O caça F-35B pousa com o Major Bachmann nos comandos no dia 24 de agosto, após a conclusão da 200ª surtida na Base Aérea de Eglin, Florida. (Foto: U.S. Air Force)

Os pilotos na Base Aérea de Eglin, Flórida, estão demonstrando seu progresso contínuo de amadurecimento no treinamento com o caça Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter. Na sexta-feira, dia 24 de agosto, o piloto de testes do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Major José Bachmann, atribuído ao VMFAT-501, voou a surtida de número 200 em Eglin, com uma aeronave F-35B.

Os caças F-35B do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA estão realizando voos de treinamento na Base Aérea de Eglin. (Foto: U.S. Air Force)
Bachmann está trabalhando como instrutor da unidade de pilotos em transição. No voo de número 200 ele estava dando instrução para o piloto dos fuzileiros, o major Mike Rountree, que é um altamente experiente instrutor da escola de armas. Rountree está realizando a conversão do AV-8B Harrier II para o F-35B.

“As aeronave amadureceram muito desde os primeiros dias”, disse Bachmann. “O que nós estamos vendo é apenas trancos e barrancos de maturidade com os aviões que temos aqui.”

O Major Rountree está realizando a conversão do AV-8B Harrier para o F-35B em Eglin. (Foto: U.S. Air Force)
As aeronaves são previsíveis e parecem ser sustentáveis, “o que é bom para a taxa de produção de surtidas”, acrescenta. Rountree disse que os mantenedores da 33ª Ala de Caça estão ganhando experiência e aprendendo como os sistemas do F-35 se comportam, o que ajuda a aumentar a taxa de geração de surtidas da unidade.

As aeronaves estão realizando missões conjuntas com F-35 A e B em Eglin. (Foto: U.S. Air Force)
Neste momento, a base começou a voar com o F-35 Block 1B que adiciona um software melhorado, mas também algumas modificações de hardware. As aeronaves Block 1B são muito mais estáveis e previsíveis do que as aeronaves Block 1A, disse Rountree.

O próximo passo para os pilotos instrutores em Eglin é validar o material didático para o software Block 1B, disse Rountree. Isso é necessário para treinar os aviadores do USMC que estão se preparando para o primeiro esquadrão operacional de F-35B do serviço em Yuma, Arizona, no final do ano.

As aeronaves F-35B que realizaram as surtidas de número 199 e 200 em Eglin. (Foto: U.S. Air Force)

Atualmente, o envelope de vôo para o F-35 está “muito, muito restrito”, disse Bachmann, mas há sinais de melhora. As impressões iniciais são que “ele voa muito como uma mistura do F/A-18 e do F-16”, disse Bachmann, que anteriormente era um piloto de testes na Estação Naval de Patuxent River, Maryland.

As aeronaves F-35B devem iniciar dentro de alguns dias as missões de reabastecimento aéreo. (Foto: U.S. Air Force)
O F-35 não necessita mais de uma aeronave acompanhante, disse Rountree. “Não temos mais um requisito de sermos acompanhados por uma aeronave diferente”, diz ele. Em vez disso, os caças F-35s agora estão voando em formações padrão de duas aeronaves.

Além disso, os pilotos estão se preparando para começar as operações de reabastecimento aéreo com o F-35 “dentro de duas semanas”, disse Bachmann.

Fonte: Flighglobal – Tradução: Cavok

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3 COMENTÁRIOS

  1. "Não temos mais um requisito de sermos acompanhados por uma aeronave diferente", disse o major Rountree. Claro, quer andar de bicicleta de rodinhas a vida toda? 😀 Anda logo, quero ver o gabiru numa Red Flag.

  2. Eu não entendi o mérito, voou 200 surtidas e ainda não caiu? Eu achei que isso fosse o esperado.

  3. Esses F-35B parecem os transformers, muito bonito…

    Voo 200 surtidas sem nenhuma queda, espera ficar operacional de verdade para ver.

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