O míssil A-Darter será incorporado nos novos caças Gripen E/F da FAB.

No dia 27 de maio, durante viagem oficial à África do Sul, o Ministro da Defesa do Brasil, Fernando Azevedo, esteve na apresentação institucional do Grupo Denel onde pode ser informado sobre o desenvolvimento do míssil ar-ar A-Darter.

Ele estava acompanhado pelo Embaixador do Brasil, naquele país, Nedilson Ricardo Jorge, e pelos Adidos: de Defesa e Naval no país, Capitão de Mar e Guerra Pedro Silva Filho; do Exército, Coronel Isais Martins Junior; e aeronáutico, Coronel Aviador Gustavo Luis da Silveira e Eliseu.

Para o ministro Fernando, foi uma oportunidade de verificar in loco o projeto do míssil A-Darter, que está em fase final de desenvolvimento na empresa sul-africana. A próxima etapa será a integração do projeto ao Gripen, nova aeronave de caça da Força Aérea Brasileira (FAB).

Comitiva brasileira recebe informações sobre o desenvolvimento do míssil A-Darter. (Foto: Capitão de Mar e Guerra Cleber Ribeiro)

Após uma breve apresentação, realizada por representantes de empresas parceiras envolvidas no projeto, o ministro e sua comitiva puderam conhecer as instalações da Denel e receber informações sobre o sistema de funcionamento do míssil e as potencialidades das empresas participantes.

O projeto do míssil A-Darter permite a transferência de conhecimento, o desenvolvimento desse tipo de tecnologia e a possibilidade de geração de empregos, já que para o citado desenvolvimento são envolvidas empresas brasileiras e africanas.

O Ministro da Defesa enalteceu a parceria, sobretudo, pelo fortalecimento da confiança entre os países e a elevação da capacitação técnica dos brasileiros. “O Brasil tem dimensões continentais e merece Forças Armadas compatíveis com o tamanho da representatividade geoestratégica que possui”, disse.

A-Darter

O A-Darter é um míssil ar-ar de curto alcance, com imageamento infravermelho, de alta manobrabilidade e de quinta geração, desenvolvido conjuntamente pelo Brasil e África do Sul.

No sábado (25), Fernando Azevedo representou o Presidente Jair Bolsonaro na solenidade de posse do presidente reeleito da África do Sul, Cyril Ramaphosa.


Fonte: Ministério de Defesa do Brasil – Capitão de Mar e Guerra Cleber Ribeiro

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24 COMENTÁRIOS

  1. O Brasil tem dimensões continentais e bla-bla-bla ahahha

    Faz sentido claro, questão de lógica claro, ir de Gripen perna curta, quantos KC tanque temos/teremos mesmo.

    • O Gripen não é perna curta e teremos um exagero de 28 KC-390, mais do que suficiente.
      Nem precisa mais de KC-767 com este enxame de KC-390.

      • Tanto precisa que vai comprar o 767 ou A330 …LOgo saira a noticia

        • Os maluco acham que virá 36 Gripen e trocentos KC numa pancada só.
          Quando o ultimo chegar o primeiro ja estará depenado.

          • O 767 é um reabastecer estratégico. São aeronaves de porte completamente diferentes, nem vou me dar ao trabalho de colar a ficha técnica.

      • Acha mesmo que com 28 KC-390 a FAB está bem? Isso é um número bem baixo do que deveria ser, considerando o tamanho do país, proposito do KC-390, manutenção, etc.

        • KC-767 e KC-390 tem o mesmo uso, transporte de carga e passageiros e REVO, só muda a capacidade. O C-767 atual só passageiros na parte superior e carga no porão.

          • Errado. O 767 voa mais alto e mais longe. Tem maior persistencia, pode se afastar, aguardar e retornar para reabastecer as aeronaves no retorno da missão. Dá mais flexibilidade e segurança ao Revo.

            Entre outros, permitiria a FAB atuar contra inimigos longe da costa.

            São aeronaves de porte completamente diferente.

    • Não são Gripens C/D são Gripens E/F
      Esse assunto já é batido..
      Não dá ibope mais. Desiste.

            • Aeronaves navais como o F-18 é que são muito mais pesadas pelos reforços estruturais, inclusive não é por menos que o apelido do F-18 SH é Tijolão e apesar de ser bem maior o alcance dele está próximo do Gripen C/D… É previsto que o Gripen E tenha um alcance maior que o F-18 mas isso vai depender do tipo de missão.

              • Previsto. Previram manter o peso vazio por volta das 7 toneladas. Do nada, apareceu o valor de 8. É muita coisa.

                Aumentou o combustível interno, mas aumentou a potência e o peso.

                Todas as missões de um caça naval exigem alcance. O aumento de peso é reforço no trem de pouso e gancho de parada.

                • Creio que um caça naval precise mais de persistência e tempo de voo que de alcance em si (embora também seja importante), nisto sabemos que o F-18 é bom e nem está sendo discutido… Agora, não precisamos rebaixar o Gripen E tanto assim não, esta afirmação de que ele terá apenas metade de alcance bélico do SH é no mínimo absurda.

                  Sobre o peso extra de um caça naval, concordo, mas eu incluiria o sistema de dobrar as asas como um dos fatores.

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