A Índia está equipando com novos recursos o Su-30MKI.

Para combater a China e o Paquistão, a Índia aumentará o poder de fogo de seu caça Su-30MKI. O aprimoramento será feito através de um programa que foi recentemente aprovado pelo governo de Narendra Modi.

De acordo com uma reportagem do India Today, as aeronaves serão equipadas com novos pods de reconhecimento que ajudarão a detectar terroristas escondidos em locais remotos, como montanhas e bunkers.

Também poderão identificar bunkers construídos pelo inimigo, camuflados no solo. Os pods de reconhecimento ajudarão a analisar os terrenos suspeitos em que ativos inimigos de alto valor ou terroristas poderiam estar se escondendo, localizar o alvo e eliminá-lo.

Esses pods de reconhecimento não estavam disponíveis durante a guerra de Kargil. Com sua presença, a Força Aérea da Índia poderia facilmente destruir o exército paquistanês e os terroristas escondidos em bunkers constituídos por pedregulhos e pequenas cavernas naturais nos pontos mais elevados.

A Força Aérea da Índia descreve o Sukhoi Su-30MKI como seu jato de domínio aéreo porque permite que o serviço realize uma multiplicidade de missões necessárias para acompanhar o crescimento mundial da Índia. A versatilidade do Sukhoi Su-30MKI – devido à sua amplitude, velocidade, potência de fogo e super manobrabilidade – proporcionam à Força Aérea da Índia uma liberdade considerável na implantação da aeronave em missões ofensivas.

20 COMENTÁRIOS

    • Deve ser russo, senão haveria a questão de integração sendo comentado (creio eu).

      • Chutaram para todo o lado mas erraram, é o Thales Damocles que a Rússia ja integrou no Su-30 da Malásia e permite o uso da Paveway americana.
        A Rússia ja usa o Thales Damocles nos seus Su-34, Su-24M2, Su-27SM2 e Su-27SM.
        Na compra dos Rafale ja foi acertada a liberação do Thales Damocles para os Su-30 da Índia.
        A Russia está negociando com os franceses a produção licenciada do Thales Damocles.
        .
        O Su-30 da India é uma salada de frutas que ja usa componentes de vários países:
        "The Su-30MKI ended up using electronic systems from a variety of countries: a Russian NIIP N-011 radar and long-range IRST sensor, French navigation and heads-up display systems from Thales, Israeli electronic warfare systems and LITENING advanced targeting pods, and Indian computers and ancillary avionics systems."
        .
        O Thales Damocles é um pod misto de reconhecimento e designação de alvos.
        "Damocles features a long-range laser designator, an integrated navigation FLIR and high-resolution imagery, and is fully compatible with Paveway and BGL laser-guided bombs, imagery-guided weapons, and AASM GPS/INS/LASER-guided weapons.
        It also features a reconnaissance capability with instant transmission of imagery to ground stations. Overall robustness and ease of maintenance have been improved.
        It is capable of guiding laser weapons to their extreme range (16 km) and identifying armoured vehicle targets at 27 km also conducting post-strike analysis at the same range." wiki
        .
        Foto de um Su-30 russo em teste de integração com um Thales Damocles.
        . http://www.ausairpower.net/VVS/Su-30MK-Demonstrator-Damo...

        • Eu estou brincando quando digo que erraram, pois como a India compra muita coisa pode ser algo novo.
          Este artigo exagera um pouco na capacidade se for um Damocles, mas como é um jornal comum para leigos pode conter exageros.
          Para a India será bom integrar o Damocles no Su-30 porque virá de qualquer maneira para o Rafale.
          Como o Damocles ja está integrado ao Su-30 da Malásia fica fácil, a foto que postei no tópico anterior eram dos testes iniciais russos.
          Este é o equipamento do Su-30 da Malásia.
          Tinha gente dizendo que se o Brasil comprasse Su-30 não seria possível integrar equipamento ocidental, ja estão usando neles equipamento Françês e Israelense.
          . https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:A

          • Relaxa Strobel. Ademais, grato pela informação. Você, como sempre, muito rápido no gatilho das pesquisas!! rsrsrsrsrs saudações

            P.S.: acho estranhíssimo o fato dos russos usarem equipamento francês. Imaginava que eles deveriam já ter desenvolvido algo parecido….

        • Sua reação que esta sendo infantil jovem , o comentario dele foi leve e foi direto a informação correta .Contenha suas lagrima e retome sua vida …

  1. O louco, China e Paquistão já estão na mira, só falta declarar guerra.

  2. Espero que tenham solucionado o problema das quedas cronicas , porque nao adianta encher o SU 30 de bolinhas , paetes e lantejolas se ele continuar caindo de podre !

    • Este tipo de cobertura na aviação é usada por dois motivos, instrução IFR para o aluno não usar referencias visuais, a AFA usava nos T-6 nos anos 60, li em um relato de um piloto aposentado, e também no caso de biplaces onde um dos tripulantes opera os sistemas e outro pilota a aeronave, mesmo com a tecnologia dos displays modernos que podem ser vistos com sol forte incidindo, é muito melhor operar um display em ambiente mais escuro.
      Aquela cobertura com um trilho duplo sobre o piloto não poderia ser utilizada em um avião que tem a ejeção feita através do canopy, como o ST ou Gripen.
      Mas no Su-27/30/35 na ejeção o canopy é ejetado antes.
      Veja esta foto da ejeção no F-16 onde como no Sukhoi o canopy é ejetado frações de segundos antes da ejeção do piloto, esta foto parece montagem de tão perfeita, mas é uma ejeção real dos Thunderbirds.
      . http://www.f-16.net/g3/var/resizes/f-16-photos/album30/a...

        • Este sistema de ejetar o canopy antes é muito bom em 99% dos casos onde o avião se desloca para frente ou está parado no solo, só apresenta problemas em algumas situações estremas como ejeção sob a água ou em um parafuso chato onde o piloto pode ser ejetado contra o canopy.
          .
          Acidente com ejeção em parafuso chato mostrado na morte do Goose no Top Gun.
          . https://m.youtube.com/watch?v=jeK7NQnulbM
          .
          Ejeção sob agua, neste vídeo é feita no sistema de ejeção pelo canopy, em ejeção com ejeção da capota ela não seria lançada para trás com a facilidade que faz no ar, mesmo com o avião parado. Podendo ficar no caminho do piloto.
          . https://m.youtube.com/watch?v=CfVKUdA433Q

  3. Para conflitos de baixa intensidade, o ideal seria integrar o poder ao Tejas. Um SU-30 ficar esmiuçando terreno para ataques dessa conjuntura parece estranho. O SU-30 deveria ser reservado quando o caldo engrossar.

    • O Su-30 tem vários armamentos integrados para ataque a superfície e um Thales Damocles será bem vindo, ja usam o Rafael Litening para designar alvos, mas o françês tem uma melhor capacidade por tamber servir para reconhecimento.
      .
      O Tejas ja tem o Rafael Litening III para designar alvos e como é monoplace não teria muita finalidade usar como plataforma de reconhecimento, onde o ideal é ter um pilotando e outro operando no reconhecimento.
      . http://1.bp.blogspot.com/-QYNAfT8XQi0/UrO0MQN92FI

  4. Vou complementar sobre o uso de coberturas para instrução de alunos, no Brasil conhecido como "instrução sob capota".
    Desde que voo em aeroclubes nos anos 80 existem controvérsias sobre esta forma de instrução, pois para baratear o custo da instrução aeronaves homologadas para voo visual são usadas para ministrar instrução IFR aos alunos, mas tem que ser sob condições de voo VFR.
    Volta e meio falam em proibir esta modadidade, mas isto encareceria muito o custo da instrução, hoje pode fazer o curso e até o cheque de IFR em aeronaves VFR, desde que cumpridas algumas exigências, vejam este texto.
    . http://paraserpiloto.com/2013/08/26/cheque-de-ifr
    .
    Quando a aeronave é VFR algumas escolas usam soluções meio bizarras, ja vi o aluno e o painél coberto por uma manta presa com velcro, outros usam capacetes de proteção adaptados com peças plastocas etc.
    Mas é importante que não seja obstruida a visão do instrutor, pois é uma instrução IFR mas executada por aeronave VFR em condições VFR, alguem tem que estar olhando para fora.
    São vendidos óculos prontos para este tipo de treinamento, mas o instrutor tem que ficar de olho para o aluno não ficar levantando a cabeça.
    . http://www.sportys.com/media/catalog/product/cache/2/ima...
    .
    Vejam este vídeo de um avião no Brasil com tudo coberto, até o instrutor "sob capota", mas neste caso o avião é um Seneca que pode voar IFR e teria que estar voando com plano IFR para estar assim, sem ninguem olhando para fora.
    . https://m.youtube.com/watch?v=pX7Arlknbbo

  5. Ué? Jurava que a Índia e a China estavam unidas no Brics contra os malditos yankees,

  6. A verdade inconveniente é que a Índia está distante de alvos chineses de valor estratégico. O jeito seria uma bombardeiro estratégico, mas quem tem não vende…

    Quanto ao Paquistão, a estrategia indiana é uma mobilização total e relâmpago que permitiria uma invasão profunda do território inimigo. No entanto, os planos do inimigo são conter a invasão com armas nucleares táticas, no próprio território.

    Em ambos os casos, o ganho não vale o risco. Os pods serão usados apenas em escaramuças sobre territórios montanhosos que pouco valem.

Comments are closed.