Um bombardeiro B-2A Spirit designado para a 509ª Ala de Bombardeiros lidera uma formação delta que consiste em dois F-15C Eagle atribuídos à 48ª Ala de Caça e dois F-35B Lightnings II da Royal Air Force enquanto conduzem operações aéreas no Mar do Norte, em 16 de setembro de 2019. (Foto: U.S. Air Force / Tech. Sgt. Matthew Plew)

Bombardeiros B-2 Spirit da Força Aérea dos EUA realizaram um voo de treinamento conjunto com jatos F-15C e F-35B sobre o Mar do Norte, nas proximidades da Noruega. O voo gerou belas imagens além de treinar rotineiramente a integração de recursos de quarta e quinta geração. 

Um bombardeiro B-2A atribuído à Base da Força Aérea de Whiteman, Missouri, voou junto dos caças F-15C Eagle da USAF, atribuídos à 48ª Ala de Caças da Base da RAF de Lakenheath, Inglaterra, jatos de combate F-35B Lightning II da RAF (Royal Air Force), atribuídas à Base da RAF de Marham, Inglaterra, e um KC-135R Stratotanker da 100ª Ala de Reabastecimento Aéreo da Base da RAF de Mildenhall, Inglaterra.

O voo serviu para treinamento sobre águas internacionais nas proximidades do Mar do Norte, no dia em 16 de setembro de 2019, como uma demonstração clara e visível do compromisso dos EUA com a segurança regional. Essas missões foram estreitamente coordenadas com o governo da Noruega e com os de outros países vizinhos. 

As aeronaves B-2, parte da Força-Tarefa de Bombardeiros atualmente implantada na área de responsabilidade do Comando Europeu dos EUA, são da 509ª Ala de Bombardeiros, da Base da Força Aérea Whiteman, Missouri. Eles chegaram ao teatro de operações no dia 27 de agosto e estão operando temporariamente a partir da Base da RAF de Fairford, Inglaterra. O envio de bombardeiros furtivos para o Reino Unido ajuda a exercitar a RAF Fairford como a Força Aérea dos EUA no local de treinamento avançado da Europa para bombardeiros.

“As missões da Força-Tarefa para Bombardeiros representam nossa capacidade de projetar poder aéreo em todo o mundo e oferecem uma oportunidade de treinar e integrar-se com nossos aliados e parceiros na região”, disse o tenente-general Steven L. Basham, vice-comandante das Forças Aéreas dos EUA na Europa e forças aéreas na África. “Essas missões são fundamentais para provar a capacidade de combate da aeronave, além de servir como um importante símbolo de garantia para nossos aliados e de dissuasão contra possíveis adversários”.

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1 COMENTÁRIO

  1. Belas imagens. E veio só um dia após a publicação das fotos do TU-160 escoltados pelos SU-27. Dai podemos ver a diferença do poder de dissuasão das duas maiores potências do mundo…

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