Um caça Lockheed F-22 Raptor, da 49th Fighter Wing, da Base Aérea de Holloman, New Mexico, voa durante uma missão de treinamento durante o Red Flag 11-3, no dia 2 de março. (Foto: Senior Airman Brett Clashman / U.S. Air Force)

Durante o Red Flag 11-3, que foi realizado entre os dias 21 de fevereiro e 11 de março, During Red Flag, as tripulações de voo e de solo da 49ª Ala de Caça da Base Aérea de Holloman, New Mexico, participaram ativamente de cada exercício simulado definido realizado a partor da Base Aérea de Nellis, Nevada.

Um caça F-22 Raptor de Holloman se afasta do KC-135 após receber combustível em voo. (Foto: Airman 1st Class George Goslin / U.S. Air Force)

As missões para os pilotos de Holloman seguiam após um plano de treinamento que consistia de voos de formação até missões mais complexas como ataques planejados e combates aéreos contra unidades agressors.

Um Raptor recebe combustível de um KC-135 durante o Red Flag 11-3, realizado em Nellis, Nevada. (Foto: Airman 1st Class George Goslin / U.S. Air Force)

A fabricante do F-22, a Lockheed Martin, e a USAF citam que o caça detém uma taxa de vitória de 30:1 entre o Raptor e suas vítimas, o que significa que para cada vez que um Raptor é vencido em combate, 30 caças inimigos são abatidos. E não foi diferente nessa última edição do Red Flag. Os pilotos de caças F-16 e F-15 das unidades agressors, ou os “inimigos” durante o Red Flag, disseram estar “cansadas de sempre serem abatidas durante os combates simulados quando enfrentam os Raptors”.

Três caças Raptors da 3rd Fighter Wing, da Base Aérea de Elmendorf, Alaska, durante voo de treinamento no Red Flag 11-3. (Foto: Senior Airman Brett Clashman / U.S. Air Force)

Além dos caças Raptors da Base Aérea de Holloman, New Mexico, os F-22 da 3ª Ala de Caça, da Base Aérea de Elmendorf, Alaska, também estiveram participando das missões simuladas que partiam de Nellis.

Um caça F-22 Raptor da U.S. Air Force, durante o realista exercício de combate Red Flag 11-3. (Foto: Airman 1st Class George Goslin / U.S. Air Force)

O Red Flag é um exercício de treinamento de combate de forma realista que a USAF realiza com seus aliados, normalmente contando com a participação de mais de 80 aeronaves de diversas bases dos EUA e de outras partes do mundo.

Durante a edição 11-3 do Red Flag, além dos caças F-22 dos EUA, participaram os caças Tornado GR4 da Royal Air Force. (Foto: Tech Sgt. Michael R. Holzworth / U.S. Air Force)

Participaram dessa última edição as aeronaves militares dos Estados Unidos (USAF e U.S.Navy) incluindo F-15s, F-16s, E-3s, E-8s, A-10s, B-2s, C-130s e KC-135s, dos estados de Nevada, Missouri, Georgia, New Mexico, Missouri, Nebraska, Texas, South Carolina e Washington. Das aeronaves estrangeiras participam os GR4 Tornados da Royal Air Force, do Reino Unido, e os C-130 Hercules da Royal Australian Air Force, Austrália.

Um caça F-22 Raptor, da Base Aérea de Holloman, New Mexico, é preparado na linha de voo da Base Aérea de Nellis, Nevada, para mais uma missão durante o Red Flag 11-3. (Foto: Tech Sgt. Michael R. Holzworth / U.S. Air Force)

O exercício é um avançado treinamento de combate para os pilotos de caça, que conduzem as operações numa vasta área de treinamento da base de Nellis, a qual mede 60 por 100 milhas náuticas. O treinamento envolve combates ar-ar bem como ataques a alvos no solo, como aeródromos simulados, comboios e outras posições defensivas no solo.

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62 COMENTÁRIOS

  1. Até a entrada do PAK F/A T-50 , o F-22 é e ainda será a nata da aviação de caça por um bom tempo sem rivais e ameaças a sua altura , quer queira ou não , mas lembrando que o caça como qualquer outro tem suas limitações e pontos fracos , ou seja não é invencível .

  2. O 100 por 1 caiu para 30 por 1? rsrsrss… e contra F-16 e F-15 de blocos antigos? agressores voam, em sua maioria, até F-16B25… e F-15 mais antigos ainda…
    Como seria então este 30:1 contra, Rafales, F-16B60, Typhoons, SU-30MK, SH e F-15C de última versão… já com AESA? 5:1? 3:1?
    Num exercício recente, o F-22 não foi, nem te perto, tão superior assim… ao que me consta foi apenas superior… digamos 2 ou 3:1… o que ainda o mantém como aeronave fantástica e suprema! mas mortal também… no sentido que pode ser surpeendida! acho que o SH Growler saberia se "virar" contra o Raptor…
    fico imaginando qual seria a modernização de meia vida do F-22…

    Sds!

    • Lembram que quando o F-14 Tomcat se tornou operacional, o que mais chamava atenção, era sua capacidade de rastrear 24 alvos, selecionar os 12 com maior potencial ofensivo e disparar contra 6 ao mesmo tempo? Falamos de um vetor que foi projetado na década de 70. Não tenho dúvidas que ele seria um adversário de peso durante muito tempo. Imaginem então o que não poderia ser feito por um projeto bem mais moderno e com as tecnologias e desenvolvimentos atuais.

      Bons vôos a todos.
      Cmte. Avelino
      BH-MG

  3. O Brasil , ainda pensa com mente de criança , o pensamento de país pobrinho não sai da cabeça , já somos quase a 6º economia do mundo ! e essa ideia de ficar querendo comprar armamento de outro pais não sai da cabeça , tem dó !
    temos que produzir tudo desde uma bala , até o satélite espião , chega de depender dos outros , primeira coisa que acontece em uma guerra , si o pais fornecedor estiver em desacordo com uma decisão soberana nossa , eles cortam o fornecimento de armamento e tudo ! , ai sim estamos acabados !

  4. Vamos ver se o F 22 Raptor é capaz de ganhar de alguns caças russos, por exemplo do Su27, Su35, Su37, o novo T50, Su 47, etc…

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