A primeira aeronave cargueira da Azul Cargo: o Boeing 737-400F “Cargo Team”.

A Azul Cargo Express apresentar hoje no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, a sua primeira aeronave, um Boeing 737-400 Cargo, que deve realizar seu primeiro voo comercial no dia 16 de outubro.

O 737-400F tem capacidade para transportar até 20 toneladas de carga ou 11 pallets, e visa atender a crescente demanda pelo serviço de transporte de cargas da companhia Azul Linhas Aéreas.

Cockpit do Boeing 737-400F da Azul Cargo.

O Boeing será utilizado em rotas com alta demanda, passando pelas bases de operação de Campinas (SP), Recife e Manaus. Outras cidades como Fortaleza, Belém e Rio de Janeiro também devem receber os voos do cargueiro com frequência.

Além deste primeiro 737 de carga, batizado de “Cargo Team”, uma segunda aeronave cargueira, do mesmo modelo, está prevista para chegar no Brasil até o final de outubro. Com estes investimentos, a Azul Cargo Express espera crescer 40% neste ano, ampliando a oferta de serviços para regiões e rotas de maior volume.

A diretora da Azul Cargo Express, Izabel Reis, acredita que o novo avião beneficiará a empresa com novas oportunidades de negócio.

“Esse cargueiro, assim como o outro avião que está para chegar, vai nos proporcionar mais flexibilidade para definir a malha de acordo com as necessidades dos nossos clientes e contribuirá para oferecermos novos serviços, como o fretamento”, afirma a executiva.

O avião, dedicado à Azul Cargo Express, trará novas oportunidades de negócio, pois aumenta a capacidade de transporte de cargas pelo Brasil e pelo mundo.

O Boeing 737-400F chegou ao Brasil no início de julho, e será dedicado a unidade de carga da empresa, o que pretende fortalecer a capacidade de oferecer soluções para os clientes.

Com a utilização da nova aeronave, a Azul espera poder expandir os negócios e ampliar a receita, que registrou crescimento de 61% no primeiro trimestre deste ano se comparado ao mesmo período de 2017.

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1 COMENTÁRIO

  1. A Azul estava para assinar um contrato com a Amazon. Se isso se concretizar, tem tudo para ser uma gigante do mercado.

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