O primeiro voo realizado pelo helicóptero Avicopter AC352 na China. (Foto: Harbin)

O Avicopter AC352, um projeto conjunto entre a China e a França, realizou seu voo inaugural hoje, dia 20 de dezembro de 2016, em Harbin, na província de Heilongjiang, no extremo norte da China.

Anteriormente conhecido como Eurocopter EC175 e Avicopter Z-15, o helicóptero de classe média de 7 toneladas foi desenvolvido em conjunto pela Airbus Helicopters (ex-Eurocopter Group) e a Harbin Aircraft Industry Group da AVIC.

O novo helicóptero bimotor médio é o primeiro do tipo da China e é um dos helicópteros de classe média mais avançados do mundo, na classe de 7 toneladas, capaz de transportar até 16 passageiros

O motor WZ-16 foi construído na China, desenvolvido conjuntamente pela Safran Helicopter Engines, CAPI e Dongan, partes do novo consórcio Aero Engine Corporation da China (AECC), em parceria para desenvolvimento e produção. Junto com alguns outros componentes principais, no ocidente o motor fabricado pelo grupo Safran é conhecido como Ardiden 3C.

O helicóptero AC352 possui um motor chinês desenvolvido em parceria com a fabricante Safran.

O Avicopter AC352 é construído para aplicações civis e para-públicas, como missões de busca e salvamento, e para indústria de petróleo e gás é visto com grandes possibilidades.

Após o primeiro voo, o novo helicóptero deverá ser entregue aos seus clientes de lançamento em 2018.

O helicóptero AC352 é desenvolvido em conjunto entre a Airbus Helicopters e a Harbin Aviation Industry.

Atualmente, a Avicopter desenvolve uma série de helicópteros civis AC, incluindo o helicóptero AC310 de uma tonelada, o helicóptero AC311 de duas toneladas, o helicóptero AC312 de quatro toneladas, o helicóptero AC352 de 7 toneladas e o helicóptero AC313 de 13 toneladas.

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2 COMENTÁRIOS

  1. "Fiote" do NH-90, bonito mesmo.

    A China não tem a menor vergonha de abrir a mão para ter o que quer e, se não fosse uma ditadura, daí, um "sistema" de governo desprezível, seria um exemplo de nação que investe inteligentemente, com retorno garantido para o desenvolvimento tecnológico-aeronáutico do país: se os françolas (e alemães, pois a Airbus Helicopters também agregou os chucrutes da Daimler Aerospace, MTU e MBB) têm algo que eles querem, os chinas vão lá e pagam, entopem a goela dos europeus de grana e passam a ver como se faz o negócio, aprendendo muito com isso. Sem frescurites, bambezas, lerdices. Estão cientes que estão numa corrida e querem peitar os grandes. Só não podem ganhar.
    E se não fossem os EUA (claro), eles já seriam os outros grandes amigos de Israel e teriam comprado a IAI e a Elbit juntas… 😀

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