Caça Kfir da Força Aérea Colombiana. (Foto: FAC)

A Israel Aerospace Industries (IAI) marcou hoje a conclusão da atualização dos aviões Kfir para a Força Aérea Colombiana, dentro do programa chamado “Colloseum”. Em uma cerimônia realizada hoje na base aérea CACOM1 (Comando Aéreo de Combate No. 1) em Palanquero, Colômbia.

A cerimônia contou com a presença da equipe de administração do IAI, representantes do Ministério da Defesa Nacional da Colômbia, comandante da Força Aérea da Colômbia e funcionários da Embaixada de Israel na Colômbia. Oficiais militares colombianos de alto escalão expressaram sua satisfação e apreciação pelo avião israelense Kfir. Fabricado pelo LAHAV da IAI, o Kfir é uma aeronave multi-role com fortes capacidades de transporte de armas para aplicações aéreas e terrestres.

O projeto incluiu a atualização completa dos aviões de combate Kfir da Colômbia, incluindo adequando-os com os melhores produtos IAI e novos números do modelo. Os Kfir atualizados foram vendidos para outros países antes, incluindo Sri Lanka e Equador. A aeronave Kfir também é usada pela ATAC, uma empresa civil americana que fornece treinamento “Aggressor” para a Marinha dos EUA. Os aviões Kfir atualizados são conhecidos por sua excelente manipulação em arenas de combate modernas.

Joseph Weiss, CEO da IAI, disse: “O projeto KFIR, que celebramos hoje, é um avião de combate multirole construído em Israel com aviônica de ponta, sistemas avançados de armas e autoproteção, reabastecimento aéreo e outras características que o tornam um das máquinas de guerra aérea mais eficientes do mundo. A IAI planeja manter o governo colombiano e a Força Aérea como um todo próximo, continuaremos nossa colaboração muito bem-sucedida, melhoraremos os sistemas e agregaremos novas capacidades para a nossa missão compartilhada de manter as Forças Armadas colombianas como uma força a ser contada”.

O general Carlos Eduardo Bueno, comandante da força aérea da Colômbia, comentou: “Este projeto é de primeira importância para a força aérea da Colômbia e é outro excelente exemplo de nossa colaboração de longa data com o IAI, incluindo integrações importantes de recursos importantes e desafiadores. A combinação de radar, a comunicação e as tecnologias avançadas fizeram do esquadrão Kfir o líder que é hoje”.

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8 COMENTÁRIOS

  1. Conforme postei ontem, a Colombia não está substituindo os KFIR pelo novo caça a ser comprado, ainda vão voar vários anos com o KFIR modernizado e totalmente revisado.
    O novo caça deverá criar um novo Esq. na FAC complementando os KFIR.

    • Compreendo vosso raciocínio, e de fato parece condizer com a realidade!! Mas acho que isto será um erro. Não quanto à escolha de uma aeronave complementar, mas sim pelo modelo; acho que o Typhoon será um tiro no pé!

      Espero que eu esteja errado… rsrsrsrs boa noite a todos

  2. Compram bons cavalos de batalha, e equipam 1 (um) esq. com otimos vetores. Será que o orçamento da FAC é tão maior que o da fab, inteligencia com certeza é.

  3. Puco a pouco, a Colômbia se mostrando uma força de respeito.

  4. No Brasil existe uma concepção burra de que se vc modernizar pode atrapalhar a compra do novo, deixa o velho sem atualização para forçar a compra de um novo.
    Ja ouvi que foi bom não terem modernizado os Mirage III para poder comprar Mirage 2000, depois que foi bom não terem os modernizado para comprar Gripen….
    Tem gente dizendo que foi bom não terem comprado F-16C/D ou Gripen C/D no F-X1 porque não existiria F-X2.
    O F-X1 era só para 12 a 24 aviões para substituir os Mirage de Anápolis, mas com a disponibilidade de só 1 bilhão de dólares ficou limitado a 12 aviões. Sua compra não atrapalharia o F-X2 que seria necessário para substituir os F-5.
    A modernização só sai quando se tem certeza que algo novo não vai ser comprado.

    • Fico pensando oque uma modernização decente teria feito ao AMX . É so ver o desempenho da versão italiana na arena de combate , pelo menos onde se tem superioridade aerea ou uma boa escolta .

      • A modernização feita pelo Brasil no A-1 foi suficiente para um avião de ataque subsônico com alguma capacidade de interceptação com seu novo radar e seus canhões 30 mm e dois mísseis de curto alcance.
        Pena que chegou tarde e foi suspensa por falta de recursos.

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