Caça F-21 proposto pela Lockheed Martin para Força Aérea da Índia.

A Lockheed Martin disse que seu caça F-21, customizado para atender a Índia, não será oferecido a nenhum outro país se a Força Aérea da Índia (IAF) fizer um pedido de 114 jatos que está sendo avaliado.

A IAF emitiu no mês passado uma RFI (Request for Information) ou uma proposta inicial para adquirir 114 jatos a um custo de cerca de US$ 18 bilhões, o que é anunciado como uma das maiores aquisições militares do mundo nos últimos anos.

“Não vamos vender essa plataforma e a nova configuração F-21 para ninguém no mundo. A Lockheed Martin também montará uma fábrica na Índia, juntamente com o Tata Group”, disse Vivek Lall, vice-presidente de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Lockheed Martin, à PTI.

Os principais competidores para o acordo incluem o F-21 da Lockheed, o F/A-18 da Boeing, o Rafale da Dassault Aviation, o Eurofighter Typhoon, o avião russo MiG 35 e o Gripen da Saab.

De acordo com Lall, o novo caça F-21 (um F-16 com modificações e melhorias) oferece 12.000 horas de vida útil, superior às 8.000 horas do F-16 Block 70. Além disso, o F-21 leva 40% adicional de armas em relação a versão anterior. Ele também tem uma sonda de reabastecimento tradicional com lança e um receptáculo de reabastecimento de mangueira e cesto. O jato tem uma Busca e Rastreamento de Longo Alcance Infravermelho (IRST), permitindo que os pilotos detectem ameaças com precisão e TMLAs (Triple Missile Launcher Adapters), permitindo que ele carregue mais armas ar-ar.

“Olhando à distância ele parece semelhante ao F-16 Block 70, mas é diferente”, acrescentou ele.

Enquanto isso, a concorrente da Lockheed Martin, a Boeing, ofereceu recentemente a instalação de uma nova instalação para a produção de caças F/A -18 Super Hornet na Índia, juntamente com uma opção de transferência de tecnologia, se o país fizer um grande pedido para a aeronave.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Projeto do F-16 foi um gol de placa. Belíssimo aparelho! Não surpreende a longevidade competitiva

  2. O Falcão ainda tem muito gás pra gastar! Toda vez que se cogita a "saída de linha" a LM tira uma carta nova da manga. Ainda veremos o F-16 fazendo parte de muitas FA pelo mundo.

  3. Ah tah! Se aparecer outro interessado muda a nomenclatura e uns adesivos e vende para outro cliente. Tio Sam não é bobinho assim né!

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