Jato de combate Tornado da Luftwaffe decola da Base Aérea de Moutain Home, Idaho. (Foto: U.S. Air Force / Tech. Sgt. Samuel Morse)

As forças armadas alemãs podem não conseguir usar o avião de combate Tornado nas missões da OTAN, segundo um relatório do Ministério da Defesa.

O relatório visto pela Reuters diz que, até agora, não foi possível construir um dispositivo de criptografia para a transferência segura de dados do jato, que entrou em serviço na década de 1970.

Os dispositivos de comunicação do Tornado também não atendem aos padrões atuais, diz o relatório, o que significa que há o risco de que informações possam ser interceptadas.

“Isso poderia, no pior dos casos, significar que a demanda por um sistema de comunicação criptografado para o sistema de armas do Tornado não pode ser alcançada. Isso significa que o sistema de armas do Tornado não pode participar de missões da OTAN”, afirma o relatório.

Um porta-voz da força aérea alemã informou que seus 10 jatos Tornado registrados para a Força de Reação da OTAN atenderam aos requisitos atuais, sem fornecer mais detalhes.

O relatório foi citado pela primeira vez pela revista alemã Spiegel.

A Alemanha quer começar a retirar gradualmente os jatos Tornado em 2025 e o Ministério da Defesa disse que o Eurofighter Typhoon é o principal candidato, com o F-35 da Lockheed Martin e os caças F-15 e F-18 da Boeing também como opções.

Um relatório anual divulgado em fevereiro disse que as forças armadas da Alemanha devem agir mais rapidamente para lidar com as lacunas persistentes de pessoal e equipamentos.


Fonte: Reuters

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5 COMENTÁRIOS

  1. Não dá para trocar esses rádios?
    Que dificuldade insuperável pode haver nisso?
    Se a FAB conseguiu tirar leite de pedra com F-5 imagine o que faria com uma máquina dessas..
    Jogada política.

  2. Reflexo da falta de planejamento e roadmap para as forças armadas alemãs. O não gastar com atualizações seguindo um cronograma lógico no final sai mais caro.

  3. Está tudo certo, os rádios estão configurados de acordo com o padrão politicamente correto Merkel 2.0. Só aceita comunicação progressista, anti-racista, anti-homofobica, etc.
    A NATO que deve se ajustar nesse padrão. Depois abandonar as armas letais, substituindo por flores e purpurina. Também substituir os designadores de alvos, pelos do padrão Merkel, em que um radical islâmico não é colocado como um alvo, pois esse equipamento não faz alusões estereotipadas das minorias oprimidas.

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