Os treinamentos simulam os cenários de Busca e Resgate e de Busca e Resgate em Combate.

Militares do Esquadrão Pantera (5°/8° GAV) e do Esquadrão Hárpia (7°/8° GAV) participam, até o próximo dia 14, do Exercício Multinacional Angel de Los Andes 2018, na cidade de Rionegro, na Colômbia. Um militar do Comando de Preparo (COMPREP), como Observador nas ações de Operações Especiais, e uma aeronave H-60L BlackHawk também representam a Força Aérea Brasileira (FAB).

“O objetivo do exercício é treinar a condução de operações aéreas de recuperação de pessoal e de pronta resposta a situações de emergência e de desastres em um ambiente combinado e interagências, com o fim de fortalecer a interoperabilidade e as capacidades operacionais das Forças Aéreas participantes”, destacou o Comandante do Esquadrão Hárpia, Major Aviador Ivan Fernandes Faria.

O exercício permite o treinamento em cenário de Busca e Resgate (SAR, do inglês search and rescue) e de Busca e Resgate em Combate (CSAR, do inglês, combat search and rescue). Os três cenários SAR (acidente aéreo de uma aeronave comercial com 60 passageiros; terremoto de magnitude 6,5º na escala Richter, com réplicas; e incêndio florestal de grandes proporções com danos à infraestrutura petrolífera local) compreendem o atendimento pré-hospitalar dos feridos pelos homens de resgate e a evacuação aeromédica de feridos e mortos pelo H-60L.

Já os cenários CSAR – resgate a um comboio humanitário atacado pelo país vermelho; resgate, em águas confinadas, de uma tripulação abatida em combate; e resgate diurno e noturno de pilotos em território inimigo – são uma oportunidade para a atuação em ambientes de conflito simulado, além de permitir o contato com a Doutrina CSAR utilizada pelo demais países.

Essa é a segunda edição do exercício (a primeira foi em 2015) e conta com a participação de 12 países: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, EUA, França, Panamá, Peru, República Dominicana e Uruguai.


Fonte: COMPREP – Edição: Agência Força Aérea, por Tenente João Elias

3 COMENTÁRIOS

    • Não sei qual foi o critério de escolha do EB, mas talvez o fato da Colombia tb voar o BlackHawk possa ter sido um fator decisivo, quem sabe rolou uma troca de experiências entre os aviadores. Nada mais proveitoso!