IMG 4791 - IMAGENS: FAdeA apresenta o primeiro helicóptero Z-11 montado na Argentina
O primeiro helicóptero chinês Z-11 que foi montado na Argentina pela FAdeA. (Foto: Diego Oscar Rojo / AirMercosur)

Por ocasião das comemorações dos 85 anos da Fábrica Argentina de Aviones (FAdeA), foi apresentado o primeiro helicóptero Z-11 montado na Argentina e da história da fábrica, abrindo assim um novo nicho na construção de aeronaves, mas desta vez de asa rotativa. Na Argentina ele será designado CZ-11 e chamado de Pampero.

IMG 4876 - IMAGENS: FAdeA apresenta o primeiro helicóptero Z-11 montado na Argentina
A Argentina vai oferecer opções de customização dos aviônicos a bordo do helicóptero Z-11. (Foto: Diego Oscar Rojo / AirMercosur)

Embora a fuselagem do primeiro protótipo demonstrador tenha vindo da Avicopter na China com um motor de origem francesa, o estabilizador foi fabricado na Argentina pela FAdeA e será o primeiro componente nacional até que mais peças possam ser substituídas no futuro, com a maioria das peças devendo ser de origem nacional. O motor também terá opções de escolha entre uma turbina francesa, uma chinesa ou uma norte americana.

A FAdeA assinou em outubro de 2011 um contrato com a empresa chinesa para montar localmente os helicópteros ligeiros Z-11 para o mercado argentino e latino americano. Lembrando apenas que o Z-11, embora seja muito semelhante ao Eurocopter Esquilo, não é fabricado na China sob licença.

IMG 4818 - IMAGENS: FAdeA apresenta o primeiro helicóptero Z-11 montado na Argentina
O helicóptero Z-11 realizou um voo para os convidados na FAdeA. (Foto: Diego Oscar Rojo / AirMercosur)

A ideia é fornecer os helicópteros para vários serviços militares e civis, visando padornizar a força de asa rotativa da Argentina.

As fotos e a ajuda no texto são do site parceiro do Cavok Brasil na Argentina, o AirMercosur, do amigo Diego Oscar Rojo. Gracias 😉

zemified e - IMAGENS: FAdeA apresenta o primeiro helicóptero Z-11 montado na Argentina
Anúncios

38 COMENTÁRIOS

  1. Uh, que paulada na Helibrás… Vão começar a vender genéricos do Esquilo para as FFAA sul-americanas que sempre tiveram essas máquinas, mas via Eurocopter (Ecureil/Fennec)… Ah, como eu acho ruim. 🙂

    • Pois é… A Eurocopter passou anos dando bola nas costas da filial brasileira e vendendo Esquilos direto da matriz e deixando só a manutenção por aqui. Agora que finalmente transformaram a filial aqui em fábrica mesmo, com o super-contrato dos Caracal, pra centralizar as vendas na América do Sul, tomam bola nas costas dos chineses. Merecer mereceram, agora vão ter que concorrer com as versões xing-ling dos seus próprios produtos. E o pior é que com a China avançando bem nos países bolivarianos e simpatizantes, ocupando o vácuo investidores, parceiros e fornecedores que esses próprios países criam com suas políticas externas pitorescas, essa versão xing-ling deve acabar vendendo bem por lá.

      E a Argentina não perde uma chance de uma joelhada nos países baixos como disse o Tireless. Se bem que, sob a ótica deles, eles não tem muita opção. Quem hoje, depois do calote e das extravagâncias dos Kichner, bota um tostão furado lá? Só os chineses aproveitando o vácuo para expandir sua influência por aqui e garantir um grande fornecedor de alimentos. Até barco da marinha deles tão apresando por causa do calote. Só fico imaginando qual a garantia que os chineses tem, porque com certeza tem uma, eles não dão ponto sem nó. Se alguém mais inteirado do assunto se dispuser a explicar, agradeço. 🙂

  2. Chupa essa Brasil! Chupa essa Helibrás! Como sempre a Argentina dá uma joelhada nas partes baixas dos brasileiros. E agora chegaram ao inusitado de montar uma cópia da versão xing-ling do venerável AS-350/HB-350. E ainda tem gente por aqui que acredita em integração Sulamericana, comércio sul-sul, MERCOSUL e outras bobagens do tipo.

    • Olá, amigo Tireless.

      É isso aí. Mas pensando bem ninguém tem obrigação de comprar helis da Helibrás. A diferença é que ja montamos esquilos a tempos e eles começam agora.

      • Salve amigo Relojoeiro!

        Mas não deveria ser esse o espírito da integração sulamericana como é cantado em prosa e verso pela propaganda oficial? Se houvesse vontade política não poderia a louca embotocada costurar um acordo com o governo brasileiro, a Helibrás e a EADS/Eurocopter no sentido de a FADEA atuar como subcontratada, fabricando componentes do HB-350 e eventualmente efetuar a montagem final do mesmo liberando as instalações de Itajubá para a montagem dos Caracais/EC-225 ou mesmo outros produtos como o EC-120 ou o EC-135? Mas não! O que a louca fez? Empenhou-se para montar do outro lado da fronteira o genérico xing-ling do carro – chefe da Helibrás ou seja, maior má-fé que essa não existe.

  3. O Exército Boliviano já demonstrou interesse nesse helicóptero que complementaria os Z-9 adquiridos.

  4. Os apologistas do "Brasil-PuTênfia" (mais uma vez)perderam! Abusam da empáfia sonhando com planos tão mirabolantes como inexequíveis tais como forças armadas fictícias e dois Porta-Aviões fictícios equipados com caças igualmente fictícios, assim como a mais do que fictícia integração sulamericana sob a liderança do Brasil. Entretanto a realidade é bem outra e teima em desmontar tais delírios. Quem prestou um mínimo de atenção às aulas de história no colégio sabe que os países da América do Sul têm imensa dificuldade em aceitar uma eventual liderança brasileira, e uma observação superficial dos fatos atuais mostra de forma cabal como as atuais lideranças populistas desses países usam de má-fé conosco.

    Ainda assim o atual ciclo político brasileiro teima em abrir mão de prioridades e projetos nacionais em benefício de fictícia e atualmente impraticável integração sulamericana. Basta ver que para substituir o T-25 Universa na AFA optou-se por desenvolver o Bolivarian Trainer Aircraft em detrimento do promissor K-51 Pilgrim
    http://www.cavok.com.br/blog/?p=48944

    Da mesma forma, em sua fúria anticapitalista, os mesmos apologistas adoram criticar e colocar como encarnação do mal corporações de defesa tais como BAe Systems, Boeing, Lockheed-Martin, Northrop-Grumman e Raytheon mas emprestam silêncio conivente (e desconfio de satisfação) quando uma "gloriosa" Estatal chinesa se une a uma governanta oportunista e populista para praticar dumping no mercado de helicópteros sulamericano e prejudicar o projeto estratégico do Estado Brasileiro (sorry, mas aqui não dá para dizer que a Helibrás foi criada de 2002 para cá).

    • Caro HMS Tireless, e se fosse a Robinson Helicópteros concedendo permissão para montagem e comercialização do R-44 (ou R-22), helicópteros bem mais aceitos (pelo seu custo/benefício) do que os Esquilos?

      • André:

        Talvez não fosse tão ruim visto que os produtos da Robinson ocupam nicho de mercado diverso do Esquilo/Ecureill. Mas no caso em tela é pior pois não se trata de de um concorrente similar mas sim do mesmo produto.

        • O R66 está no mesmo nível do Esquilo B1/B2…

          O B3 já é outro patamar.

          De qualquer maneira o dia que o Frank Robinson aceitar uma linha de montagem fora da Califórnia ainda está muito longe de chegar.

          A empresa por incrível que pareça pelo seu porte é estritamente familiar.

          Com o velho Frank a frente com a sua genialidade.

  5. Que tal dar o troco montando uns "sukhois genericos chineses"? Pior que tá não vai ficar.

    • Uma das ambições da FAdeA é montar algum caça Chinês para substituição dos caças da FAA e para venda no mercado sul americano. Agora se isso vai se concretizar, só o tempo mostrará.

      Sds.

    • Caro profjulioribeiro, acho que só embarcaria nessas do J-11B e J-15 quem não quisesse, tão cedo, ter qualquer relacionamento com os russos (os caras estão fulos da vida com essas cópias. Acredite)…

  6. Mais uma vez, parabens aos argentinos, por estarem lentamente se recuperando.

  7. Uma excelente jogada!

    Creio que o maior atrativo são as diferentes opções de motores. Isso torna qualquer proposta de venda dessa máquina extremamente flexivel, atendendo a clientes de qualquer alinhamento político.

  8. Ainda acho que a parceria certa ultimamente é com a China e a Russia. Se não fosse o governo burocrático Kishnerista os argentinos poderiam ir longe nessas conversas com a China.

    • Caro Relojoeiro, se a Sra. de Fernandez não fosse tão superficial e os militares de lá não fossem tão queimados, carapintadasmente, eles já teriam no mínimo uma dúzia de ultrapassados MiG-29SE, já os estariam modernizando e nós, por alarmismo bobo, já teríamos o nosso F-X2 definido há tempos…

  9. Pois é, será que a Argentina também tem uma parceira com os chineses na qual eles pagaram os olhos da cara, e ainda financiaram tudo para montar (pois é isso que vão fazer, igualzinho um certo Paifs sul americano) estes helis? Lá, pelo menos já vão começar "fabricando" a mesma coisa que nós "fabricamos" dos esquilos há mais de vinte anos (tapetinhos, portas, parafusos e alguns outros itens de "altíssima" tecnologia).

  10. A China comprou os direitos de produção do Z-8(AS-321 Super Frelon) e do Z-9(AS-365 Dauphin) e se acertaram quanto a cópia não autorizada do Z-11(AS-350), a China não pagaria nada e em troca compraria um lote do motor francês Arriel 2B1A para uso nas primeiras unidades e exportação.

    A Eurocopter prefere se acertar e manter a antiga parceria com os chineses, a Helibras não tem nada a reclamar.

    A Eurocopter inclusive abriu filiais na China em SHANGHAI e HONG KONG e não vai criar problema pelo Z-11.
    http://www.eurocopter.com/site/en/ref/China_707.h
    http://corpjetfin.live.subhub.com/custom/Eurocopt

    Vejam modelo produzido pela cooperação China e Eurocopter.
    http://www.cavok.com.br/blog/?s=ec175

  11. Caro caio, e olha como os chineses adoram os capitalistas: os helis genéricos são movidos à Turbomecas novinhos… Afinal, como dizia a Bruna, "pagando bem, que mal tem?" — é só mais um negócio mesmo, como outro qualquer (não tem nada de "solidariedade em defesa dos direitos autorais, industriais etc franceses" e outros discursos furados. Ainda bem)… 🙂

  12. Enquanto isto no Brapfil Putênfia pagamos 400 MILHÕES DE DÓLARES do nosso rico din din, para a lego copter vir aqui e montar uma similar a Argentina Chinesa, só que lá custou 11 MILHÕES DE DÓLARES, ohhh como nós somos espertos né…ahhh vamos vender helis para mercado sul americano, tá bom, jóia, US$ 45.000.00,00 a versão by peladex……

    Grande abraço

  13. Será que esses Esquilos chineses montados na Argentina custarão o dobro da versão de mercado? 🙂

    E o pior, logo de cara já terão partes feitas em casa. Aqui, nem vamos falar do Esquilo, mas o EC-725 terá de esperar pela célula no 17 para ter alguma coisa brasileira, claro, ao dobro do preço.

    []'s

  14. Pois é Nick, e aí tem alguns donos de blog, autodidatas em defesa(saliente-s que o noosso Valduga não se enquadra neste naipe) querendo colocar o problema nos "relojinhos" dos BHs da FAB. Como o cidadãoemq uestão não sabe a diferença entre uma melancia e uma capsula espacial ele de uma "Goebbelica" repete o mantra de forma consistente até que se torne uma verdade, mal sabe ele que o dos "Relojinho" veio voando do EU, chegou, começou a OPERAR, vejam bem a expressão, OPERAR, e até agora pane 0, e custou US$ 16.000.000,00 e principalemten funciona, já o de MFD com "gancho" de FLIR(esta conta virá para nós tambe´m, estima-se algo em tornode uns US$ 13.000.000,00 para integrar od sitos full mission, mas porém até agora foram tão solamente "vuelos", missiones pero no hay….uma sucessão de panes e muiiito poucas horas de vôo.
    Aí sai uma foto da lego copter de uma célula d0 dito cujo com suporte de RWR, o mesmo blogueiro em um surto masturbativo alucinógeno, alardeia aos quatro ventos que será já entregue o primeiro full mission, mal sabe ele, que aquela célula veio da França, será MONTADA no Brasil na lego fábrica e será usada para testes de ensaio, com previsão dentrega para inicio de 2014, se tudo funcionar bem, então como nós vemos a distãncia entre a realidade operacional e o mundo de faz de contas muitas vezes tem um cannion do Itaimbezinho no meio.

    Grande abraço

    • No que diz respeito à Marinha o Caracal vai bem, obrigado. O Seahawk idem. Na FAB o Hind também tem sido elogiado. E o mais importante, cada qual se destaca na sua função, sem preconceitos ideológicos daqueles que operam as aeronaves. O resto é papo de fanboy, que faz conta de padaria pra tentar justificar o próprio preconceito. 🙂

    • ESte mundo dantesco do "Muito bonzinho e do muito malvado", onde só o malvado vence, deve ser terrível mesmo!…

      como diria o finado "RonaldoR": "Lá vem vc denovo!"

    • Juarez,

      O Ec-725 e o BlackHawk são helicópteros de classes diferentes. O Ec pode levar o dobro de pessoal e tem uma capacidade de carga consideravelmente maior.

    • Taí, sempre tive a curiosidade de ver os extratos de contrato das compras dos Black Hawk. Já vi, em foruns e blogs na internet, o extrato do contrato dos Sea Hawk e do aditivo incluindo as duas opções, US$ 361.638.220,00 pelos 6, isso porque a notificação previa um valor de até US$ 300 milhões, mas a MB deve ter solicitado mais equipamentos e/ou versões mais modernas. Já vi também a notificação da DSCA do último lote de 6 Black Hawk, US$ 300 milhões. Mas o extrato do contrato mesmo nunca vi. Não sei em que dia, mês e ano foi publicado no Diário Oficial da União. Mas o Juarez, que é tão fontado, deve ter visto não só o extrato, mas o contrato na íntegra. Poderia nos mostrar pelo menos o extrato, Juarez? Pra avaliarmos nós mesmos se faz sentido esses preços que você apresenta?

  15. Isso é produto de vários problemas acumulados em décadas :

    Caso Malvinas

    Aliança EUA – Royal neste caso

    Recusa de diálogo da rainha

    Ocupação Militar das Ilhas

    Manobras militares dos ingleses nas Ilhas

    Movimentação de militares ingleses na Antártida (está provocando no Brasil apressar reocupar sua base lá )

    Abandono ocidental -econômico/tecnolgico -na América do Sul

    Sabotagens econômicas

    isso tudo acabou gerando o aumento do poder vermelho no continente encabeçado por Havana usando Chaves como boca de aluguel( Porque no te calas ?)

    Lógico , a Argentina é um país soberano e tem todo direito de procurar outras soluções , ainda que vermelhas vinda de governos vermelhos.

    Repito, a Unasul fica, o Mercosul duvido.

    E o raciocínio de alguns está equivocado, o Brasil não está sendo traído e não está perdendo nada.

    Agora, EUA , ingleses, União européia -estão perdendo muito,e não é credibilidade, isso já perderam faz muuuuito tempo.

    • Você se engana meu caro! O Brasil, a Helibrás e a EADS/Eurocopter perdem muito afinal o carro chefe de empresa agora vai sofrer concorrência de um genérico xing-ling, construído por estas bandas pela governante oportunista e populista da argentina que, como sempre, mandou a pretensa integração sulamericana às favas.

      • Concordo e não concordo também, meu caro.

        Por mais de 100 o ocidente teve a oportunidade de prestigiar a América do Sul, ao contrário , esqueceu, sabotou e guerreou contra um de nós (ou contra todos ? ) e agora ocupa militarmente umas ilhas e visa a Antártida.

        A china chegou ontem e não perdeu tempo, está fazendo sua parte naquilo que o ocidente deveria ter feito.

        Tá aí, é vermelho pra todo lado, e a tal integração do jeito que está hoje eu também não a quero, não tenho a menor vocação para soldado de Sendero Luminoso , Farcs ou qualquer outro tipo de facção criminosa.

      • HMS TIRELESS,

        Mas aí é que está…

        O objetivo de uma industria é o lucro, correto? Por tanto, se há um nicho específico de mercado que pode ser explorado e que virtualmente não tem concorrência, e tem-se em mãos uma empresa capaz de abrir uma nova frente de produção para concorrer e lucrar, então não há nada mais lógico do que investir no seguimento, desde que acompanhado de um estudo do mercado em específico.

        Em suma, ninguém passou a perna no Brasil. A produtora local é que tropeçará sozinha se não preveu a concorrência e não se antecipou a ela. Esse acordo da China com a Argentina não começou hoje e houve margem de sobra para uma preparação do produto local para a concorrência.

        O que eu quero dizer é que, no meu entender, não houve deslealdade dos argentinos nesse caso… Até porque, até onde eu sei, não há nada específico nos acordos comerciais sulamericanos dizendo que um determinado país não pode produzir um determinado itém porque já é produzido por outro…

  16. No que diz respeito à Marinha o Caracal vai bem, obrigado. O Seahawk idem. Na FAB o Hind também tem sido elogiado. E o mais importante, cada qual se destaca na sua função, sem preconceitos ideológicos daqueles que operam as aeronaves. O resto é papo de fanboy, que faz conta de padaria pra tentar justificar o próprio preconceito. 🙂

    Como é que se pode avaliar algo que não está operacional, como os MI 35 e EC 725, como podem ir bem se não estão declarados operacionais??

    Deve ser alguma premeditação da mãe Dinah ou de alguém que provavelmente nçãs sabe e não conhece, como é muitop corriqueiro aqui…

    Grande abraço

    • Engraçado não é?! tu pode dizer o que o EC é e não é… mesmo ele não estando operacional, mas ninguém pode defender a escolha, baseando-se no MESMO TEU ACHISMO!??? sim, se o de outro é, o teu também é? então pare de postar as mesmas ladainhas de sempre! já perguntou ao editor sobre os SP chilenos e suas percepções acerca desta aeronave? devia, talvez tu pare de com estes sofismas que não se sustentam nem com um beija flor pairando em cima!
      como já te disse, lugar destas conversinha que te apoiam é lá no blog dos suecos! aqui terás sempre terá alguém para te encaminhar ao mundo real!

      • O Hind e o Caracal, foram comprados sem um simples vôo de teste..

        Lembre disto..

        Não tem como um programa deste ser sério, por mais que vocês acreditem na capacidade industrial dele.

        O BH já havia sido voado pelo pessoal da FAB em operações conjuntas e já era conhecido da Força.

        • "O BH já havia sido voado pelo pessoal da FAB em operações conjuntas e já era conhecido da Força" mesmo antes daquela operação de paz coordenada pelo Brasil no conflito Equador e Peru? Pq até onde sei, foi naquele momento que o BH passou a ser operado no Brasil e sua compra, até onde lembro, foi feita de forma direta (como se aquele lote inicial de 4 unidades, tivesse sido comprado para testar a qualidade do equipamento).

    • Juarez,

      Tanto o Caracal quanto o Hind já participaram de exercícios com as forças armadas. O Hind, salvo engano, já realizou até mesmo exercícios empregando munição real. Pode-se dizer, portanto, que o Hind já está operacional a nível de esquadrão.

Comments are closed.