A Coreia do Sul decidiu formalmente receber apoio tecnológico de Israel para o desenvolvimento de um sistema avançado de radar em seu programa de caça KF-X, disse a agência de aquisição de armas de Seul, na terça-feira.

A agência estatal de desenvolvimento da defesa assinou um contrato com uma empresa de defesa israelense para testar um radar de varredura eletrônica ativa (AESA), sendo desenvolvido por uma empresa sul-coreana, de acordo com a Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA) do país.

Trata-se de suporte tecnológico relacionado ao teste de operação de um protótipo de radar, não o próprio desenvolvimento“, disse a DAPA.

A agência não revelou o valor do contrato aparentemente com a Elta Systems, enquanto uma autoridade do setor disse que vale cerca de 35,5 milhões de dólares. Requer tecnologia sofisticada para testar um sistema de radar AESA e integrá-lo em aeronaves.

A Coréia do Sul lançou o projeto KF-X em 2015 com o objetivo de produzir mais de 120 caças para substituir sua antiga frota de caças F-4 e F-5. O país planeja a produção de seis protótipos do caça em julho do próximo ano.


FONTE: Korea Herald 

6 COMENTÁRIOS

  1. A Indonésia, parceira no projetto KF-X com 20%, o maior país muçulmano do mundo não tem problemas com Israel pela distância e ja fez com eles compras e serviços, mas sempre tem o tradicional protesto dos radicais que apoiam a luta vizinhos de Israel na rua e parlamento a cada negócio entre a Indonésia e Israel.
    Em 2012 alguns parlamentares fizeram uma chiadeira devido a compra de UAVs israelenses e a Indonésia teve que comprar via Filipinas, os UAV seriam entregues desmontados e a montagem foi feita por uma empresa filipina, para os parlamentares mais radicais serviu, porque a Indonésia não fez negócio direto com os israelenses, se esta ideia maluca da votos para ele, tudo bem… Cada país com seus eleitores malucos.
    . http://jakartagreater.com/wp-content/uploads/2013

  2. Ótimo projeto onde o nosso Brasil poderia ter entrado como parceiro. Nos mesmos moldes do projeto do míssil A Darter.

    • E eles estavam procurando um parceiro para assumir uma cota de 20% do projeto.
      A ideia da Coreia do Sul era ficar com 60% e oferecer duas cotas de 20%, uma foi adquirida pela Indonésia e a outra seria adquirida pela Turquia, mas os Turcos na ultima hora decidiram não aceitar a subordinação aos Sul Coreanos e disse que só aceitariam se ficasse 40% para cada um e 20% para a Indonésia, com igualdade na tomada de decisões.
      A Coreia não aceitou e preferiu ficar com 80% do projeto e ter só um parceiro, devem ser produzidos um mínimo de 250 caças: 200 caças(80%) para a Coreia do Sul e 50 caças(20%) para a Indonésia.
      Se o Brasil entrasse teria que absorver 50 caças bimotores dos 250 da Coreia do Sul, demais para a gente.

  3. Israel que exporta Know-how na área militar agora vai exportar a tecnologia de muro para os Estados Unidos. (Vide a visita do Trump).

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