A Força Aérea da Eslováquia receberá 14 caças F-16V Block 70/72 para substituir seus MiG-29.

A Lockheed Martin Aeronautics recebeu um contrato, no valor de US$ 800 milhões, para a produção e suporte de 14 caças F-16 Block 70 destinados à Força Aérea da Eslováquia.

O contrato de incentivo de preço fixo foi concedido pelo Centro de Gerenciamento do Ciclo de Vida da Força Aérea dos Estados Unidos (AFLCMC) localizado na Base da Força Aérea Wright Patterson, Ohio, pois a venda da aeronave é por meio do programa de Vendas Militares Estrangeiras (FMS – Foreign Sales Sales).

A produção dos F-16 Block 70 da Eslováquia será realizada em Greenville, Carolina do Sul, e deve estar concluída em 31 de janeiro de 2024.

A venda das aeronaves F-16V Block 70/72 V para a Eslováquia foi aprovada pelo Departamento de Estado dos EUA em abril do ano passado. Em julho do mesmo ano, foi anunciado que o país selecionou as aeronaves F-16 Block 70/72 para o programa de substituição de seus jatos de combate. As Cartas de Oferta e Aceitação (LOAs) e o Acordo Marco para a aquisição foram assinados em dezembro.

De acordo com relatórios anteriores, a Força Aérea Eslovaca receberá seu primeiro F-16 no quarto trimestre de 2022, com a última aeronave sendo entregue até o final de 2023. Dos 14 aviões, 12 jatos serão monoplaces e dois jatos serão de dois lugares.

O F-16 Block 70 é a mais nova e avançada configuração de produção de F-16, combinando numerosas capacidades e atualizações estruturais.

O F-16 Block 70 apresenta avançados aviônicos, um comprovado radar AESA Northrop Grumman AN/APG-83 Scalable Agile Beam Radar (SABR), um cockpit modernizado, armas avançadas, tanques de combustível conformais (CFT), um sistema automático de prevenção de colisão no solo (Auto GCAS), um motor avançado e uma vida útil estrutural estendida líder do setor de 12.000 horas.

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5 COMENTÁRIOS

  1. Apesar que esse é o contrato a Lockheed recebeu do governo dos EUA via FMS pra produzir os caças, creio eu que armamento e suporte devem ser contemplados por outros contratos

  2. Vida longa ao Falcon! Só lamento que a FAB não o elegeu lá atrás no FX1…

    E assim vai ficando mais difícil o mercado para o Gripen E/F. Quanto mais tempo leva para sua entrada em operação, mais potenciais mercados esse, que será um excelente caça, perde.

    CM

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