O Rafale “C137”, o primeiro Rafale de produção em série equipado com radar AESA, taxia na unidade da Dassault, em Merignac. (Foto: Frenchy on Pics-Aeronef)

Segundo o blog RafaleNews, o primeiro caça Rafale de produção em série que será entregue com o radar AESA RBE-2 está passando por testes finais na unidade da Dassault Aviation de Merignac. O caça é um modelo Rafale C (C137).

A aeronave vai ser entregue para ao Centro de Avaliação Técnica da Força Aérea Francesa (CEAM) no final deste mês e depois deve entrar num período de testes de 18 meses antes de ser integrado a Força Aérea Francesa.

O Rafale C137 também possui o novo sistema de alerta de mísseis IIR na ponta do estabilizador vertical. (Foto: Frenchy on Pics-Aeronef)

A aeronave também está equipada com uma nova geração de sistema de alerta de mísseis IIR DDM-NG e provavelmente o OSF-IT.

As fotos foram publicadas no fórum Frenchy on Pics-Aeronef.

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23 COMENTÁRIOS

  1. E o muito falado e nunca visto (em funcionamento) motor M88-4? Quando veremos uma dupla deles instalada, para testes?

    • Caro Armand Assante,

      Este já está equipado com o M-88 4E. Na verdade se o "anúncio" do ex-presidente Lula tivesse valido alguma coisa. Este seria a versão que a FAB estaria recebendo, provavelmente em 2013/14.

      []'s

  2. Levou um "seculo" para o rafale ter um radar AESA,talvez mais um "seculo" e ele tenha um par de turbinas mais potentes.

    • Com essas turbinas "fracas" ele leva 9 ton. com uma mais potente ele iria sair de orbita!

      • kkkkkkk Mas quem precisa de 200 Kn pra sair do chão é o Tijolinho.

      • Caro Chicão,

        O ERIEYE não conta? E o PS-05 que equipa a versão C/D dos Gripen não é sueco??? 🙂

        []'s

      • Francisco AMX,

        O PS-890, que equipa o E-99, é um AESA legítimo desenvolvido pela Ericsson.

        Os suecos não estão tão longe assim de terem o seu próprio modelo de radar AESA para caças. Na verdade, o radar RAVEN ( para o Gripen NG ) já existe e, salvo engano, já foi instalado no demonstrador do Gripen NG.

  3. É… 2012, tudo como "combinado"… estes franceses!… acabam com o sonho dos troladores… tem muita gente que vai chorar na cama agora a noite… lugar quentinho é bem melhor! rsrsrs

    • Olá, Francisco.

      Pois é… Essa notícia é mais um duro golpe na pouca credibilidade que os fanboys ainda têm.

  4. Caro Nick, bom saber, Depois do "pós-programa TCO", eu não sabia que a dupla M88-4E/RBE2 já estava casada numa aeronave… 🙂

    • Caro Armand Assante,

      Esse M88-4E apesar da denominação não é um "super-M88", mas é mais econômica em termos operacionais. Os franceses pensando mais em reduzir custos do que aumentar o desempenho. 🙂

      []'s

  5. Parabéns aos franceses pela realização. Demorou, mas chegou!

    E uma coisa não se pode negar: o danado é bonito!

    Pena que a plena operacionalidade é coisa pra 2014/2015 ainda…

  6. Parece que agora ele está completo de verdade. A peça-chave que faltava já está integrada.

  7. Bem se agora o papo vai para estar operacional…

    Sabe lá quando o Gripen com seu fantástico mini radar AESA móvel balançante vai estar operacional na Suécia ou na Suíça….

    Estou amando tu isso…

    • Sobre as novas características da turbina M88-4E e notícia sobre a nova turbina do estágio de alta pressão(mais empuxo) veja link:
      http://rafalenews.blogspot.com.br/2012/09/in-pres

      Já foram PRODUZIDAS 16 turbinas M88-4E (equivale a 8 Rafales).

      Em 4-5 anos todas as turbinas M88 em serviço serão atualizadas ao padrão M88-4E.

      Duração de vida das peças de manutenção mais intensiva aumentadas em 60%.

      Evolução da turbina de alta (resultante do programa Theo) para o aumento de empuxo prevista para 2015.

      A montagem de um M-88 leva 36 dias.

      Continua a discussão com a Índia para adoção da parte de alta pressão da M-88 no projeto Kavery indiano.**

      ** Quem já viu fotos do motor Kavery pode observar que o principal problema do projeto é seu estágio de alta pressão de diâmetro excessivo. O que a torna pesada e difícil de incorporar a um design de aeronave esguio.
      Esta forma tende a impor um desvio excessivo do ar dentro da turbina gerando perda cinética de potência e desgaste prematuro do engenho.
      A adoção/adaptação da turbina de alta do M88 (se possível) tornaria-a mais esguia e melhoraria a fluidez do ar dentro da turbina. E com a escolha do Rafale no MMRCA a trandferência desta tecnologia seria um "adiantamento".

      *** Observação minha, dependendo do empuxo, tamanho final e dimensões desta turbina híbrida M-88/Kavery forem próximas ou proporcionais o suficiente ao airframe do Rafale…
      E caso o projeto MANTENHA a parte de empuxo vetorizado que os indianos acrescentaram ao projeto Kavery com sua experiência com os motores russos…

      A construção de um protótipo Rafale com empuxo vetorizado pode vir a ser SERIAMENTE considerado para avaliação pela Índia até com a participação francesa.

    • he he, verdade Gil!… O Typhoon não conta com AESA, não tem capacidade de ataque inteligente, falta uma série de integrações, mas mesmo assim merece elogios rasgados de muitos por aqui, alguns destes são críticos contumazes do Rafale… até falam em custos e atrasos… é um paradoxo só…

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