Primeiro acionamento dos motores de um avião KC-2.

No dia 15 de novembro, nas instalações da empresa Elbit Systems of America (ESA) em San Antonio-TX, EUA, a Diretoria de Aeronáutica da Marinha realizou o primeiro acionamento dos motores de um avião KC-2 Turbo Trader, que possibilitará a realização do primeiro voo do protótipo em setembro de 2019, com o início da campanha de ensaios e a sua entrega para a Marinha do Brasil (MB) no segundo semestre de 2021.

A prontificação desses futuros meios aeronavais possibilitará à MB realizar o reabastecimento autônomo de suas aeronaves AF-1B/C e, também, juntamente com o Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico”, aperfeiçoar sua capacidade de comando em controle com a utilização de seu radar 967 Artisan.

Além da capacidade que caracteriza um trinômio inovador da MB, as aeronaves KC-2 terão a capacidade de realizar o lançamento de paraquedistas até a altitude de 25.000 pés (aproximadamente 7,2 Km), evacuação aeromédica, apoio Nuclear, Biológica, Química e Radiológica, apoio às operações de busca e salvamento e transporte de cargas e passageiros.

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12 COMENTÁRIOS

  1. Com os atrasos, o custo de cada aeronave que já era absurdo, ficou indecente. Os responsáveis foram para a reserva com soldo integral e o peito cheio de medalhas.

  2. Qual o objetivo de continuar-se com esse projeto ? Não temos mais PA e não teremos outro nos próximos anos, e essas aeronaves não são uma alternativa de longo prazo
    .
    Não seria melhor abortar esse projeto, devolver essas celular e diminuir o prejuízo ?

    Vão ser mais aviões para ficarem encalhados em São Pedro da Aldeia.

    • A multa contratual pela desistencia ficaria caríssima, então é melhor dar continuidade e ter estes aviões para implantar REVO e transporte na MB..

  3. O que aconteceu com as duas aeronaves convertidas para Turbo-hélice na Inglaterra?

    • Se estiver falando dos P-16, foram convertidos no Canadá e não deram certo, pois usaram os P&W PT6, um excelente motor que não serviu para uso embarcado, o eixo da hélice empenou no pouso.
      O unico motor turbohélice testado e aprovado para os Trader/Tracker é o Garrett TPE331, usado nesta conversão da MB.

  4. Esses aviões ficaram absolutamente sem serventia depois do descomissionamento do NAe São Paulo….

    Mais uma (aquilo que o gato enterra) feita pela MB!

  5. A demora para obter um número RIDICULO de avioes demonstra o tamanho do AMADORISMO desse pais no trato com sua defesa.
    Agora essas aeronaves irão servir para que em nome de deus s/ um Nae?
    Todo mundo sabe que na verdade JAMAIS teremos outro Nae, era o São Paulo reformado (com todos os contras) ou nada.
    Uma nação que leva quase 30 anos para comprar míseros 36 caças monomotores como o gripen irá comprar ou mandar fazer um Nae?
    Piada né?
    Mas é assim mesmo, existe o modo facil e o modo difícil (se houver tempo) para se aprender o quanto é necessário investimento serio em defesa.
    A China foi estuprada pelo ocidente no incio do século passado, poderia ter feito como o Japão e ter evitado tudo isso, vamos ver se sobra alguma coisa do Brasil depois do nosso estupro no médio prazo para ver se haverá algum homem de verdade no comando desta nação para protege-la…

  6. Os Sherpa para o EB fazem todo o sentido, já esses Tracker sem o São Paulo serão só gasto desnecessário.

  7. Frutos de um projeto megalomaníaco.
    Se ao menos os trabalhos tivessem sido feitos no Brasil, mas não.

  8. Acho que a MB só continuou com esse projeto para não pagar a multa contratual, que não deve ser baixa.

    E no fim, pelo que a reportagem dá a entender, essas aeronaves nem servirão para patrulha marítima, apoiando os P-3 da FAB.

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