Estudos de RCS - China - Copy

Stephen Trimble, renomado jornalista de aviação e um dos editores do site FlightGlobal, publicou em sua página do Twitter um estudo realizado pela China que tomou por base a análise do RCS (assinatura de radar) de alguns modelos de asa voadora. Em equipamentos onde o bordo de ataque é reto, como é o caso do B-2 e do futuro B-21, percebe-se uma maior furtividade da aeronave, se comparado ao design do X-47B, por exemplo, onde a parte da frente da asa tem o formato mais angular.

Estudos de RCS - China

O estudo chinês baseia-se apenas em design, e não considerou o efeito da aplicação de material RAM nas aeronaves.

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FONTE: Stephen Trimble, thank you!

EDIÇÃO: Cavok

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17 COMENTÁRIOS

  1. No caso do X-47B, o que deve salvar o drone é a pintura RAM. Já que o shape é menos furtivo que do B-2.

    • O que também explica o fato do Tio Sam não querer reinventar a roda quanto ao design do B-21.

    • Ufric,

      Vale lembrar que o X-47 foi um demonstrador de conceito.

      Uma parte substancial do RCS é diminuído por RAM de materiais compostos, que fazem parte do revestimento, junto com a pintura RAM. Mas ainda assim, a redução mais significativa do RCS é obtida pelas técnicas de forma.

      Se consideramos dimensões iguais para as diversas formas apresentadas, o desenho do X-47 também permitiria uma forma mais esguia com as asas dobradas, o que facilita o armazenamento no NAe.

  2. Caramba! Enquanto os chineses se debruçam sobre essa tecnologia, os russos projetam um bombardeiro não furtivo e, detalhe, não asa-voadora…

    • Vc precisa ver o estudo completo.
      Eu postei apenas uma imagem que fala por si mesma, mas tem um relatório em pdf, em mandarim, que o Stephen me enviou, com informações mais detalhadas sobre o assunto. Com algum trabalho, dá para traduzir. Os chineses na verdade, já vem estudando isso há algum tempo.

      Fascinante!

      Já a Rússia… bem, a Rússia gosta de projetos convencionais, vamos dizer assim para não ficar feio.

  3. Eu já estou achando que se o T-50 vier a ser produzido em larga escala mesmo ele poderá inaugurar uma nova geração de aeronaves de combate.

    Existem aeronaves de 4ª Geração, uns de 4,5 Geração e o T-50 poderá inaugurar a 4,75 Geração!

    5ª Geração mesmo eu acho difícil, há uma nítida diferença do T-50 para o J-20 em termos de evolução, ma baseio no fato dos sensores do T-50 se assemelharem à caças de 4ª Geração.

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