Caças F-35A na linha de voo da Base Aérea de Nellis, Nevada.

A Lockheed Martin começou a preparar a infraestrutura de serviços para mais de 3.000 jatos F-35 Lightnings II.

O escritório de Manutenção de Jatos F-35 dos EUA concedeu um contrato de US$ 1,9 bilhão para atender 490 jatos já entregues e preparar a infraestrutura para uma eventual implantação de 3.000 aeronaves, anunciou a Lockheed Martin em um comunicado à imprensa.

“O contrato anual financia atividades críticas de manutenção de aeronaves atualmente na frota e cria capacidade empresarial para suportar a futura frota de mais de 3.000 aeronaves F-35”, informou o comunicado na segunda-feira. “Isso inclui especialistas em manutenção do setor, que dão suporte à manutenção de bases e depósitos, treinamento de pilotos e mantenedores e engenharia de suporte em todo o mundo.”

Mais de 490 aeronaves, incluindo 134 em 2019, foram entregues e estão operando em 21 bases em todo o mundo, com mais de 975 pilotos e 8.585 mantenedores treinados, informou o comunicado.

O F-35 tem sido constantemente entregue às Forças e Aliados dos EUA em todo o mundo e, à medida que os preços caem, mais aliados e parceiros receberão seus caças.

O custo de manutenção da Lockheed Martin por aeronave por ano diminuiu quatro anos consecutivos e mais de 35% desde 2015.

O F-35 custava em média US$ 35.000 por hora para operar em 2019. O custo do F-35 por hora de voo deve ser de US$ 25.000 em 2025, que é igual ou menor que o custo para apoiar um caça legado, menos capaz.

Os custos mais baixos de voo por hora são críticos se a Lockheed Martin quer atingir suas metas de vendas. Muitas forças aéreas não podem se dar ao luxo de pilotar o caça furtivo em grandes números nesse ritmo.

A Lockheed Martin acrescenta que a taxa de capacidade da missão da frota F-35 está em média acima de 65%. Isso permanece muito aquém do objetivo de ter aeronaves de combate, como o F-35, a uma taxa de 80% de capacidade de missão até setembro de 2019.

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