As equipes da Base Aérea de Elmendorf-Richardson, no Alasca, realizaram um reabastecimento “quente” em caças F-22 Raptor num dia que estava nevando na região. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

No dia 15 de outubro, caças F-22 Raptor e as equipes do 3° e do 477° esquadrões de manutenção realizaram um procedimento de reabastecimento “quente” (hot pit) na Base Aérea Conjunta de Elmendorrf-Richardson, no Alasca, enquanto nevava na região.

Num reabastecimento “quente”, o piloto permanece a bordo do jato que mantém os motores em funcionamento. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

O abastecimento hot pit é um procedimento realizado onde a aeronave é reabastecida rapidamente e permite que ela conclua uma segunda surtida num curto espaço de tempo. Durante um reabastecimento hot pit o piloto permanece na cabine com o jato em funcionamento enquanto as equipes de manutenção executam verificações de segurança e reabastecem a aeronave, permitindo que o caça volte ao voo em menos de 30 minutos.

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73 COMENTÁRIOS

  1. Nessa hora, onde se escondem aqueles que dizem que o Raptor é um avião incompleto?

    • apesar de que não me sentiria a vontade numa nacele de Rafale enfrentando um F-22… rsrsrs, mesmo incompleto, até pq nesta rinha, se falta alguma coisa nele, é pouca, e sobra outras… só ia torcer para ele ficar grandeado e mandarem o SH para eu esfolar! rsrsrsrs (sonho meu)

      • Hehe. Ninguém se sentiria a vontade em caça nenhum indo combater um F-22. rsrs
        Nem num F-35, quanto mais nos outros.

        O senhor é um fanfarrão! Torce pra vir um SH, é? Nem pra torcer pra vir um F-16 (que daria mais trabalho)? Medo do Falcon, é? rsrs

      • Francisco AMX,

        Será que o SH é tão "pato" assim?

        Senão vejamos: radar AESA integrado, mísseis AIM-120C7 ( futuramente a versão D ) e AIM-9X, mira integrada no capacete, sistema defensivo de ponta ( AN/ALQ-214 e ALE-50/55 )…

        De longe, o Hornet tem a vantagem de um míssil de alcance um pouco maior ( e ainda considerando os radares de desempenho similar ). De perto, tem a vantagem indiscutível de uma mira integrada ao capacete.

        Será que o piloto do Rafale ia ficar tão a vontade assim…?

        • he he, se fosse (piloto) o Nick, o HMS ou o Jacks… ou vc, tenho certeza que não! mas eu ficaria! rsrsrsrs
          mas se fosse ao contrário? vcs na nacele do SH… e "de-repente" (pois já aconteceu com caças menos capazes, principalmente com F-16B30/40, de o SH se ver enredado em um DF, mesmo tendo utilizado suas capacidades BVR, agora imaginem contra um Rafale de menor RCS e maior leque de capacidade de detecção sensoriamento, ECM ao estado da arte…) sentirem a presença próxima do Rafale… onde as garras IR e EM se igualam, onde a necessidade de agilidade se faz necessária tanto ofensiva como defensivamente… e vcs lembrarem do documentário dos F-4 "alvos", que tem vida média de 3 surtidas, depois de atacados por AMRAMs, voando em linha, ainda por cima… tenho certeza que a coisa vai ficar feia na cabine do SH… vai passar pela cabeça de vcs, de tudo, será que o OSF já está me plotando? será que está vindo um Mica IR no meu lombo? pq será que não consigo plotar o Rafale, ele parece estar na minha volta… e por aí vai… 🙂

          licença poética by FAMX 🙂

          • Gosto do SH, porem o Delta ainda tem a vantagem da manobrabilidade, já que esta se falando e DF.

          • Francisco AMX,

            Caro amigo, creio que dificilmente o sensor IR localizaria um F-18 E/F a uma distância superior a 30km… Se o Rafale se atrever a usar somente esse sensor para caçar qualquer coisa que não seja do tamanho de um Jumbo ou que não seja uma verdadeira churrasqueira alada, vai é dar de cara com um BVR… A única maneira dele utilizar esse sistema com possibilidade de êxito é sob proteção de AWACS ou monitoramento de terra, que podem coloca-lo na posição melhor para um engajamento com maior furtividade.

            Sobre o RCS, segundo o divulgado, tanto o F-18 E/F quanto o Rafale são similares; salvo engano, algo como 0.1m2 no setor frontal. Ou seja, não há vantagem clara nesse aspecto.

            Com relação a ECM, o sistema AN/ALQ-214 é extremamente avançado e associado ao sensor ALE-55 dá ao F-18 uma proteção mais completa. E até onde sei, o F-18 tem um sistema de geração de energia bem mais "parrudo", o que lhe fornece reserva de potencia elétrica para sistemas mais poderosos de ECM e radar…

            Ou seja, ele é bom onde tem que ser…

            E por fim, qual o piloto em sã consciência vai pagar pra ver o "insucesso" de mísseis lançados contra ele…?

            Abraço, amigo!

            • "The Wikipedia article on the Super Hornet mentions proposals to reduce its RCS, but, like the European aircraft, it will undoubtedly have a much larger RCS than either of the other American fighters."

              lógica!

              RR, não somente de assinatura radar se tira o potencial de discrição de um caça, a assinatura IR do SH é imensa, seus pilones desalinhados geram um arrasto brutal, e isso contribui para o aquecimento tanto da aeronave como um deslocamento e bom sônico muito mais perceptível! o OSF é capaz de detectar o SH a mais de 40km e pode vetorar um Mica IR desde 25/30km…
              Até hoje nenhum combate BVR ultrapassou os 50km, na verdade a grande maioria ficou na casa dos 20/30km… pouco acima da faixa "visual"… os exercícios reais da USAF contra alvos QF-4, ficam nesta faixa, utilizando a última versão do AMRAM…

              Sobre o Rafale precisar ou não de AWACS… lembremos que o rafale tem DL avançado em vetoração e troca de informações seguras, podendo atuar, na sua devida diferença, como fazem os F-22, um mais a frente com tudo desligado servindo de plataforma de mísseis para os outros que atuam mais recuados e varrem os céus… o Rafale pode atuar com interferências do Spectra, com radar desligado, de forma mais adiantada, recebendo a varredura radar de seus colegas recuados… operando com o OSF de modo que suas emissões são bem mais furtivas, as que são "declaradas" são as de ECM, e tratam justamente de confundir o inimigo… apenas hoje o SH teria uma proposta de sensoriamento ativo/passivo em IR, uma gambiarra diga-se de passagem…

              "The Typhoon, the Rafale, and particularly the F-22 have a considerable performance advantage over the other craft in the list in that they have the ability to travel at supersonic speeds without the use of afterburners, an ability known as supercruise. As afterburners use a huge amount of fuel, most fighters can use them for only a few minutes. Therefore, an aircraft with supercruise should theoretically have a huge advantage in pursuing or evading a non supercruise-capable plane, in that the supercruise-capable aircraft will have a higher speed and thus a higher amount of maneuvering energy. Supercruise will also allow these planes to spend more time in combat, particularly at longer ranges, rather than in transit."

              fonte: http://www.defencetalk.com/comparison-of-modern-fighter-...

              Abraço RR!

              • Caro amigo,

                O que o amigo expos tem toda a lógica. Contudo, ainda é inescapável que quem possui o AWACS ou controle de terra ao seu lado, tem uma vantagem tática que um radar embarcado dificilmente poderia igualar.

                Sobre os combates, é bem verdade que a suprema maioria dos BVR ocorreu na faixa dos 50km, mas é provavel que isso ocorra pela "necessidade" de se colocar o inimigo sob a NEZ do míssil. "Aproximar-se o máximo que puder sem ser visto e lançar da menor distância possível para garantir a máxima chance de acerto", essa é a lógica no final. E a bem da verdade, quem localiza primeiro sempre tem mais chances de vencer o combate, pois terá a iniciativa. Ou seja, aventurar-se contra aeronaves apoiadas por potentes radares de AWACS e baseados em terra é perigoso, para dizer o mínimo…

                Sobre troca de informações em campo, o F-18 possui também sistemas avançados de troca de dados ( não possuísse, seria virtualmente inútil ). E lembre-se que, assim como no caso do Rafale, não haverá somente um F-18.

                Sobre depender do Spectra, lembre-se da capacidade "home on jam", capacidade essa que, salvo engano, está presente no AIM-120; e há o AN/ALQ-214, que também provém ao F-18 essa capacidade, dando ao caça a possibilidade, em conjunto com o APG-79, de localizar um inimigo pelo seu sistema de interferência e ataca-lo. Por tanto, depender de jammer pode ser um erro… Em suma, chances equilibradas…

                Com relação ao sensor infravermelho, confesso que ainda sou cético sobre ele. É um sistema terrível quando "fareja" alguém, mas ainda assim depende de uma série de variáveis que podem torna-lo de utilização muito limitada.

                Abraço, amigo!

                • RR, e tu não desconfia do pq do IRST agora estar na proposta da Boeing?… já li que o IRST começou a ser cogitado seriamente pelos americanos pelo fator sucesso dos adversários europeus… (leia-se Rafale e Typhoon) e pelos indianos com os Su-MKI… e acho bem plausível… uma das grandes vantagens do DAS do F-35 é sua capacidade de gerenciar o sensor IRST… este, num exerc´cio, acompanhou um foguete a mais de 800km!!!!! se isso é não ser confiável… é claro que o IRST do Rafale não ficaria muito abaixo se é que ficaria, a vantagem do F-35 está na simbiose do sistema, que de certa forma foi uma evolução dos sistemas do Rafale…
                  Acho que o amigo deveria dar mais atenção aos novos sensores IR…
                  http://www.youtube.com/watch?v=IZrvAFRhQZc

                  Curiosidade, veja as assinaturas IR registradas…
                  http://www.youtube.com/watch?v=nh32xqKd2dM&featur

                  Olha o que a potência do F-22 "causa" num sensor IR… e não adianta um "bocal espacial"… 🙂

                • Francisco AMX,

                  Agradeço os vídeos.

                  Contudo, cabem algumas observações…

                  No primeiro vídeo, o sensor acompanha um míssil balístico, ou seja, um verdadeiro "farou de milha". Não sei se podemos usar isso como um padrão de comparação…

                  O segundo vídeo é bastante interessante mesmo… Contudo, observe que o Raptor parece estar em pós-combustão. Nesse caso em particular, sua assinatura realmente aumenta bastante, assim como aconteceria com qualquer aeronave…

                  Enfim, um abraço, caro amigo. E mais uma vez obrigado pelos vídeos. São muito bons.

                • Me parece que o F-22 liga o pós-combustor no exato momento que está sendo visado. Duma hora pra outra a assinatura aumenta muito.

                • Outra coisa que reparei é que no Rafale o que parece mais se destacar é um ponto específico no meio da fuselagem depois das entradas de ar. Desconfio que seja o sistema de geração de energia elétrica.

                • RR, também acredito que você de certa forma esteja subestimando o potencial do IRST. Os EAU, que financiaram o desenvolvimento dos F-16 Block 60, fizeram questão de que fosse desenvolvido e integrado um para seus Desert Falcons, e pagaram caro por isso. A Boeing fez o possível para integrar um no Super Hornet e não tendo alternativa melhor possível foi tão longe ao ponto de colocar um na ponta de um tanque, pra não ficar sem, pra ver a importância que deram pra isso, ele está previsto pra iniciar a operação ano que vem. A Boeing também já contratou a LM para desenvolver e integrar um IRST em toda a frota de F-15. O F-35 terá um IRST embutido furtivo avançado. Os russos colocam em todos os seus caças desde os primeiros Mig-29. O Typhoon tem Pirate. Os suecos estão integrando o Otis. Quem tem está melhorando e continua usando. Quem não tem está correndo atrás de ter, todo mundo. Não parece ser algo assim dispensável ou de pouca importância. Até por isso fiz uma pergunta abaixo se não existe um projeto para integrar um IRST no F-22. Pra mim isso é a única coisa que falta para o senhor dos céus completar seu domínio.

                • Caro Caio,

                  Não é que eu esteja subestimando… Sensores como esses podem ser realmente letais. Apenas acredito que o uso deles é limitado a determinadas situações. No meu entender, funcionaria melhor se o caça em questão estivesse sendo apoiado por outros elementos em campo, como AWACS, que monitoraria o inimigo a distância e transmitiria os dados para o caça, por exemplo; e este, guiado pelo AWACS, se posicionaria de forma a manter-se fora do alcance dos sistemas adversários e utilizando-se do sensor IR para ter a posição do alvo. Quer dizer, uma aeronave sozinha, sem apoio, utilizando esse sensor para tentar achar alguém, na minha opinião seria temerário, para dizer o mínimo…

                • Pode ser também o apoio de um outro caça mais atrás, com algum afastamento lateral ou em altitude diferente, sem se preocupar em ser discreto, com o radar no máximo. Mas certamente um AWACS seria melhor ainda.

          • "vcs lembrarem do documentário dos F-4 “alvos”, que tem vida média de 3 surtidas, depois de atacados por AMRAM"

            Só tem vida útil de três sustidas pq os AMRAAMs não tem ogiva!
            Mais de 85% das vezes eles passam na distância mínima inclusive com ECMs.

            • O que seria distancia mínima? … um AMRAM, voando a mach 4, pesando 220kg, acertando em cheio… seria como um meteoro de 10km de diãmetro acertando a terra! morte certa!… e estamos falando de uma alvo que não oferece grande resistência… não vi nada falando de ECM nos F-4… ou seja, contra uma aeronave ágil e capaz as coisas são bem diferentes… até mesmo nos exercício mais honestos não se tem a possibilidade de defesa adequada, tiro dado é bugio deitado! mas a realidade é diferente….

              • "não vi nada falando de ECM nos F-4… ou seja, contra uma aeronave ágil e capaz as coisas são bem diferentes"

                E quantos testes e exercícios diferentes você acompanhou? Um?

                Concordo que contra uma aeronave capaz como o Rafale a coisa seria diferente, mas aquele progama do discovery não explica quase nada.

                "até mesmo nos exercício mais honestos não se tem a possibilidade de defesa adequada"

                E como você sabe? O que lhe garante que ao contrário do os americanos afirmam os AMRAAMs não testados contra alvos extremamente difíceis.

                • bom, eu procuro lidar com as matérias que vejo, leio, escuto… faz 30 anos… então sintetizo e tomo algumas "verdades" convictas… agora se tu vai ficar perguntando "como vc sabe"? deixa quieto, pois esta conversa não vai ter futuro… tá parecendo o Black Window (vulgo Janela preta) que por aqui andava…
                  E o programa não é só do Discovery, dados de combates BVR estão na net, tem um estudo de um Cel americano acerca dos combates BVR… procura!

          • eu, pelo que tenho lido e "analisado", consciente de que poucos aparelhos realmente tem este recurso, apesar de contar com a tecnologia, acredito que ainda tem muito chão para poder se afirmar que o HMD é um equipamento com confiabilidade suficiente para se "gastar os poucos cartuchos"…

          • caio,

            Não discordo do seu ponto de visada. Vou concordar que se ambos tem os mesmos sistemas, a vantagem se reverte para o mais ágil.

            Mas a questão é a seguinte: por mais que uma aeronave seja manobrável, ela jamais será capaz de manobrar mais que o míssil. Se estiver dentro da NEZ, então não há mais muito o que fazer.

            Sobre o sistema de mira em capacete, imagine a seguinte situação: um Rafale ( sem o sistima ) e um F-18 E/F em combate WVR. Temos um elevado ângulo off-boresight. O piloto do Rafale olha para lado e chora. O piloto do F-18 olha para o lado, aperta o gatilho, e sai dando risada…!

            A agilidade é importante ( e quanto mais, melhor ), mas diante dos mísseis mais recentes, mais vale ter potência para dar a volta e tentar colocar-se fora de sua NEZ… Por isso os americanos investem tanto em tecnologia furtiva. A única maneira de escapar dos mísseis de quinta geração é realmente não ser visto pelos sistemas de detecção… Em suma, quanto as características de manobra, basta ter uma boa capacidade de fazer curvas e potência para bater em retirada após o lançamento das armas. E essas qualidades no F-18 E/F não são em nada ruins…

            • "Mas a questão é a seguinte: por mais que uma aeronave seja manobrável, ela jamais será capaz de manobrar mais que o míssil. Se estiver dentro da NEZ, então não há mais muito o que fazer."

              RR, o amigo precisa considerar o "timing" para o acerto! os misseis mais modernos ainda contam com espoleta de proximidade! mesmo carregando mais Gs que um caça, o míssil, por sua pouca área alar, tem uma relação de curva de poder parecido… ele carrega mais Gs pq é muito mais rápido! e precisa-se conjugar velocidade com manobrabilidade! um alvo ágil faz com que o míssil perca sua precisão, mesmo ainda plotado, a grande maioria dos combates atuais e futuros preveem detonação próxima ao alvo… acertar em cheio não é comum, diria até incomum, em avos de media manobrabilidade… agora imaginem um Rafale executando uma série de tuneau´s ….

              e se o amigo falar em poT~encia, lembre-se que na hora do "vamo-vê", os caças alijam seus tanques e ficam apenas com seus mísseis… o amigo equece que a relação peso potência e aerodinãmica do Rafale é superior ao SH em qualquer envelope!?
              de que adianta o SH ter uma potência X se seu peso é X,5? observe a razão de subida do Rafale frente ao SH! observe as decolagens takeoffs registradas… de fato o SH não é ruim, mas é o pior dentre os caças de 4,5 que disputam o mercado! fica bem atrás do Rafale, do Gripen, do F-16 do F-15, M2000, Typhoon… e ficará atrás do F-35… além dos russos Mig-29 e Flanker… deve se apertar contra M F-1 e Tornado…

              • Complementando a questão de Gs, o pessoal costuma se impressionar com números como 40 ou 50 Gs dos mísseis, mas isso não significa que eles são muitas vezes mais manobráveis que os caças. Um míssil costuma atingir velocidades de 3 a 4 vezes a dos seus alvos, quando não mais. A aceleração centrípeta (aceleração perpendicular, que altera a direção) é V²/R. Isso significa que um míssil de 3 a 4 vezes a velocidade de um caça precisa de 9 a 16 vezes mais aceleração para fazer uma curva de mesmo raio. Ou seja, um caça numa manobra brusca de 6G pode fazer uma curva mais fechada que os mísseis mais manobráveis. Exatamente por isso, como o Francisco disse, os mísseis possuem espoletas de proximidade, pra mesmo quando não conseguem atingir literalmente o caça poderem pelo menos danificá-lo com a explosão e estilhaços o mais próximo possível. A dificuldade do piloto alvejado é acertar o momento correto de manobrar, mas tem piloto que é muito bom nisso. É claro que escapar de um disparo no hemisfério traseiro é muito mais difícil.

              • Francisco AMX,

                Mas aí é que está…

                Apenas a ameaça do míssil já tendo sido lançado normalmente é o suficiente para encerrar uma missão. Se for um ataque, o avião terá que largar a carga para esquivar-se. Se for uma missão de caça ou CAP, a presença do míssil obrigará a manobras evasivas que aumentarão o consumo de combustível, além de obrigar o alvo a ter que soltar seus tanques extras, o que o obrigaria a retornar, caso escapasse do míssil. E isso tudo independe do caça e suas qualidades. Pode ser Hornet, Rafale ou qualquer um. Essa "regra" é universal… Há também o problema da perda da iniciativa, pois enquanto se executa a evasão, da-se chance ao inimigo de posicionar-se melhor para um segundo disparo, caso necessário; e se o mesmo for uma escolta para um pacote de ataque, então as chances do caça que esta sendo alvejado retornar para interceptar são poucas… Por isso vale a idéia de que "quem controla o combate é quem localiza e atira primeiro".

                Por fim, peço que o amigo contemple mais o combate em termos de combate entre esquadrilhas com apoio. É claro que um Rafale contra um Hornet em um combate a curta distância, as vantagens poderiam ser teoricamente do Rafale, mas se formos colocar nesse meio algumas dezenas de F-18 contra outras dezenas de Rafales, com AWACS, controle de terra ou controladores a bordo de navios, aeronaves de guerra eletrônica e tudo o mais para ambos os lados, vai verificar que essas vantagens do Rafale poderiam ser consideravelmente minimizadas…

            • A capacidade off-boresight é na verdade do míssil. O Mica IR possui essa capacidade. A função do capacete com visor é lincar, escravizar a visada da cabeça do míssil ao movimento da cabeça do piloto, ou seja, se o piloto olha para direita, a cabeça do míssil acompanha o movimento e havendo uma aeronave naquela direção dentro do alcance de travamento do míssil ele já trava e pode ser lançado. O capacete pode também fornecer uma direção inicial para o míssil seguir logo após o lançamento para depois procurar o alvo para travar quando o alvo se encontra em uma posição que a cabeça do míssil não pode atingir. Mas embora o controle pelo capacete seja a forma mais intuitiva para o piloto, não é a única forma de controlar o direcionamento da cabeça do míssil. No caso do Rafale e do Mica IR especificamente, o míssil se encontra de tal forma integrado ao caça que sua cabeça é usada como se fosse um sensor do próprio caça. O Rafale pode usar a cabeça do Mica IR para fazer varreduras e o dados obtidos por elas são apresentados ao piloto integrados aos outros sensores do caça. Isso é usado inclusive para cobrir pontos cegos do OSF na parte de baixo da instalação dele. O piloto pode controlar a direção de visada do Mica IR a partir dos controles convencionais do caça e os dados obtidos pela cabeça é apresentado no cockpit. Mesmo sem o TopSight um Mica IR pode ser disparado em alvo lateral, usando sua capacidade off-boresight, embora não seja de uma forma tão intuitiva como com o capacete.

              • caio,

                De fato. Você está correto.

                Mas aí vem a questão: a eficiência é a mesma?

                O fato de poder direcionar o míssil apenas olhando para o alvo é uma vantagem que, no meu entender, mesmo um míssil como o MICA não superaria. Isso é, o sistema de mira integrado ao capacete propicia um sistema de armas mais completo e eficiente.

                • Concordo. É a maneira mais natural e intuitiva para o piloto de se usar a capacidade off-boresight dos mísseis modernos. Melhora a eficiência do sistema. Exatamente por isso todos os caças modernos já integraram essa tecnologia. Typhoon e Gripen tem o Cobra, Rafale, Mirage 2000-5 Mk2 e Mig-29K indiano tem o Topsight. A série teen (F-15, F-16 e F/A-18) tem o JHMCS com opção de integrar o Scorpion. Os russos tem o ZSh-5 nos seus caças. Os israelenses, que são pioneiros no ocidente nesse tipo de tecnologia para caças (depois dos russos), tem o seu próprio, inclusive nos seus F-16 e F15, o DASH. O JHMCS é na verdade derivado dele. Assim como o IRST, todo mundo quer.

              • perfeito comentário Caio… e são este, entre outras modernidades que colocam o Rafale a frente do SH em combate aéreo entre aeronaves modernas.

    • Incompleto é a forma negativa de se analisar. A forma positiva é dizer que ele é especializado. Mas de uma forma ou de outra, qual o problema? Essa era a meta do projeto. Ser imbatível no combate ar-ar. Meta plenamente atingida. Não há nada que voe que ameace a superioridade na arena ar-ar do Raptor. É claro que em uma situação real de combate alguns Raptor poderiam ser abatidos, mas a taxa de troca seria esmagadoramente favorável ao F-22 contra qualquer outro caça. Existem projetos em andamento que pretendem pelo menos reduzir essa vantagem, mas ainda não são realidade, só esperando pra ver. Mas enquanto isso o Raptor não fica parado. Mesmo sendo limitado na arena ar-solo, vem sendo feitas atualizações no radar, com novos modos, e integração de armas que tem aumentado as capacidades do Raptor nessa área também. Os problemas vem sendo analisados e mitigados, como a questão de geração de oxigênio e degradação rápida e excessiva da cobertura RAM.

      • Caio, se em algum momento um avião se propõe a fazer algo, mesmo que de forma secundária, e não pode ainda fazer, por incapacidade tecnica de sistema próprio, ele está INCOMPLETO. 🙂

        • Como eu disse, nenhuma das duas formas está errada. Só carregam um viés diferente. 🙂

          Mas de toda forma o F-22 já pode usar JDAM. Com as atualizações no radar, incluindo mais modos ar-solo, e com a integração de mais armas nos próximos anos, ele ficará completo com todas as letras. Mas considero esse processo, embora pareça demorado, como normal. Os caças vão integrando cada vez mais capacidades e armas ao longo de suas vidas operacionais. Rafale, Eurofighter e Gripen estão integrando armas novas constantemente, PODs mais atualizados, sensores atualizados, radar mais moderno, etc. Acredito que seja o caminho natural. Embora o F-22 tenha sido declarado operacional em 2005, acredito que ele estava numa situação parecida aos Typhoon T1, só com capacidade ar-ar operacional (mas ele não tinha a limitação do Typhoon T1 de precisar ser refeito pra ser atualizado, claro).

          • Ainda acho que a linha de montagem do Raptor vai ser reaberta, o caça é incontestavelmente superior, o projeto como um todo esta completo, o custo seria somente de cada unidade, apesar de salgado vale apena, o caça 5g russo vem ai, e eu acho que eles vão usar o modelo indiano como sai aqui no cavok, o F35 talvez não de conta dele.

        • O problema é que o Raptor nunca se propos a ter uma função secundária, foi inteiramente projetado para substituir os F-15C e apenas isso. A capacidade ar solo está sendo instalada para aumetar a utilidade do caça no mundo pós guerra.

          • negativo! o Raptor teve sempre como objetivo lançar armas inteligentes, não era o primario, mas existiu desde o começo, Na verdade o Raptor era para ser o primeiro multiproposito do mundo…

            • "Na verdade o Raptor era para ser o primeiro multiproposito do mundo"

              Me desculpe, mas você está completamente enganado!Nem imagino de onde saiu essa informação imaginada.

              Pode Pesquisar o quanto quiser, nunca houve a intenção de ser um caça multipropósito. Foi projetado para ser um interceptador de superioridade aérea para substituir apenas o F-15C deixando as missões de ataque para outras aeronaves.

              A maior prova disso é justamente o fato dele não ter grandes capacides de ataque ao solo. Já viu o FLIR no raptor? existe alguma foto dele com paveways e outras armas ar-solo? Só observar o volume da baias já dá para ver que não há espaço armas de grande porte.

              • JPC, qum falou que ele é? o "era para ter sido" é o que eu digo! tua sede tá te matando!
                tanto é que agora estão implementando a capacidade de ataque com as Jdams que eram promessas desde que o F-22 era protótipo… lembro até do jogo da Novalogic lá nos meados dos anos 90…

                • Hehe. Eu tenho o CD do F-22 Lightning II até hoje. Usava muito a JDAM, o quadradinho ficava vermelho na hora de lançar. Tinha até uma bomba nuclear de queda livre, a B61. Joguei muito esse jogo!

                • "JPC, qum falou que ele é? o “era para ter sido”"

                  Falei que ele é justamente o que era para ter sido,Nunca houve a intencção de multipropósito ou multi uso!!!

                  O raptor é hoje exatamento o que se previa em 199! NÃO FOI PROJETADO PARA SER MULTIPROPÓSITO OU É ENGANO SEU OU É TROLAGAEM!

                  Simulador da novalogic?,KKKKKKKKKKKKK!!!!.

                • JPC, vamos de novo: è opinião minha de que o F-22 deveria ser multipropósito e não que ele foi projetado para tal, é minha opinião que "ele era para ter sido o primeiro multmissão", pois teria capacidade para combate aereo, reconhecimento passivo e ativo de dimensão ímpar, com capacidade furtiva de lançar as mais modernas armas a disposição e que estavam sendo projetadas ar-ar e ar-terra, inclusive voltadas ao F-22… agora se tua acha que para ser multimissão precisa lançar todo o arsenal americano, prefiro nem continuar "debatendo", pelo que tens demosntrado até aqui, que se somar mais esta com a falta de interpretação de texto… vai ser difícil… só lembra que o F-15 não foi projetado para ser multipropósito, poderia ter sido, e "hoje" temos o SE… que coisa não!?
                  este teu papinho, que aparece aqui volta e meia, de paraquedas, não cola!
                  Meu conhecimento? pergunta para…. deixa pra lá! rsrssrs

                • Na verdade você fala coisas que não sabe depois não tem coragem de assumir que errou.
                  O raptor foi projetad como interceptador apenas para substituir o F-15C, o fato dele levar bombas, guiadas por GPS nã faz dele um multifunção.

                  Em 30 anos pesquisando ainda não aprendeu a analisar as imagens que vê? você disse que foi projetado para ser um caça multifunção e não que era sua opinião pessoal.

                  Segundo meus livros o caça foi projetado como intercepator de grande altitude e é isso que o raptor faz. E a realidade prova isso muito bem!!!
                  Na boa se você asssumisse quando está errado não teria tido tantas discussões inuteis com o Black widow.

                  Se você continuar dizendo que o raptor é incompleto pq não é muiltipropósito serás corrido sempre! PQ isso contraria toda a literatura sobre o avião! quer saber sobre o Raptor então pesquise sobre o ATF antes de vir falar coisas que não sabe.

                • JPC, coloque aí onde eu disse que o Raptor foi projetado multifunção! vamos! se tu não sabe interpretar texto, não encha a paciência! ele não é incompleto pq não é multipropósito (que vc não sabe bem o que é) e sim pq ele ainda não pode atacar alvos em terra como devEria ser sua capacidade secundária! agora vá lá ler o tenta interpretar o que lê, aliás, primeiro aprenda sobre o que é multipropósito, depois o que é secundário e o que é completo e incompleto!

          • "JPC, coloque aí onde eu disse que o Raptor foi projetado multifunção! vamos!"

            "Na verdade o Raptor era para ser o primeiro multiproposito do mundo…"

            Não foi vacê quem disse isso? Na real ou você se expressou mal ou está negando o que disse, como de costume. Assuma o erro não é a primeira vez que você se engana aqui!

            • sim, já me enganei, achei que valia a pena debater com guri! 🙂 uma até saiu fora, de tanto pagar mico, o Janela Preta, lembra? teu irmão univitelino! 🙂

              • Custa muita muito assir que errou?

                Não a primeira vez que voc~e quando fala do raptor, talvaez o guri de 40 anos seja você!

                • tá JPC, já que ambos consideramos o raptor um avião supremo, vc endeusa, eu apenas suponho que seja, e entendo que ele ainda carece de integrações para ficar completo: ou seja, possa desempenhar as mesmas missões que um F-16, por exemplo. Vou dar por encerrada esta "conversa" pois não vou perder mais tempo "trovando" com afetado ideológico, sobre F-22, o "Interceptador puro"… é mais fácil o F-22 se tornar um multirole do que se tornar um Mig-31…

          • Caramba! Ainda tem vida na página 4! hehe

            Passei aqui por acaso e achei mais um monte de mensagens.

            "O problema é que o Raptor nunca se propos a ter uma função secundária, foi inteiramente projetado para substituir os F-15C e apenas isso. A capacidade ar solo está sendo instalada para aumetar a utilidade do caça no mundo pós guerra."

            Discordo, JPC. A próprio USAF solicitou às fabricantes no RFI configurações otimizadas para tarefas ar-ar e tarefas ar-solo:

            http://en.wikipedia.org/wiki/File:F-22_RFI.jpg

            Não estava ainda definida qual seria o foco principal do ATF. Depois de analisar as propostas submetidas e discutir com as indústrias, além de ter acesso a mais informações obtidas sobre a dupla soviética, Su-27 e Mig-29, foi que se decidiu que a missão prioritária do ATF seria superioridade aérea, já na metade da década de 80. E o fato de essa ter sido definida como prioritária não exclui capacidade ar-solo do projeto, somente a relegou a uma capacidade secundária. As baias internas principais e o sistema de liberação de armas foram projetadas desde o início para empregar bombas guiadas inteligentes de até 1.000 libras, que lançadas de grandes altitudes e grandes velocidades (supercruise) teriam alcance estendido, com o caça fiando fora do alcance de atuação da maioria dos sistemas de defesa aérea.

            "In 1981, the USAF requested information from several aerospace companies on possible features for an Advanced Tactical Fighter (ATF) to replace the F-15 Eagle. After discussions with aerospace companies, the USAF made air to air combat the primary role for the ATF." (Sweetman 1991, pp. 10–13.)

            Tanto é que quando o F-22 foi declarado operacional (IOC) no final de 2005, haviam 3 armas integradas, AIM-120C, AIM-9M e GBU-32, ou seja, desde o início da operacionalidade a JDAM de 1.000 estava integrada, não foi algo feito depois. Um ano depois estaria integrada as SDB, com o F-22 podendo levar 8 delas nas baias principais junto com 2 AIM-120C.

            Concordo que a função primária é superioridade aérea (que é muito mais que interceptação, o TVC que o diga), mas capacidade de ataque ao solo esteve presente no projeto desde os primeiros desenhos no CATIA.

            Por outro lado, também concordo que ele não foi projetado para ser um multi-missão, já que se priorizou as capacidades ar-ar e as capacidades ar-solo era secundária e limitada, não tendo sido integrados até aqui muitas das armas ar-solo sem contar a falta de sistemas como IRST/FLIR e alguns modos avançados ar-solo do radar. Quanto a integração de mais armas e os modos do radar, há previsão de serem desenvolvidos e integrados nos próximos anos. Talvez ainda vejamos um F-22 multi-missão em alguns anos.

            • pois é Caio, precisa alguém "diferente" enfiar isso na cabecinha de BW do JPC… e o cara ainda fica em cima de um "pedestal" pedindo que se admita um erro? pode isso?!

  2. OFF TOPIC

    "Estados Unidos doam helicópteros a El Salvador"
    Me lembro que alguns disseram que as superpotências não doavam helicópteros para outras nações, ao contrário do Brasil que doou.

    • Para chegar no nível do Brasil tem que fazer a revisão completa com o dinheiro do contribuinte.

      • E que tal doar, pagando com o dinheiro do contribuinte, helis mais complexos e caros novinhos aos vizinhos no "Plan Mexico"?

        "The U.S. Congress has authorized $1.6 USD billion for the three-year initiative (2007–2010)."

        "The Mérida Initiative will provide funding for:
        -Thirteen Bell 412 EP helicopters (5 with INCLE funds for the Federal Police and 8 with FMF funds for the military).
        -Eleven UH-60 Black Hawk transport helicopters (three with INCLE funds for the Federal Police and 5 with FMF funds for the Mexican Air Force, and three for the Mexican Navy).
        -Up to four CASA CN-235 transport aircraft."

  3. Pelo amor ah DEUS,nao provoque os caras,deixe-os quietinhos ,talves passe batido esta noticia !

  4. É o Raptor mostrando a que veio.

    Isso somente vem a mostrar que o Raptor está praticamente no mesmo nível de operacionalidade dos demais esquadrões de aeronaves convencionais; plenamente apto a realizar as tarefas a ele designadas.

  5. Gelo = neve = água

    Uai, o Raptor não podia ver água(segundo fonte fontadas), rsss..

  6. Os americanos têm uns ciúmes dessa máquina… Um diretor de cinema, com excelentes contatos no Pentágono, conseguiu autorização para fazer cenas aéreas (interceptação de um CH-53) e em terra, reais, do F-22. Para as segundas, foi exigida da equipe técnica presente na Base Aérea a exclusão dos componentes "não americanos" da linha de voo do caça. Só nascidos nos EUA, depois de assinarem mais papéis, ao vivo. Ingleses (!) tiveram que esperar lá fora, sequer viram o Raptor de longe… Dos americanos presentes, também foram provisoriamente confiscados todos e quaisquer equipamentos eletrônicos não vistoriados e aprovados para as sequências de cinema profissional, no chão (cenas do canopy fechando, com e sem um ator-piloto, de táxi e decolagem reais do jato…), notadamente, relógios de pulso, celulares, máquinas digitais etc. Fora que a Usaf viu TUDO o que foi filmado, antes de liberar…

    • Fico imaginando alguém gravando uma novela em Santa Cruz (já fizeram isso!), mas a FAB tapando os olhinhos de algum português presente — para ele não memorizar os segredos dos F-5M…

      • Armand, a FAB deve ter segredos intransferiveis para qualquer um, ninguem no mundo conseguiu fazer tão bem um F5 forevis.

  7. Alguém ou existe alguma informações pública sobre a integração de um IRST interno e furtivo, como o do F-35, no F-22? Pra mim é a única coisa que falta na arena ar-ar para o Raptor. Não que ele já não esteja bem a frente da concorrência nessa arena, mas com o IRST ficaria completão e mais imbatível ainda.

  8. Francisco e Caio, tirem uma duvida, apos o caça com IRST detectar o alvo e lançar o missel ele tem que ilumina-lo todo tempo até que atinja o alvo ou o missel segue o alvo por conta com seu IR como o R27? Outra coisa o IRST funciona bem em altas altitudes já que ele depende de certas condições atmosféricas?

    • Os mísseis modernos são do tipo fire and forget. Atualizações no meio do trajeto visam melhorar a precisão, mas não são necessárias. O míssil recebe as informações sobre o alvo no lançamento e se para a região próxima quando ele liga seu radar próprio e tenta localizar e travar o alvo. No caso de mísseis IR eles são usados a distâncias menores e costumam ser lançados com suas cabeças já travadas no alvo. Os fatores que costumam reduzir a eficiência do IRST são principalmente nuvens e umidade elevada. Mas novos sensores que estão sendo desenvolvidos e testados inclui capacidade multi espectral, ou seja, várias faixas dentro do espectro IR cobertas ao mesmo tempo, o que acaba por minimizar as possíveis efeitos negativos de determinadas condições ambientais em faixas específicas do IR e permitindo melhor identificação dos alvos. A condição ideal de operação para os IRST é de tempo aberto e seco. Acredito que sejam eficientes em elevadas altitudes pois há menor ocorrência de nuvens e regiões de alta umidade, sem contar que a temperatura ambiente é menor, o que deve facilitar um pouco a detecção de fontes intensas de calor. Tenho um estudo da BAE aqui no computador que diz que um avião em voo subsônico rápido tem elevação de mais de 30º nas superfícies em atrito com o ar e que com um sensor na faixa correta do IR se pode detectar e identificar com precisão alvos a boas distâncias. Tem uma frase interessante nesse estudo:

      "Trials have shown that aircraft which are stealthy to radar can easily be detected by TI and IRST equipments.

      Indeed, the stealth coatings used on some aircraft seem to slightly increase the frictional heating with the air,

      and therefore enhance the thermal signature."

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