Jato de combate AF-1 da Marinha do Brasil.

Na madrugada do dia 22 de março, em Campo Grande-MS, militares da Marinha do Brasil participaram de um exercício inédito com o emprego de aeronaves de caça do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1). O ataque noturno a alvos terrestres, localizados a 300 milhas (aproximadamente 483 quilômetros) do local, ocorreu em pleno Pantanal Mato-grossense, próximo da fronteira do Brasil com a Bolívia.

A missão foi parte da Operação “CELEIRO IV”, executada pelo Comando do 6º Distrito Naval, na área de Cáceres-MT.

A área encontrava-se com visibilidade degradada pela névoa, obrigando um dos aviões a realizar um imageamento da região, com posterior designação do alvo, por meio do uso do Radar no modo GMTI (Ground Moving Target Indicator), proporcionando à outra aeronave um perfil de emprego de armamento no modo CCRP (Continuously-Computed Release Point), no qual não é necessário contato visual com o alvo. O objetivo foi apoiar o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais desdobrado em terra.

O exercício serviu para certificar as novas capacidades adquiridas pelas aeronaves AF-1B/C, demonstrar a flexibilidade que os meios podem emprestar ao apoio das diversas operações navais e de fuzileiros navais e contribuir para o crescimento operacional das equipagens diante das demandas apresentadas pela implantação de novas tecnologias.

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17 COMENTÁRIOS

      • Engano seu, tem tantos xing ling no Paraguai que sob pretexto de proteger seus cidadãos a China desembarcaria ali em peso…

  1. Quais os planos da MB para asa fixa? Estes aviões não tem valor estratégico algum para contra um inimigo que não seja um Bolivia e Paraguai, a força os mantem para justificar o investimento já fez até o momento e para manter doutrina, mas sabemos que eles não voarão para sempre e depois? Se a MB espera ter um outro Nae ela está delirando.. acho que nos próximo 50 anos não existirá outro Nae brasileiro.

    • Não duvide, a MB sacrifica tudo o que puder para comprar seus Porta-AlgumaCoisa.

      • Também acho, a MB e fab ja deixaram claro que são capazes de criar algum elefante branco interminável afim de obter sustento fraudulento "ad eternum".
        Toda leva de novos comandantes puxam consigo os parça, e todos querem levar o seu pixuleco…

        • Ah se a MB quisesse o submarino nuclear tanto quanto esses Porta-AlgumaCoisa.

          • Pode crer que quando não der mais pra enganar, o sub nuc sai, dai o comando vai vir com a a conversa "ah mas 1 sub é pouco, precisamos de mais", e dai amigo é mais 40 anos pra sair o segundo ahaha

  2. Porta-aviões de baixo custo para com F35B.
    Porta aviões classe Nimitz 4,5 bilhões de dolares
    Custo 112 milhões de dolares..
    Se gastarmos duas vezes mais para modifica-lo e arma-lo, ainda ficaria barato. https://www.terra.com.br/economia/infograficos/ma
    Modificações no projeto.
    casco duplo.
    Elevadores para aeronaves na popa e na proa.
    Piso do conves resistente a altas temperaturas.
    Motores mais potentes.
    Estações de Comando e controle à meia nau.

    • Só pra provar que o Brasil é um país ridículo em termos de estratégia geopolítica. Um navio gigante pra vender minério de ferro pra China, sem agregar valor nenhum e depois comprar o produto pronto…lamentável!

    • As pessoas que querem que o Brasil opera os F-35, me lembra aquelas pessoas que moram em uma espelunca, mas que tem um Carrão.

      Igual um dia eu estava vendo um cara morando em um bairro de invasão com um Camaro na garagem.

  3. Esses Bantam tem de ser usados intensamente, pois qualificam os pilotos com aviônica (ainda) atualizada.

    Não tem o menor cabimento um jato com um motor desses, que está rareando no mundo, chegar ao final da vida útil sem promover (no mínimo) a instrução para o Close Air Support na MB.

  4. O canto do cisne da MB foi o PHM Atlântico, segundo o The economist a Brasil só voltará crescer/sustentar mais de 1~1,5% daqui 4~5 anos, e o que tem daqui 4 anos?

  5. Já que não temos um Porta Aviões Operacional, Poderiam vender esses A4 para os Argentinos e adquirir um Caça Bi Turbina para usar para Patrulha Marítima, quem sabe faz uma troca com os Chineses manda o "São Paulo" pra eles, em troca pega uma duzia da versão da versão embarcada que eles usam no Porta Aviões deles.

  6. Já que não temos um Porta Aviões Operacional, Poderiam vender esses A4 para os Argentinos e adquirir um Caça Bi Turbina para usar para Patrulha Marítima, quem sabe faz uma troca com os Chineses manda o "São Paulo" pra eles, em troca pega uma duzia da versão da versão embarcada que eles usam no Porta Aviões deles.

    • Um SU-34 com dois F-100-PW-229 e aviônicos made in Tio Jacó seria uma boa.. ahaha

  7. Eu acho que essa operação iria ser realizada na segunda feira da semana do dia 22/03, mas por conta da forte chuva que caiu aq em Campo Grande MS deva ter sido adiada pra o dia 22/03 sexta-feira, pois na segunda-feira os AF-1 já estava aqui em Campo Grande…

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