A Harbour Air terá todos seus hidroaviões com motores elétricos em até dois anos.

A Harbour Air, a maior companhia aérea de hidroaviões da América do Norte, anunciou que toda a sua frota de 34 aeronaves será elétrica.

Sediada em Vancouver, na Colúmbia Britânica, a Harbor Air opera 12 rotas entre hubs como Seattle e Vancouver e em toda a natureza intocada do noroeste do Pacífico – transportando mais de 500.000 passageiros em 30.000 voos comerciais por ano.

Em um esforço para reduzir os custos operacionais e o impacto ambiental, o novo plano prevê que todos os motores de combustão interna dos hidroaviões da empresa serão substituídos por motores magni500 de 560 kW/750 hp, fabricados pela magniX, sediada em Washington. Os primeiros aviões a obter os motores serão os DHC-2 de Havilland Beavers de seis passageiros da companhia aérea (um dos quais mostrado na foto da matéria).

“A Harbor Air demonstrou pela primeira vez seu compromisso com a sustentabilidade, tornando-se a primeira companhia aérea totalmente neutra em carbono na América do Norte em 2007, através da compra de compensações de carbono”, disse Greg McDougall, fundador e CEO da Harbour Air Seaplanes. “Através do nosso compromisso de causar um impacto positivo na vida das pessoas, nas comunidades onde operamos e no meio ambiente, estamos mais uma vez forçando os limites da aviação, tornando-se a primeira companhia aérea com aeronaves comerciais alimentadas totalmente por propulsão elétrica. Estamos animados em trazer a aviação elétrica comercial para o noroeste do Pacífico, transformando nossos hidroaviões em ePlanes”.

Os voos de teste devem começar no final de 2019. A conversão do restante da frota deve ocorrer dentro de um a dois anos.

“Em 2018, 75% dos voos de companhias aéreas em todo o mundo tinham 1.000 milhas [1.609 km] ou menos de alcance”, diz Roei Ganzarski, CEO da magniX. “Com os novos sistemas de propulsão da magnix, combinados com os recursos emergentes de baterias, vemos um tremendo potencial para a aviação elétrica aumentar com um tráfego intenso”.

2 COMENTÁRIOS

  1. Lá vem o discuso fraco que só engano os mais leigos. A produção dessas baterias são extremamente prejudiciais ao meio ambiente e para completar, a origem da eletricidade dos EUA é praticamente de termoelétricas. Ou seja, para carregar essas baterias, em algum lugar, uma usina vai estar a todo vapor queimando alguma coisa!

    Sem contar que isso é um esforço contra um fantasma que não existe, o Aquecimento Global, e a própria natureza libera muito mais CO2.

    Tem que entregar premio para quem compra essa discurso politicamente correto.

    • Desde que o 'homem' desceu das árvores, começou a queimá-las. E continuamos queimando muito mais além de madeira, e inevitavelmente seguiremos a queimar algo, mesmo que no futuro sejam as baterias desse mundo elétrico que se agiganta.

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