pampa-iiiO governo argentino vai injetar US$ 90 milhões na FAdeA para continuar o programa Pampa III.

A Fabrica Argentina de Aeronaves (FAdeA) receberá um financiamento de US$ 90 milhões para começar a conclusão e entrega de células do IA-63 Pampa III já construídas há muito tempo, mas nunca concluídas devido à falta de recursos e da aquisição de vários componentes de origem estrangeira (eletrônica, atuadores, motores, etc.).

Três novos Pampa III deverão deixar a linha de montagem e entregues à Força Aérea no decurso do próximo ano, que se juntarão aos dois que já estão em serviço e atualmente atribuídos ao Centro de Testes de Voo (CEV – Centro de Ensayos en Vuelo).


FONTE: Fuerzas de Defensa Argentinas

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11 COMENTÁRIOS

  1. Boa noticia aos hermanos. tem q começar a se mexer mesmo, aos poucos, mas olhando para frente.

  2. 90 milhões por três aeronaves.

    Dá pra comprar 6 Yak-130 só com essa graninha. Imagina se toda a grana desperdiçada tivesse sido bem usada.

    • E aquela vontade de impulsionar a indústria nacional?

      Acho engraçado essa postura de alguns países como Brasil e Argentina, de que adianta querer impulsionar a indústria nacional desse jeito no mínimo TORTO, um ano tem capital, nos outros 5 subsequentes não tem, aí no sexto ano vem mais um "pingado", porém no outro não tem de novo.

      Há jeito mais eficiente de como NÃO se impulsionar a indústria nacional?

      A ideia central não é ruim, porém esses países, como o nosso, precisa entender uma coisa, seja no setor aéreo ou naval, a indústria nacional só será realmente impulsionada se houver continuidade de investimento, é preciso regularidade, e pedidos constantes.

      Porém "pedidos constantes" para o setor de defesa é coisa de país que leva a defesa a sério, não é para o bico de países que em 2016 tem o F-5 como espinha dorsal da força aérea, ou que sequer possui um caça supersônico como interceptador.

      Por isso que eu sempre defendi compra de prateleira, que sejamos fabricantes de produtos na área de defesa que compremos realmente com regularidade. A indústria Nacional não sobrevive de pedidos a cada duas décadas e meia.

        • Pois é… mas mesmo assim… eles preferem investir 90 milhões em 3 unidades de Pampa III, vai entender..

      • Pois é Jodreski eu não sou militar nem conhecedor da área sou somente um entusiasta que adora aviação e com muito conhecimento em estratégia e administração por isso acredito que deveríamos é investir em produzir localmente munição, não do tipo bomba burra mas sim aquelas de alto valor tecnológico e principalmente investir no desenvolvimento destes meios para as 3 forças pois o que mais é usado é a munição, imagina quanta munição é usada por um caça ou navio ou ainda tanque durante a sua vida útil, nós teríamos uma continuidade melhor para as compras, um produto moderno de ponta e o melhor de tudo nunca teríamos restrição, um exemplo a ser seguido é Israel mas quem vai cantar a pedra para nossos estrategistas.

  3. Eu também acho que os argentinos deveriam adquirir uns YAK-130, até para atualizar-se mais, e não investir dinheiro bom em coisa ruim.
    .
    Parece que os governantes, ministros de defesa ou secretários de governos da América latina sofrem um apagão mental quanto aos assuntos de segurança na hora da renovação.

  4. Olha uma coisa que é um fato, os argentinos são insistentes com o Pampa já são mais de trinta anos tentando empurrar esta aeronave no mercado internacional no qual a mesma não tem chance alguma sendo bem sincero. Mas ai de tempos em tempos eles criam uma nova versão com aviônica X e motorização Y, e mesmo assim não conseguem nem dar conta das demandas internas.

    De qualquer forma boa sorte para eles e que consigam mais aeronaves.

  5. O Brasil é que deveria comprar uns YAK 130 e deixar o SuperTucano só pra ataque, apoio e reconhecimento.

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