O terceiro porta-aviões da Classe Ford será o CVN-80 Enterprise.

A Marinha dos EUA concedeu à Huntington Ingalls Industries-Newport News Shipbuilding (HII-NNS) contratos para a construção dos seus dois novos porta-aviões de propulsão nuclear da Classe Ford, os CVN-80 e CVN-81. O anúncio foi feito pelo Pentágono na quinta-feira, e os contratos múltiplos estão avaliados no total em US$ 15,2 bilhões

Serão os terceiro e quarto porta-aviões da classe Ford. O nome CVN-80 já foi escolhido, e será chamado Enterprise, um nome mítico dentro da Marinha dos EUA. O futuro CVN-80 substituirá o CVN-69 Eisenhower. O CVN-81 ainda não foi batizado, mas substituirá o CVN-70 Carl Vinson.

O trabalho será realizado em vários locais dos EUA e deverá estar concluído em fevereiro de 2032. O Comando de Sistemas do Mar Naval, em Washington, Distrito de Colúmbia, é a atividade de contratação.

O Departamento de Defesa também concedeu um contrato no valor de US$ 263 milhões para esforços associados de pesquisa e desenvolvimento, além de “uma modificação de custo adicional de taxa fixa de US$ 31,09 milhões para um trabalho adicional em apoio à manutenção do porta-aviões CVN-78 da Classe Ford.

O primeiro porta-aviões da classe Ford, o CVN-78 Gerald R. Ford é o primeiro novo porta-aviões dos EUA projetado nos últimos 40 anos. (Foto: U.S. Navy / Mass Communication Specialist 2nd Class Ridge Leoni)

O primeiro porta-aviões da classe Ford, o CVN-78 Gerald R. Ford, está atualmente em testes, mas o relatório anual do Escritório de Testes Operacionais e Avaliação do Departamento de Defesa dos EUA (DOT&E) destaca uma série de questões relacionadas ao programa.

Denuncia, em particular, a disponibilidade de novos sistemas essenciais para operações aéreas, como catapultas, cabos de frenagem e carregamento de munições. As falhas desses sistemas podem reduzir significativamente a capacidade do convés de gerar surtidas de voo. A capacidade dos porta-aviões da Classe Ford para lançar um grande número de missões aéreas ainda deve ser uma das principais capacidades deste tipo de embarcação.

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5 COMENTÁRIOS

  1. É amigo, quem pode, pode. Acredito que mesmo ao dar baixa, os porta-aviões citados ainda possuem um grande peso bélico e estratégico. Uma pena eles não negociarem estes meios, o que é óbvio que não o fariam.

  2. Para manter estes colossos no mar com todos os grupos de escolta e suporte e grupamentos aéreos… Só duas nações podem hoje… EUA e com restrições a China, o restante… Bem o restante olha com administração.

  3. Creio que o agigantamento da China deve ter influenciado nessa tomada de decisão. O dragão anda pondo medo não é só na região não!

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