A Malásia fechou um pedido de 12 helicópteros EC725 Super Cougar com a Eurocopter. (Foto: Eurocopter)

O Ministério da Defesa da Malásia assinou um contrato complementar com a Eurocopter para o fornecimento de 12 helicópteros EC725s Super Courgar que serão operados pela Real Força Aérea da Malásia nas missões de busca e salvamento (SAR) e utilitárias. No pacote está incluso treinamento, peças sobressalentes e ferramentas relacionadas. O pedido confirma a intenção do governo da Malásia divulgado em abril.

Os novos EC725s irão complementar e, eventualmente substituir a atual frota de antigos helicópteros Sikorsky S-61 da Real Força Aérea da Malásia, que são conhecidos como NURI.

Os EC725s permitirão que a Real Força Aérea da Malásia possa executar suas missões SAR e utilitárias tanto de dia como de noite, e em todas as condições meteorológicas.

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85 COMENTÁRIOS

  1. Caro carl94fn,

    Não sou contra o reequipamento das Forças Armadas, e sim totalmente a favor.

    O Guarani, o EC-725, deverão cumprir bem seu papel. Nada contra isso. A questão que está sendo discutida é se está havendo ou não uma transferência de conhecimento, ou é meramente uma forma de atender a END, sem antender, realmente. O projeto do Guarani da Iveco, recebeu provavelmente muitos inputs do EB. Mas deve ter sido baseado na expertise, na experiência em blindados da empresa italiana. E será fabricado no Brasil, na…. Iveco!!! Que interessante!

    Poder revender os EC-725 "brasileiros" é bom? Sem dúvidas, gerará faturamento, impostos e empregos no Brasil. Mas o conhecimento é brasileiro? Onde? Em uma filial da Eurocopter/EADS? Sei…. Mais um caso de ToT "me engana que eu gosto".

    Sobre fabricar sob licença algumas partes por empresas nacionais, ótimo. Mas isso não transferencia de expertise em Helis, passa muito longe.

    Sobre o Gripen NG, o porque de eu apoiar o caça Sueco e não o Rafale, que oferece de tudo e mais um pouco:

    Nao está pronto. Demandaria horas de trabalho no desenvolvimento dos protótipos, horas essa que seriam compartilhadas por engenheiros da Embraer e outras empresas nacionais. Ae é que está a graça da coisa. Você não está simplesmente buscando algo no mercado. Você tem a oportunidade de desenvolver algo. Não é o ideal, porque o NG continua avançando e estamos perdendo todo o desenvolvimento dele. Ou seja o melhor da proposta do Gripen. Depois, viria a fase de ensaios, homologação de sistemas e armas, aqui no Brasil. Bom não é? Posteriormente, pela proposta todos os Gripens NG teriam componentes nacionais, fossem eles da FAB ou da Flygvapnet. Essa proposta fazia e faz muito sentido, não acha?

    Contra o Gripen NG reconheço 2 fatores que pesam:
    A Suécia deveria fazer uma encomenda inicial junto com a FAB em número substancial. Ela não fez ou dizem o nº seria menor que o da FAB.

    O Gripen NG não é um 5ª geração. Mas para quem tem no F-5EM o principal vetor seria um grande passo. E o F-18 E e Rafale são caças de 4.5ª geração também.

    Mas, agora em 2011, sendo que a decisão deverá ocorrer em 2012, assinatura talvez em 2013, inicio de produção 2014/15, fica difícil seguirmos com a proposta do NG. Não dá tempo, teríamos que apelar para um Gap filler.

    Ou seja a proposta do NG está perdendo validade, restando as alternativas de prateleira: F-18 E , operacional e provado, com custos de aquisição e operação relativamente baixos , ou o Rafale, mais caro tanto na aquisição como na operação. Mas é claro virá com ToTs irrestritas, como exemplo, fabricar componentes da antena AESA pela filial da Thales, a Omnisys(olha a ToT "me-engana-que-eu-gosto" de novo).

    Resumindo caro Carl94fn, não sou contra os franceses, ou russos, ou americanos. Sou a favor da indústria nacional, de FAs bem equipadas e treinadas, de preferência com equipamento de origem nacional, projetado e fabricado aqui. E porque não exportando também. Não contra as ToTs, mas sou contra ToTs onde a empresa recebedora é filial e controlada da empresa que doadora.

    []'s

    []'s

    • Nick
      Estou cansado desse assunto, mas…
      Se você gosta da proposta de te componentes brasileiros em todos os NGs então por que reclamar do contrato do EC-725 que podemos vender o EC-725 inteiro seria bom com o NG e seria bom com o EC-725. Mas seja um ou com outro as empresas nacionais não vão aparecer do nada para absorver tecnologia, mesmo não sendo o ideal e concordo que esteja longe disso ainda assim é um avanço, pois gera empregos, impostos, mão de obra especializada e reequipa nossas forças armadas tão desarmadas.
      Os benefícios mesmo muito a quem do desejado por você por mim e por tantos outros ainda assim acho que justifica 30% (+ou-) a mais no valor de mercado. E muito do que disse sobre o EC-725 se aplica ao Guarani, o exército precisa e ainda vem acompanhado de empregos e conhecimento, claro que se fosse 100% nacional seria melhor, desde que tivessem as mesmas qualidades. Estamos pagando mais caro é verdade, mas isso acaba tendo um retorno tanto em conhecimento como empregos e capacidade para as forças armadas. É um caminho fortalecer a mão de obra do país, é algo que estar sendo feito alguma coisa ta andando nesse país depois de tantos anos. “Se” as compras continuarem e forem desse tipo logo teremos mão de obra qualificada e empresas nacionais contratando essas pessoas, mas se só comprar de forma direta não vai existir estimulo nem para o trabalhador que não vai se aperfeiçoar nem ao empresário que não terá motivos de investir, pois o país não terá nem mão de obra pra começa.

      sds Nick

      • Carl,

        Com todo respeito, mas vc eh um visionario ou acredita em coelhinho da pascoa rsrrssrsrs.
        Vc nao conhece o Pais q vive e muito menos uma pequena parte de nossas industrias ou de nossas instituiçoes de nivel superior ou escolas tecnicas.
        Se conhecesse acharia esta tal de TOT uma afronta aos nossos patricios…ou vc acha q aqui so tem indio ????? nao precisamos q a tal EADS nos ensine algo, afinal esta tecnologia ja esta e eh de dominio Publico…pqe vamos paga-la a peso de ouro ??????. Temos sempre q enaltecer nossas qualidades, criticar as mazelas e se possivel sermos mais simplistas diante de assuntos complexos q mexem c nosso dia a dia.
        Para tudo existe um lado bom e um lado ruim. Quisera q em parte iguais esse assunto especifico fosse dessa forma, porem nao eh isso q esta ocorrendo.
        Vejo com enorme preocupaçao a nuvem negra q encobre esta transaçao e nao nos permite estabelecer saber melhor a respeito.
        Nao fosse essa montanha de dinheiro q disponibilizaram a uma empresa Multi, com certeza estariamos aqui elogiando tal empreitada.
        Tantas sao as criticas e algumas mais acidas e outras nem tanto, q convenhamos meu caro Carl…ai tem coisa mesmoooooo.
        O Pais q nao conhece seu passado, esta fadado a repeti-lo………………

        Sds

        • PS; nao se esqueça q esses helis sao despojados tendo somente o cockipt basico de voo, nao tem sistema de armas, contramedidas, etc.. nao tem armamentos se eh q algum dia tera….. essa sera outra coisa q vai render muito assunto por aqui mais adiante e tera um preço tao ou mais exorbitante………..ta ficando claro agora o assunto ??????

          Sds

          • Para as 3 forças haverão versões menos complexas, utilitárias e de transporte geral e de tropas, assim como versões específicas. Metade dos da MB serão em versão ASuW, com todos os sistemas inerentes, radar de controle de tiro, sistema de armas, RWR, MAWS, CHAFF, FLARE, Exocet integrado, etc. Tá longe de ser básico. Parte dos da FAB e do EB seriam na versão CSAR que costuma incluir RWR, MAWS, CHAFF, FLARE, FLIR, NVG.

            Tem um artigo muito bom do Carlos E. Di Santis Junior que tem mais informações:
            http://aircombatcb.blogspot.com/2009/09/eurocopte

      • Salve Carl94fn,

        Só para finalizar, é uma visão minha mesmo. Posso estar sendo muito crítico, mas não consigo aceitar pagar a mais, onde a empresa que repassará a ToT e a que receberá a ToT, é a mesma. Não dá. Mas de qualquer forma haverá alguns benefícios dessa transação, como você disse, de qualificação de mão-de-obra, faturamento em território nacional, etc… mas o principal, não haverá.

        []'s

        • Grande Nick
          Se você pode estar sendo muito critico por outro lado eu posso estar sendo muito otimista… mas como vc eu sustento minha opinião até o fim.
          Valeu Nick

  2. Vamos dar uma relaxada!

    Três estaleiros foram chamados para uma licitação da marinha: um japonês, um americano e um francês.
    – Faço por US$ 300 milhões – disse o japonês.
    – US$ 100 pela mão-de-obra, US$ 100 pelo material e US$ 100 para meu lucro.
    – Faço por US$ 600 milhões – disse o americano.
    – US$ 200 pela mão-de-obra, US$ 200 pelo material e US$ 200 para mim, mas garanto serviço de primeira!
    – Faço por US$ 900 milhões – disse o francês.
    – US$ 900 milhões? – disse espantado o licitador. – Por quê?
    – US$ 300 milhões para mim, US$ 300 milhões para você e US$ 300 milhões pro japonês construir o navio
    – Negocio fechado!

    • Jackson,
      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKk tocou no cerne da questao e nao adianta ficarmos aqui discutindo sexo de anjo…eh exatamente disso q estamos trratando aqui e q a maioria nao consegue entender ou nao quer acreditar ainda. kkkkkkkkk

      Sds

  3. Nick, até tento entender sua forma de ver o processo de absorção de tecnologias que virão integradas ao contrato dos 725.
    Também sou um defensor da indústria nacional, etc….
    Só acho que o amigo equivoca-se ao imaginar que a transferência não tem validade se for feita junto, inclusive, a empresas "multinacionais"…
    A absorção dos conhecimentos se faz na ponta final do processo, ou seja, no material humano. Serão os engenheiros, pesquisadores, técnicos, professores, operários e executivos brasileiros que absorverão esses conhecimentos.
    Se um dia esse país levar sua defesa a sério teremos ainda mais pessoal capacitado e será esse capital humano que poderá gerar os avanços.
    Se hoje eles trabalham em indústrias multinacinais é pq o sistema está montado dessa forma. Porém em caso de necessidade eles serão absorvidos e colocarão seus conhecimentos a serviço das empresas que interesserão ao país e não às suas matrizes.
    Me lembra aquela historinha da indignação de alguns americanos quando o Rockfeller Center iria ser vendido para investidores japoneses. A resposta dos americanos foi simples…o que os japoneses poderão fazer com o complexo? Levar para Tóquio? Então pouco importa quem é o proprietário…
    A mesma lógica se aplica nesse e em muitos outros casos. O que as empresas poderão fazer em caso de problemas futuros com o Brasil? Levar a Helibrás embora? Levar as máquinas? Levar os técnicos? Os engenheiros?
    Só sairá aquilo que o Estado brasileiro permitir.
    Agora tudo isso não terá nenhuma serventia se o Estado não passar a tratar a Defesa como assunto sério. Aí sim todo o conhecimento se perderá. Basta lembrar o que aconteceu com a ENGESA e outras empresas.
    Defesa é questão de Estado e não de governo. Assim como Saúde e Educação. Mas aqui….bom pelo menos somos penta campeões de Futebol….
    Brasil…sil…sil…sil

    • celso sr
      Olha eu respondi o Nick porque vale apena discutir com ele quanto a você vai procurar o seu coelhinho da páscoa seja muito feliz e passar bem…
      Ta ficando claro agora, entendeu??????

    • Pois é Mauro. E a segunda onda já está aí. Ao invés de japoneses, agora chineses. O título dessa reportagem já dá bem uma ideia:
      http://money.cnn.com/2010/05/06/news/internationa

      Um exemplo recente que eu acompanhei foi a venda da divisão de PCs da IBM pra Lenovo (chinesa).

      É claro que a devida importância à área de P&D e defesa por parte da classe política é necessária, com investimentos a contento. Mas por que relegar o modelo de negócio baseado em filiais de multinacionais quase que a ilegalidade, a uma invasão alienígena. Afinal não estão aqui, produzindo, agregando e empregando brasileiros? É claro que é preciso que isso seja bem regulado. Mas pode ser bem positivo. A Goodrich é americana, mas tem filiais em vários países europeus, vendendo pra eles em projetos como o A-400 e o Eurofighter. A BAe não está entre os 5 maiores fornecedores de equipamento militares do EUA? É uma filial! A matriz é na Inglaterra. Ainda assim ela está nos EUA, produzindo, desenvolvendo e empregando lá. Tudo bem regulado pela legislação americana. Qual a maior fornecedora de sistemas de auxilio a projeto computacional? Dassault Systemes. Tem uma filial nos EUA e seus softwares foram usados inclusive nos projetos do F-22 e do F-35. Isso comprado da filial americana de empresa francesa. Qual o problema intrínseco nesse modelo? A meu ver nehum, basta que seja bem regulado, incluindo golden shares e coisas do tipo.

    • Uma outra coisa que eu lembrei também é que os maiores detentores de tecnologias militares críticas de hoje fizeram parte de um intensivo "programa de transferência de tecnologia". Tá certo que não foi regulado por contrato, mas sim na força bruta. Mas houve um imenso "programa de tranferência" da Alemanha para os EUA e a URSS, que permitiu a esses dois um salto gigantesco. Uma outra forma de "transferência clandestina", praticada por todas as potências, a espionagem. Ora, se só se aprende fazendo do zero, por que governos e empresas investem bilhões em espionagem? E olha que nesse caso não há sequer a mínima cooperação do transferente, rs.

  4. Caro Mauro.

    Técnicos, Engenheiros, Operários especializados, Administradores, Pesquisadores, etc. Se tivermos tudo isso na filial da EADS em Minas, desenvolvendo modelos nativos, já seria um grande passo. Mas quem garante que o processo de desenvolvimento não se dará na matriz? E aqui, com 10 engenheiros apenas para dar uma cara de "centro de desenvolvimento?"

    E um belo dia descobrimos que não temos nada além de um galpão com algum ferramental , para montar os Helis. O dia em que eles resolvem fechar a subsidiária. E isso após terminar os 50 helis encomendados. Que maravilha.

    Sou desconfiado mesmo…. Essa transferência teria que ser para uma empresa que não fosse a própria EADS, e de controle Nacional, e se possível com participação minoritária da FAB/GF.

    []'s

      • E se vc assistir note as perguntas e respostas a partir dos 5:25 min. onde se trata exatamente da transferência de tecnologias….e, em especial, sobre o desenvolvimento de um futuro projeto de helicóptero nacional…

        Acho que vale a pena….

        • Esse post está rendendo heim 🙂

          No mais assisti a entrevista do presidente da EADS do Brasil para o Godoy.

          Nada muito diferente do que já foi discutido aqui. Me chamou a atenção o valor do investimento na ampliação da fábrica, ToTs e outros: 430 milhões de reais. O que estamos pagando ao mercado a mais é R$1 Bilhão(pelos pé-de-boi). Ainda existe um overprice de R$500 milhões ou mais, mas talvez seja para pagar outros tipos de despesas 🙂

          A..e pesquisei sobre a Brascopter: Não existe ou é muito pequena. Tenho minhas dúvidas sobre essa empresa.

          []'s

  5. Para a leva de debiomentais que continuam a ter seus bolsos literalmente escorchados opoir este negócio podre e ainda acharem lindo e maravilhoso, eu continuo aguardando que os mesmos me informe o padrão final e a lista de integrações das versõpes "espciais" das tres forças, piis até o presente momento ninguém soube informar.

    A MB tem um grande abacaxi na mão como seus pois não sonseguiram integrar o radar e vão ter que mexer na estruura fiscia da aeronave para suporat a carga e a mudança do passo de cg para operar com o missil anti navio….

    Grande abraço

  6. Muti bem:

    todos os fontes que você cita não fal de integração de missil anti navbio no Ec 7825, fala em Cougar e SP, que são aeroanves distintas, pára fazer isto nel, tem alterar o passo de cg do helicóptero, ou voar com ele cabrado, bom né…

    Sobre o radar, o escolhido pela MB é o mesmo do SH 60, que se colocado no local adequado, ou seja, logo atra´s da bequlha, ficará a 5 cm do solo, para uma aeronave que vai embarcada é ótimo né, se passar uma "marola" pelo navio, amassa o domo do radar, que coisa maravilhosa né….

    Sobre a adjetivação, se após nós mostrarmos que isto é uma mentira e uma péssima escolha, tu continuares achando lindo e maravilhos, penso que ele se

    encaqixa bem contigo.

    Caso queiras aprender um pouco, sair do mundoi plug and play e vir para a relidade operacional, terei o maior prazer em te mostrar a luz

    Grande abraço.

    • Sim, são Cougar. No EC725 ainda não foi integrado, o contrato está na fase inicial de execução. Foi só pra mostrar que eles já resolveram algo parecido com o que você apresenta como insolúvel, embora o EC725 seja diferente. Integraram mísseis no Panther e no Cougar. Sobre o CG, é claro que uma carga como um MAN (ou MAS) gera alterações. Isso ocorreu e ocorre com todos helicópteros que passam por um processo de integração de mísseis de maior porte. Ou você conhece algum helicóptero projetado exclusivamente para voar sempre com mísseis pendurados? Todos eles voam com e sem mísseis, com alterações de CG e tudo mais. Fosse como você fala simplesmente não existiria nenhum helicópteo carregando mísseis de maior porte.
      Sobre o radar, acho bem improvável isso que você falou. Nunca vi os dados mas o EC725, por fotos em ângulos e distâncias parecidas me parece mais alto (fuselagem pro solo) do que os Black Hawk/Seahawk. Se não for pedir muito você poderia fornecer esses dados de altura (fuselagem pro solo) dos dois, H-60 e EC725, além da altura/expessura do radome? Pra eu saber o porque da sua conclusão, os tais 5cm. De toda forma, esse mesmo radar já está integrado ao NH90 versão naval, que me parece ser mais baixo que os dois, H-60 e EC725. Aliás já integraram esse radar até em Panther, que é um helicóptero bem menor. Por isso acho improvável o que você disse.

      Sobre a distância, tá certo que 5 cm, se for isso mesmo, é pouco pra caramba e ter noção de distância "no olho" a partir de fotos é complicado, mas no NH90 me parece que o radome fica uns 10cm do solo. Sei lá, no máximo 15cm. Dá uma olhada você mesmo:
      http://www.nhindustries.com/publications/img_upl/http://1.bp.blogspot.com/_VoabGNCjIxg/TFR_AWO19jIhttp://www.airport-data.com/images/aircraft/small

      Sobre o operacional, não tenho muito conhecimento e seria interessante aprender um pouco. Mas uma crítica saudável, o EC725 ASuW ainda não existe, logo não há operacional. Quanto a ele, você, assim como eu, só está fazendo suposições, do "mundo plug and play", dando inclusive medidas com precisão milimétricas do que ainda não existe.

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