA (desenvolvido nos EUA). Então, senhores, não sonhem alto demais com o OA-X, ok?1 Sugiro, inclusive, que leiam sobre JPTAS e ACS.

    Até mais!!!

    • Mas neste caso específico o que prejudicou o AW-101 foi o seu alto custo aliado ao fato da LM ter adquirido a Sikorsky.
      Nesta concorrencia do Marine One a Sikorsky entrou com o S-92 e a LM associada a AgustaWestland entrou com o AW-101 e ganhou a concorrencia em 2005.
      Mas virou um escandalo,a LM assinou o contrato e a AW forneceria os componentes que seriam montados nas instalações da Bell, ficaria 400 milhoes de dólares cada LM VH-71 Kestrel e diante da repercussão Obama mandou cancelar.
      Como a LM estava comprando a Sikorsky, só faltava a autorização do governo da China para concluir o negócio, preferiu não recorrer pois o segundo colocado era o agora seu S-92.
      . https://en.m.wikipedia.org/wiki/Lockheed_Martin_V

      • O custo total dos 28 LM VH-71 Kestrel seria de 13 bilhoes de dólares, cerca de 464 milhoes de dólares cada um em média, só os 5 VH-71A da USMC para uso do Pres. ficariam por 400 milhoes cada um.
        O final dos 9 VH-71 que ja estavam prontos ou quase prontos seria triste, o Canadá comprou por 169 milhões de dólares todo o lote para desmontar e fazer suprimento para manter os seus CH-149 Cormorant, estavam pensando em 2013 na possibilidade de voar as quatro unidades que ja estavam prontas, mas depois morreu o assunto.
        Agora como estão precisando de mais helicopteros SAR estão estudando a possibilidade de voltar a voar as 9 células do VH-71 que estão estocadas como novos Cormorant.
        Os CH-149 usam 3 × General Electric T700-T6A1 1,725 shp cada e os VH-71 usam 3× General Electric CT7-8E turboshafts, 2,520 shp cada, mas isso é so um detalhe, os dois motores tem suprimento a disposição. Os AW-101 da maioria dos operadores usa 3 × Rolls-Royce Turbomeca RTM322 2,100 shp cada, fica complicado comprar de outro país para aproveitar.
        O GE CT7 é a versão civil do GE T700 feita para o BELL 412 e S-92 civis.
        . http://www.rotorandwing.com/2017/06/07/ex-vh-71s-

      • Desculpe meu amigo, mas as cronologias dos fatos não foram essas, bem como os motivos terem sido outros.
        .
        Tudo isto não aconteceu durante o governo Obama, que só assumiu a Casa Branca em 2009, e sim durante o governo de George W. Bush. E a transação da compra da Sikorsky pela Lockheed Martin se deu mais de uma década depois. Outra coisa, não houve nenhum escândalo de preço algum, mas um forte lobby da própria Sikorsky, em favor do seu S-92 (desenvolvido e produzido por uma empresa nacional), contra um produto estrangeiro (desenvolvido por uma empresa européia, concorrente direta da empresa estadunidense em outras concorrências mundo afora). Aliás, tudo aconteceu no mesmo período em que a Airbus ganhou a concorrência KC-X, com o seu A330MRTT, mas que, pelo mesmo motivo desta concorrência dos helicópteros presidenciais, sofreu forte revés interno devido ao lobby da Boeing. Ou seja, duas empresas locais sendo derrotadas internamente por duas empresas europeias, concorrentes diretas em muitas outras concorrências mundo afora. Algo inadmissível de acontecer (segundo a visão da classe política nos EUA – o que é normal em qualquer país minimamente sério, que sabe defender seus interesses comerciais e industriais).

        Até mais!!!

          • Sim, foi, mas não porque era somente caro e sim porque estavam passando pela crise econômica gravíssima (foi a justificativa mais convincente do momento), além da própria política do Obama de priorizar a produção local, especialmente por causa do forte lobby político interno. O mesmo aconteceu com o KC-X, pois o A330MRTT também é mais caro, entretanto entregar muito mais avião. Neste caso é a mesma coisa, o AW-101 é muito mais helicóptero do que é o S-92.

            Na história comercial dos EUA, os Democratas sempre foram e são mais protecionistas do que os Republicanos (salvo o Donald Trump, que joga para o seu eleitorado, usando uma mescla de políticas liberais e conservadoras).

    • Na verdade, 'make in USA' é meio que tarzanês para 'Fabrique nos EUA' e não 'produzido nos EUA,' já que nesse caso seria 'Made in USA.' Tempos verbais diferentes. 'BY in USA' está gramaticalmente errado também, e não significa absolutamente tchongas em relação à algum desenvolvimento implícito (que não é implícito, dã) e geralmente se aplica à alguma coisa ou ação feita, executada, etc., POR alguém ou alguma coisa. O gramaticalmente correto seria 'by the USA,' mas essa expressão sozinha não faz sentido à menos que exista alguma especificidade declarada anteriormente. Algo como 'sanctions adopted by the US regarding North Korea's missile tests' ou, no caso que se refere 'technology developed by the US and sold to other countries,' etc.

      • Pronto, achamos um professor da língua inglesa. rsrsrsrs
        Ainda mais com "tchongas", "dã", etc… rsrsrs
        Dá para se ter uma ideia da idade mental desta pessoa. rsrsrs

  2. Nesse caso, a escolha da Kombi por aqui foi acertada.

    Os franceses podem prestar um grande serviço ao país pifando a luzinha de explosão do rotor.

    • E o que isto tem a ver?! Aliás, a Helibras/Airbus Helicopter tem que fazer o mesmo que a própria Sikorsky fez com o S-92, concertar a burrada de ter pegado uma MGB de um helicóptero menor (no caso, a MGB do S-70 Black Hawk, igual ao que a Eurocopter fez quando pegou as MGBs dos Super Pumas/Cougars para colocar no Caracal), achando que dava para aproveitar, sem alterações, no novo aparelho maior e mais potente.

      Acidente de um S-92, em 2009, que se acidentou no Canadá. http://www.tsb.gc.ca/eng/rapports-reports/aviatio

      O resto não passa de torcida organizada sem noção.

      • O assunto é helicóptero presidencial.

        A Kombi é o equipamento mais adequado para transportar Lula, Dilma e Temer.

        • Aí, eu preferia um heli novo, desenvolvido em conjunto com nosso parceiro do BRICS, a Índia.

          • Kkkkkk

            No assunto desastre aéreo, os indianos tem experiência.

            Podemos nos livrar dos três de uma vez só.

            • hahahahahaah

              E de preferência com pilotos indianos.

              Eu trabalho com tecnologia ha 23 anos. Se tem uma coisa que é lenda na área de TI é esta tecnologia toda dos indianos. Eles produzem apenas com velocidade, a qualidade é bemmmmmm discutível.

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