O documento, de 62 páginas, cobre o ano fiscal de 2018 (que começa em 1.º de outubro). O orçamento foi considerado “magro”.

O orçamento para a NASA ficou em US$ 19,1 bilhões, o que significa que a Agência, em geral, escapou de cortes em larga escala, porém a missão de redirecionamento de asteroides (Asteroid Redirect Mission – ARM – um esforço para enviar uma espaçonave robótica para pegar um asteroide, ou um pedaço de um asteroide, rebocá-lo de volta e colocá-lo orbitando a lua e visitá-lo com uma cápsula cheia de astronautas.) foi cancelada.

A nave Orion, o foguete SLS e sistemas terrestres receberão US$ 3,7 bilhões, seguindo a linha proposta em 2017.

Parcerias público-privadas foram incentivadas como a base de futuros esforços espaciais civis dos EUA, mas não há mais orientação. O debate do destino Lua-versus-Marte não foi mencionado.

Europa Clipper

A ciência planetária pode obter US$ 1,9 bilhão, o que é maior do que o governo Obama destinou em 2017.

A missão Europa Clipper (destinada a averiguar a existência de vida em Europa e localizar um futuro local de pouso. A missão deverá decolar em 2022) continuará (sem uma quantia em dólares específica), mas a missão em separado não recebeu qualquer financiamento.

Ciências da Terra só recebeu US$ 1,8 bilhões. Um corte de 13% em relação ao orçamento de 2017.


FONTE: Planetary Society

1 COMENTÁRIO