A Lockheed Martin simulou uma demonstração do seu UAV MQ-25 em suas instalações da Skunk Works em Palmdale, Califórnia, para oficiais da Marinha dos EUA.

A Lockheed, a Boeing e a General Atomics estão competindo para fabricar um UAV monomotor para operar embarcado e com a missão primária de servir como aeronave de reabastecimento aéreo para os caças em meados dos anos 2020. A Marinha dos EUA está programada para escolher o modelo vencedor em agosto. O contrato será preço fixo para quatro aeronaves, a primeira das quais voaria até 2021. Um contrato de produção subsequente poderia ser maior e mais lucrativo, abrangendo 72 aeronaves.

A Lockheed dotou o MQ-25 com uma câmera de maior campo de visão. Posicionada no nariz da aeronave, permite uma visão panorâmica do deck. Combinado com os mecanismos de controle e software da Lockheed, isso ajuda a empresa a abordar uma das principais preocupações da Marinha. Neste caso, o operador do UAV pode ver as direções do pessoal no convés do porta-aviões, talvez até melhor do que um piloto de F/A-18, de acordo com John Clark, vice-presidente de inteligência, vigilância e reconhecimento da Skunk Works. Uma vez que a aeronave decola, o software permite que o operador permaneça no circuito ou permita operações mais autônomas restringidas por regras de engajamento.

A Marinha não quer mais muita gente no convés“, disse Clark. “Estamos fazendo tudo com a infraestrutura existente no convés por meio de uma combinação de software e controles automatizados. Podemos completar essa atividade totalmente com o pessoal no convés”.

Clark continua a defender o projeto de asa voadora sem cauda da empresa por sua capacidade de transportar mais combustível e potencialmente assumir novas missões para a Marinha no futuro.

Embora Clark não divulgue detalhes da programação da Lockheed para construir um protótipo voador, ele disse que a empresa está pronta para cumprir o cronograma.


FONTE: Aviation Week


IMAGEM: concepção artística de um hipotético MQ-25 em operação com a Marinha dos EUA

1 COMENTÁRIO

  1. Pau ta quebrando por lá… Mas no final as empresas que não ganham a licitação agora, mais no futuro ganha outra rapidamente. Os americanos têm disso, até para ajudar a manter os empregos e os lucros dentro de sua economia…

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