O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica do Irã (Islamic Revolution Guards Corps – IRGC) revelou um novo míssil antitanque chamado Azarakhsh.

O IRGC revelou no dia 1º de março um novo míssil anti-tanque fabricado pela industria iraniana. O novo equipamento militar, denominado “Azarakhsh (relâmpago)”, foi revelado durante uma cerimônia em Teerã. Embora o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica do Irã não admita o míssil tem no AIM-9 Sidewinder a sua origem.

O míssil pesa cerca de 70 kg e pode ser instalado em helicópteros. O alcance foi dito ser de 10 km e o mesmo ser ‘dispare-e-esqueça’.

O míssil ar-superfície e superfície-superfície também está equipado com buscadores de calor e teria uma velocidade máxima de 1.980 km/h.

Especialistas e técnicos militares iranianos fizeram, nos últimos anos, grandes avanços na fabricação de uma ampla gama de equipamentos nacionais, tornando as forças armadas auto-suficientes. Teerã sempre assegurou a outras nações que seus militares não representam qualquer ameaça para os países regionais, dizendo que a doutrina de defesa da República Islâmica baseia-se inteiramente na dissuasão.


FONTE: Tasnim News Agency

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21 COMENTÁRIOS

  1. Pouco dias atrás vi um motor de um F 5 fabricado por eles com engenharia reversa do original…

    • Será que esse motor se F5 deles tem qualidade proxima ao verdadeiro?

  2. Desculpem-me os amigos do blog, mas não consigo acreditar nestas maquetes iranianas! Longe de mim duvidar da capacidade dos profissionais de lá, até porque ciência é ciência em qualquer lugar! Mas isso aí só vai ser crível, para mim, se houver um mínimo de histórico de combate.
    Maquete qualquer um faz! Equipamento que realmente tenha efetividade é outra história. Por exemplo, o MAA-1, nossa “cópia brasileira” do Sidewinder, dizem que é horrível! Não acerta quase nada.

    • Sempre paira essa dúvida, mas há uma diferença crucial entre o Irã e o Brasil. Lá eles estão cercados de inimigos. Se a coisa não funcionar…

      • Só que mesmo cercados de inimigos fizeram o qaher 313 de papelão, eu não duvidaria que o míssil também seja feito na papelaria.

  3. Sabem se ja reativaram uns P-51 da segunda guerra? Rsrs.

    Estão assistindo muito Macgyver rsrs, improviso é o que impera com eles, reativam tudo, se vai funcionar certo é outra história.

  4. Os caras se superam vez após outra viu. A determinação deles merece aplausos.

  5. O AIM-9B é, reconhecidamente, "dispare e esqueça" (não pense mais nele depois de lançado, o sol se encarrega disso)…

  6. O Ira e seus armengues. Nao conseguiram sequer reduzir seu tamanho e livrá-lo das grandes aletas. Pode até ter serventia mas visivelmente está a anos luz de um Hellfire, um Kornet e diversos outros.

  7. Sim concordo, na verdade o que gera o interesse é o fato de uma nação que a anos passa por um embargo conseguir desenvolver suas próprias soluções.

    No caso de sistemas derivados do AIM-9 Sidewinder tem o que você mencionou o AGM-122 Sidearm que chegou até a ter uma produção, teve o AGM-87 Focus usado inclusive no Vietnam entre outras tentativas.

    E concordo mais uma vez que para nações com orçamentos mais restritos a oportunidade de poder usar seus misseis em outros perfis de missão é bem interessante, imagine um míssil multifuncional e consequentemente as suas formas de emprego. Complexo do ponto de vista técnico mas possível com as tecnologias atuais.

  8. Vamos ver se o Iran também disponibiliza algum vídeo com testes do míssil destruindo algum alvo. Até lá, se posar em fotos ao lado de uma maquete for prova suficiente, nós deveríamos montar uma ao lado de um ICBM como meio de dissuasão…

  9. Imediatamente se tornou o míssil mais mortal do universo obviamente depois dos russos e chineses..

    Pilotos israelenses, americanos e europeus estão tendo pesadelos com estes mísseis..

  10. Não é uma ideia nova, diga-se.
    Os iranianos levaram adiante uma perspectiva de uso que os norte-americanos já haviam aventado. Não foi adiante devido aos custos…
    A migração de finalidade não é algo novo… Os iranianos convertem os velhos S-75 Dvina em mísseis balísticos táticos e os russos já testaram o vetor 57E6 como arma anti-carro…
    Neste caso, a conversão de um míssil da família AIM-9 em um vetor anti-carro, certamente houve uma abordagem quando a cabeça direcional e a cabeça de guerra, alteradas obviamente.

    • Quando você fala " Não é uma idéia nova" se refere em transformar o AIM-9 em anti tank? Porque se for isso acho que o Javelin é muito melhor que essa "gambiarra" iraniana, aliás com Javelin + A-10 não tem tank que aguente.

  11. mais uma enganação xiita. o sistema de busca sidewinder por calor não serve para alvos em terra. muito menos anticarro. Nenhum país usa isso por que sabe que fonte de calor num campo de batalha iria confundir o míssil. propaganda Xiita falsa

    • Não precisa nem ser em batalha, guias de calor se enzebram só de estar próximo ao solo.

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