O exercício de guerra ‘Gagan Shakti‘ da Força Aérea Indiana (Indian Air Force – IAF), envolvendo todas as suas bases aéreas no país e todos os aviões disponíveis, está progredindo bem e a IAF quer saber como o caça leve Tejas se portará.

O caça leve de combate Tejas, que até agora era apenas um demonstrador de tecnologia e que foi recentemente introduzido nas fileiras da IAF, teve pela primeira vez a oportunidade de mostrar suas capacidades operacionais, em combates corpo-a-corpo e além do alcance visual. O Tejas está passando por constantes melhorias. Apesar da IAF ter aceito a versão Mk.1, a Força procura ansiosamente por uma versão melhorada do caça, aguardando a chegada da versão Mk.1A e subsequentemente o Tejas Mark II.

Um porta-voz da IAF disse que o foco máximo do exercício é adestrar as equipes no contra-ataque aéreo e no ataque aéreo ao solo. É neste jogo de guerra que o Tejas precisa mostrar seu valor. Ao todo, 1100 aviões de combate estão participando do exercício, envolvendo caças Sukhoi-30, MiG-21, MiG-27, Jaguar, Hawk e Mirage 2000. Transportes C-17, C-130 Super Hercules e helicópteros de ataque Mi-35, Mi-17V, Mi-17, ALH Dhruv e ALH também estão participando.


FONTE: Times of India


IMAGENS: IAF – IMAGEM de capa: Tejas-India´s MRCA

7 COMENTÁRIOS

      • É verdade.

        Uma quantidade tão grande de aviões não é para qualquer força aérea.

        Apesar de a China ter aproximadamente o dobro de aeronaves, na proporção de modelos são equivalentes, ou seja, a China ainda tem centenas (se não mais de mil) caças Mig-21 caseiros, o J-7.

        Penso que no componente aéreo a Índia não está "tão" atrás da China.

        Já a Marinha …

        • O problema é que proporcionalmente, a China tem mais caças modernos que a Índia, fora que eles dominam a maioria da sua indústria aeronáutica para reposição de peças, coisa que a Índia só tem experiência em setores pontuais.