Problemas recorrentes nos jatos Sukhoi Superjet 100 levaram a companhia aérea mexicana Interjet decidir pela troca por novas aeronaves Airbus A320neo.

A companhia aérea mexicana Interjet planeja reestruturar sua frota após problemas com suas aeronaves Sukhoi Superjet 100 de fabricação russa. Como parte da reestruturação, a companhia aérea venderá seus 22 jatos Sukhoi Superjet 100s que foram adquiridos a partir de 2013.

Até agora a companhia não deu detalhes do plano, embora destaca que acertou um aditamento ao memorando de venda de aviões com Airbus datado de 2005, assinado em novembro de 2012, para organizar a compra de 35 aeronaves Airbus A320neo, com entregas programadas entre o segundo semestre de 2019 e o segundo semestre de 2023.

Em 2015 a empresa teve um problema grave em suas operações depois de um aviso da autoridade de aviação russa, que informou sobre um defeito em uma peça que ajuda a estabilizar as aeronaves.

Na época, após inspecionar suas 22 unidades Sukhoi, a Interjet sentiu a necessidade de suspender as operações de metade da frota, o que representou um ponto de virada negativo para a companhia aérea.

A Interjet utilizará mais A320neos para economizar combustível e aproveitar as vagas limitadas nos aeroportos, já que a aeronave é maior que sua contraparte russa.

39 COMENTÁRIOS

  1. Incidente: Interjet A320 perto de Tuxtla Gutierrez em 13 de agosto de 2018, problema elétrico

    Por Simon Hradecky, criado terça-feira, 14 de agosto de 2018 20: 47Z, última atualização terça-feira, 14 de agosto de 2018 20: 47Z
    Um Interjet Airbus A320-200, registro XA-UHE realizando o voo 4O-2932 da Cidade do México (México) para Bogotá (Colômbia) com 105 pessoas a bordo, estava a caminho da FL350 a 40nm ao sul da Cidade da Guatemala (Guatemala) quando a tripulação relatou problemas elétricos, desceu a aeronave para o FL300 e decidiu desviar para Tuxtla Gutierrez (México) para um pouso seguro cerca de 50 minutos depois.

    Um XA-INJ de registro A320-200 de substituição partiu de Tuxtla Gutierrez cerca de 2,5 horas após a aterrissagem do XA-UHE e chegou a Bogotá com um atraso de cerca de 5 horas. http://avherald.com/h?article=4bc5bf05

    • Compreensível pois ainda há uma quantidade muito grande de antigos tipos soviéticos como os Tu-134 a substituir. Mas é o tipo de negócio que não alavanca o modelo no mercado exterior.

    • Estatal comprando de estatal. Não há retorno financeiro nisto, é redirecionamento de verba pública, e neste caso para cobrir o prejuízo de um produto de qualidade inferior que não emplacou no mercado internacional.

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