A-12 NAe São Paulo
NAe São Paulo (A-12) / Foto: Jean Guichard

Marinha do Brasil repensa reforma de R$ 1 bilhão do NAe São Paulo (A-12).

AF-1A Skyhawk no convoo do NAe São Paulo / Foto: Marinha do Brasil

A cúpula da Marinha está dividida quanto à reforma prevista em seu único porta-aviões, o NAe São Paulo (A-12), embarcação de guerra adquirida da França em 2000.

A dúvida é sobre o custo elevado da reforma, que pode ultrapassar R$ 1 bilhão, para dar mais 20 anos de vida útil a um equipamento ultrapassado. Um grupo de oficiais defende a baixa do equipamento, o que significa a “aposentadoria” do São Paulo.

A-12-Sao-Paulo (Foto - Anderson Gabino)
NAe São Paulo (A-12) / Foto: Anderson Gabino

Sobre a embarcação:

O NAe São Paulo (A-12) é um porta-aviões incorporado pela Marinha do Brasil no ano de 2000, e o maior navio de guerra do hemisfério sul, com 265 m de comprimento e 33 mil toneladas de deslocamento à plena carga.

Construído na França entre 1957 e 1960, serviu à Marinha daquele país como porta-aviões da Classe Clemenceau sob o nome FS Foch.

Adquirido pelo equivalente a US$ 12 milhões em setembro de 2000, foi recebido operacional pela Marinha do Brasil a 15 de Novembro desse mesmo ano, no porto de Brest, na França, quando teve passada a sua Mostra de Armamento.

A-12 NAe São Paulo (MB)
NAe São Paulo (A-12) / Foto: Marinha do Brasil

O lema e o brasão, Non ducor, duco (não sou conduzido, conduzo), são os mesmos da cidade de São Paulo e também foram usados pelo encouraçado E São Paulo (1907).


FONTE: ÉPOCA, Marinha do Brasil – EDIÇÃO: Cavok

IMAGENS: Meramente ilustrativas

NOTA DO EDITOR: Sem um porta-aviões, a MB perde o direito de possuir uma aviação naval.

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76 COMENTÁRIOS

  1. Mais que esperado… Depois dos cortes que nossa presidANTA realizou,

    Só espero que apos as coisas acalmarem o governo compre uns Su-34 pra compensar… kkkkk

  2. 1 Bilhão não é pouco , será que dá pra tirar um PA 0 milhas nauticas ?

    • talvez construido em um estaleiro xing ling e tendo itens criticos sendo incorporados pelo arsenal da marinha

    • Olha caro Jose, 0km não dá não, mas com certeza dá pra restaurar um NAe de porte semelhante com menos tempo de uso e com mais tecnologias embarcadas, principalmente se tiver algum que esteja pra ser desativado nos EUA, agora só resta saber se há algum nessa condição, se não houver melhor deixar o Nae virar museu mesmo. Sds

  3. Acho mais que correto parar essa reforma e aposentar esse museu, defasado tecnologicamente é um poço sem fundo de tanta grana que já foi e irá, melhor seria adquirir outro navio de superfície ou submarino até que o tempo mude financeiramente .
    Além do que é um alvo gigante se o negócio esquentar mesmo.

  4. Não adianta nada gastar o dinheiro que tem e o que não tem para reformar o velho do atlântico sul.
    Os A-4 são vetores ultrapassados e sua "modernização" não garante real capacidade ao vetor.
    Não temos escolta, não verdade nem temos navios para enviar para as missões de paz…

    Gastar um Bi para um navio que não teria grandes capacidades, ainda mais de operar vetores mais modernos.

    Sua compra já foi um erro, servindo para alimentar os delírios de grandeza dos velhinhos da MB, apenas para ficar bem na foto e no Wikipédia…

  5. A França se livrou desse depósito imenso de amianto, jogou pra nós essa sucata que nunca funcionou direito e ainda por cima tirou a vida de alguns de nossos praças. Com 1 bilhão é possível conseguir coisa muito melhor. Esse troço não pode nem ser afundado pra virar coral porque está cheio de materiais poluentes e perigosos como o amianto. É uma pena termos que ver nossa marinha esmolando verbas pra manter sucata. Governo de merd…

    • podemos transforma-lo em resort flutuante igual os chineses fizeram, eu sugiro voos de ultra-leve a partir do convoo

  6. Na época da compra desse navio, o que fiquei sabendo foi que era mais barato vender a preço de banana do que desativar o mesmo. Porque pelas leis ambientais francesas, eles teriam que desintoxicar os isolantes térmicos que são de asbestos (amianto), antes de mandarem para o desmanche.
    Dizem que o casco ainda esta em perfeito estado. Mas nosso MD não tem competência para possuir navios Aeródromos.
    Uma nova estratégia precisa ser revista e aplicada. Pois esses sucessivos cortes vão continuar, para curioso os gastos com incompetência e corrupção do GF.

  7. Com a preço de uns 2 estádios que foram construidos para a Copa do Mundo dava pra comprar um Classe Nimitz, e ainda levava o tanque cheio de brinde.

  8. Amigos,

    Já disse uma vez e não custa repetir: não é vergonha nenhuma deixar de ter algumas capacidades para conservar outras. Até se pode argumentar que tirar o SP da ativa seria uma solução lógica, haja visto as condições do restante da esquadra… Contudo…

    Temo que o São Paulo já tenha adentrado um ponto sem retorno, onde muito já foi gasto, e desativa-lo equivale a perder anos de investimento…

    Grande parte dos sistemas do navio já foram revisados, revitalizados ou trocados. As catapultas estão operacionais ( a lateral já foi reformada ) e o aparelho de parada já foi revisado e está pronto para uso, assim como os sistemas autônomos de refrigeração ( todos modernizados ou trocados )… Salvo melhor juízo, o grande desafio é com relação aos geradores. Para troca-los, é necessário um imenso trabalho, que envolve o corte do casco. A troca das tubulações provavelmente também revelar-se-á muito trabalhosa, mas nada impossível…

    Não sou omisso aos outros desafios da MB ou mesmo a futuros problemas que esse navio possa vir a representar ( afinal de contas, é um navio antigo… ), mas creio que a desativação do NAe deve ser uma decisão muito bem pensada, a ser motivada por força maior.

    É o mesmo caso do NDD Ceará, que passou por uma PMG de 5 anos antes de retornar… Se fosse para desativa-lo, era algo que deveria ter sido feito lá atrás, antes do investimento ser realizado…

    E vale lembrar que, tanto no caso do NAe quanto do NDD, não há substituto em curto prazo a vista… Não por conta de dinheiro em si, mas por conta de disponibilidade em outras marinhas… No caso do NAe, apenas a USN tem algo disponível; mas é uma opção totalmente descartada, posto a MB simplesmente não estar dimensionada para operar um caríssimo super carrier… E quanto ao NDD, existe uma possibilidade remota na forma de algum LPD americano da classe Austin, que também já são navios antigos; alguns deles já desativados desde a década passada, e que muito provavelmente devem estar todos em estado deplorável ( de fato, creio que seriam necessários anos de trabalho e investimento de outros tantos milhões para reativar algum deles )…

    Por fim, respeitosamente discordo da nota do ilustre editor. A aviação naval é parte/complemento integral das capacidades de qualquer força do mar, ampliando a consciência situacional das embarcações e complementando seu poderio. De fato, a aviação naval é um "braço" dos navios. Aliás, acredito que toda a aviação destinada a caçar submarinos ou vasos de superfície deva ser posta a comando da Marinha, posto que caçar esses meios é justamente a tarefa de qualquer marinha. Ademais, ao ter uma aviação naval, uma marinha pode atuar com maior independência, dispensando uma complexa coordenação com outras forças, caso seja necessário ou não seja possível essa cooperação.

    Saudações a todos.

    • Isso se chama não dar o braço a torcer, pior que oficial militar decidido é mula quando empaca.

    • _RR_ ,

      Com relação à Nota do Editor, a questão é que aqui no Brasil, por questões regimentais, em se tratando de asa fixa, a Marinha só pode possuir aviação naval se for embarcada.

      Sem um Porta-aviões, repito, por questões regimentais, o uso de aeronaves fica restrito aos helicópteros.

  9. Infelizmente o Opalão só deu despesa. Operar que é bom, nada, ou quase nada.

    Sou a favor de a MB ter PA's mas, a realidade é termos uma MB de navios-patrulha e algumas corvetas.

    Que dureza…..

    []'s

  10. A MB vai continuar sim com seu A-12 por muito tempo. Essa matéria é especulativa baseada em opinião não oficial.

    • interessante… com o que a FAB está "disposta" a pagar por uma WAD (900milhões de dólares) ou praticamente 3bi de reais, daria para deixar o opalão "NOVO" e colocar uns 12 F-18 Legacy modernizados via Elbit… + alguns Super Etandard com Exocet´s… capaz de sobrar troco!

      • pois é, colocando a coisa nesta perspectiva 1Bi de reais para consertar o Sampa nem é tanto assim.

  11. Estas coisas deixam-me profundamente irritado. Vou me explicar.

    Com um orçamento de US$ 36 bilhões em 2014 (orçamento maior em US$ 6 bilhões – que é o orçamento inteiro do Chile – em relação a 2013), que representa metade dos gastos do continente , fica dificil entender como não conseguem manter nada funcionando. Descontando US$ 14 bilhões que são destinados aos aposentados e pensionistas, ainda sobram US$ 22 bilhões para a defesa. Isto é mais do que o dobro do 2° orçamento do continente!

    Se fizermos uma relação somando tudo que o resto do continente mantem e opera, gastando juntos oque gastamos sozinhos, é fácil concluir que gastamos muito mal.

    Pode-se questionar que temos forças pequenas e com orçamento insuficiente em relação à nossa importância, mas temos forças muito mal equipadas pelo montante que gastamos.

    Gastamos uma fortuna com pessoal, com instalações militares, com a administração de incontáveis imóveis e no fim, a atividade "fim" que justifica a existencia de Forças Armadas foi deixada de lado.

    No caso da Marinha, aumentaram recentemente o efetivo de pouco mais de 50.000 militares para mais de 80.000. Isto é um aumento de efetivo superior a 50%! Se você está com dificuldades financeiras, vai contratar mais?

    Acho imperdoável que num orçamento anual de US$ 22 Bilhões, não se tenha US$ 1 Bilhão para reformar e modernizar um Porta Aviões. Isto sem contar que este US$ 1 Bilhão pode ser parcelado, não se trata de pagamento à vista. Pior ainda é pensar que não se tem 30 milhões para fazer um PMG de um navio!

    Com o orçamento que temos aí, temos sim condições de manter 1 PA, de ter uma frota de superfície de respeito, com todos os meios operacionais e com uma modernidade razoável. Mas para isto tem que haver mudanças enormes para que as nossas Forças Armadas tenham como prioridade defender o país e não defender seus bolsos, como ocorre hoje em dia.

    Quanto ao São Paulo, quem teve a oportunidade de ler o Edital deste PMM, percebe que se trata realmente de uma modernização completa do navio, deixando-o apto a operar até 2035/2040. Poderia sim, ser um meio de real valor militar. Mas aí fica a pergunta: como operar um PA se não temos nem sequer escoltas? Como não teremos mudanças na forma como a Marinha é administrada, o melhor é dar baixa mesmo no A-12.

    Oque é curioso é que nossos militares não tem opnião. Ninguém fala nada! Ou possivelmente, não estão nem aí!

    RESUMINDO:

    Saber que temos o dinheiro;
    Saber que o dinheiro é mal gasto;
    Saber que temos condições de ter meios de superfície plenamente operacionais;
    Saber que poderíamos sim ter um PA;

    e principalmente …

    Saber que nada vai mudar

    me deixa muito irritado e desanimado com tudo. Este país é uma grande perda de tempo.

    • Não precisa ser tão "cruel" assim Zorann… :)…. mas e a FAB, que vai gastar com frescuras quase 3bi de reais no NG? daria para deixar o opalão nos trink´s… com legacys F-18 modernizados inclusive!

      • Quanto aos Legacy, eu duvido. Estão sendo voados até a última gota.

        O melhor mesmo é dar baixa no A-12.

        Sabe oque vão fazer com o dinheiro? Reformar e modernizar o Arsenal da Marinha, que é o sonho do atual comandante. Não sie é pra que. Vão construir oque? Lanchas de desembarque? Acho que nem isto fazem mais por lá.

        Meios operacionais pra que né?

    • Amigo…

      Concordo em parte com seu comentário, porque considero que o orçamento das Forças Armadas, para um país do tamanho e complexidade do Brasil, é muito insuficiente. Basta comparar o Brasil com EUA, Rússia e China, que são países com extensão territorial e situação política comparável com as nossas.

      Claro que uma melhor gestão de recursos pode ser feita, claro que medidas podem ser tomadas para melhorar a razão custo/eficiência, mas para serem realizadas grandes e necessárias mudanças são necessários recursos que não existem e vontade política, que existe menos ainda.

      Só para citar um exemplo: o Exército possui mais de 500 organizações militares espalhadas no território nacional, fruto de uma política que ocupação nacional, que hoje não se faz mais necessária. Reunir essas mais de 500 OM em grandes "Fortes" para se racionalizar os gastos e melhorar distribuição e eficiência do efetivo militar é mais do que necessária, mas já pondereu de onde vão sair os "milhões" em recursos para os "novos" aquartelamentos? acha que existe interesse dos governos Federal/Estadual/Municipal de "perderem" as OM espalhadas em todo Brasil, pela função social que exercem?? a situação no Brasil, por pressões políticas e econômicas, é muito mais complexa do que parece. Há anos foi definido que mais 02 Brigadas inteiras do EB irão para a região Amazônica, mas o projeto continua no papel pela falta de recursos e vontade política para as mudanças, ou seja, não é por falta de "vontade" ou "planejamento" da Força Armada.

      Em relação a "fortuna" gasta com o pessoal, vale destacar que o salário dos militares, bem como dos pensionistas, esta englobado no Orçamento da Defesa em função de leis e política de Estado. Para saber o orçamento "liquido" que recebem as Forças Armadas para custeio e investimento é necessário "descontar" o que é gasto com salários. Poderia ser diferente? poderia, mas não é, pois não existe interesse político para isso, assim não adianta fazer conjecturas em cima de situações que não fazem parte da realidade.

      Para destacar, o valor do salário dos militares das Forças Armadas é uma "vergonha", basta verificar que todas as Policias (Civil, Militar, Estaduais, Federal) recebem valores maiores, ou seja, o problema também não é os salários, que não são altos.

      Quanto aos inativos e pensionistas, muita bobagem é falada e repetida. Todos militares descontam mensalmente, de seus proventos, valores para um "fundo de pensão", inclusive aqueles que optaram por pagar pensão para a filha, estão sendo descontados para isso. Em relação ao inativo, ele recebe menos do que na atividade, não é o mesmo salário. Vale registrar que durante o período de atividade o militar não recebe alguns direitos do trabalhador comum como "adicional noturno", "hora extra", "fundo de garantia", etc. Ou seja, entre perdas e ganhos, considera-se que existe um equilíbrio.

      Assim, para concluir, claro que a administração de recursos pode ser aprimorada, mas o fundamental é que a quantidade de recursos existente para o investimento e custeio das Forças Armadas é insuficiente em função da conjectura existente.

      • Nos dados que eu citei estão descontados os valores gastos com os aposentados e pensionistas. Foram US$14 bilhões em 2014, sobrando portanto, US$ 22 Bilhões para os gastos em Defesa.

        Quando me refiro a fortuna, não estou me referindo a quanto os militares recebem individualmente.

        Mas em qualquer lugar do mundo, quando cortam a receita, a primeira coisa cortada é pessoal. Inclusive no US Army (na época dos cortes a cerca de 2 anos, cerca de 100.000 militares foram cortados só do US Army).

        Aqui não acontece isto. Primeiro contratam e depois pensam em como sustentar mais gente. O caso de aumento de efetivo na Marinha é gritante.

        Quanto a "tudo ser muito difícil" porque ninguém quer perder a "boquinha", é exatamente aí que eu e muita gente desanima. O tempo passa e nada muda.

        Aqui não falta só vontade política e/ou dinheiro. Falta acima de tudo, Vontade para fazer qualquer coisa.

        • Sim…
          A falta de vontade em fazer o que deve ser feito é uma marca do brasileiro.
          Não estou aqui para defender os militares e as Forças Armadas, que também tem suas mazelas e não são poucas.
          Mas tento fazer analises justas.
          Dentro de um contexto econômico e político totalmente desfavorável a mais de 30 anos, eu acredito que os militares brasileiros "tiram leite de pedra", mesmo tendo muita coisa que já poderia estar bem melhor.
          Em um país corrupto e mal administrado como o Brasil não da para querer que as Forças Armadas sejam a "exceção", o suprassumo de eficiência e se transformem em padrão EUA/OTAN, pois nem cultura para isso nós temos.
          Mas dentro do contexto brasileiro, entre todos os órgãos públicos, as Forças Armadas ainda são diferenciadas e se destacam naturalmente.
          Na América Latina mesmo, talvez junto com o Chile, as Forças Armadas brasileiras ainda são a referência e quem diz isso são as dezenas de tenentes, capitães, majores que vem fazer cursos no Brasil.
          Mas sem vontade política e aporte financeiro não será possível grandes mudanças, grandes transformações e melhora significativa em curto espaço de tempo, infelizmente, pois não depende só dos militares realizar tais tarefas.

  12. Esta aí uma situação que se a coisa continuasse como está, uma hora teria de acontecer. O NAe São Paulo se tornou uma dor de cabeça para a MB. Eu, como aficionado por aviação, acho a coisa mais linda um NAe, uma peça única de engenharia, porém, esse brinquedo é coisa de gente grande, de gente que sabe que precisa gastar, é um brinquedo caro…
    Eu realmente pensei que se a MB conseguiu operar por anos – e de forma eficiente – o A11, o A12 seria fichinha! E a vinda de jatos elevaria a MB a um patamar ímpar no Atlântico Sul. Ledo engano. O A12 enquanto sob resquício da manutenção francesa, operou a contento. No final esse navio só "foch" no caixa da MB, além de ceifar a vida de alguns tripulantes.
    Por Lei, sem essa pista flutuante, a MB perde o acesso a aviação de asa fixa.
    Mas tem um lado positivo, sem essa pista, sem o delírio do Sea Gripen!

  13. Modernizem o opalão (já que começaram) e comprem logo 24 F-18C investindo uns 250milhões USD na modernização das vespas… a Finlandia está fazendo uma espécie de MLU nos seus hornets… e parece não estar custando tão caro… peguem estes A-4 e joguem no mar!
    <a href="http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&tl=pt&u=http%3A%2F%2 Fwww.airforce-technology.com%2Fnews%2Fnewsfinland-seeks-f-18-mlu-programme-equipment-from-us&anno=2″ target=”_blank”>http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR…” target=”_blank”>Fwww.airforce-technology.com%2Fnews%2Fnewsfinland-seeks-f-18-mlu-programme-equipment-from-us&anno=2

  14. É uma pena, mas temos que aceitar que esse porta-aviões já não pode mais nos servir, o Brasil e sua Marinha não podem (e acho que não devem) dar R$ 1 bilhão de reais para essa embarcação, o correto seria manter outros programas, como o PROSUPER, ou até abrir novos, para quem sabe futuramente não adquirir um porta-aviões e sim projetar, mesmo que seja menor e não seja o top de linha no mundo, mas que seja um projeto nacional, afinal a Índia já partiu pra isso e a China está fazendo o mesmo o que estamos esperando? Um projeto de porta-aviões seria maravilhoso, olha quanta tecnologia empregada, vai desde sonar, radar, sistema de comunicação, mísseis, blindagem, aviões, helicópteros e várias outras. Mas é claro que para o Brasil fazer isso deve ser ter um planejamento gigantesco e principalmente nós devemos nos curar dessa síndrome de vira-lata

  15. É o fim da picada!

    Estão comentando por aí, que a MB deve sim fazer este PMM, mas vai faze-lo "meia-boca".

    Aí piorou!!

    Se não tem condições de operar, se não etm grana pra fazer tudo, o melhor é aposentar o A-12! Ganbiarra e PMG mal feito, não resolvem. Olhem aí o Ceará!

  16. Este PROSUPER também é outro delírio!

    Escoltas de 6000t, Navios de patrulha e Corvetas. Isto sem contar as Tamandaré!!

    Imaginem a cadeia logistica disto aí!! 4 tipos de navios diferentes!!

    Façam um projeto de uma classe de navios onde se use um mesmo casco, com a adição de seções e mais motores, para atender de navios de patrulha de 1500t até as escoltas de ate umas 4500t. Construma no estaleiro que cobre mais barato e pronto.

    • Pior é que não aprendem…. veja-se os Napa 500. Nem receberam a meia dúzia que conseguiram por em construção (será ??) e já querem mudar o projeto dos próximos.

      Sds.

  17. Pra MB, seria ideal um NAe como o Cavour, que o Brasil já alugou, inclusive, para missão humanitária no Haiti.
    Bastava negociar alguns Harrier com a USMC (já que o F-35B é proibitivo) e teríamos um conjunto moderno e eficaz. É melhor do que brincar de faz de conta com o A-12. Um coisa é fato, mesmo que prossigam com a reforma e não aposentem o Opalão, vão fazer algo meia boca, haja vista não existe dinheiro para tudo.

    • Mesmo porque o Opalão nunca operou em plena capacidade, e se voltar operar será com 5 A4 ahahah

  18. Esse navio é um fiasco, nunca sequer compreendi o porque da compra, a sério, por 12 milhões de reais estava na cara, quero dizer, se vocês conseguissem reduzir o preço para tipo, uns 500 milhões de euros até era viável, com isso compra-se um sub U-214/209PN mais as contrapartidas, que é tipo um, senão o melhor, submarino convencional do mundo, temível…. Mas não sou a pessoa certa para comentar isto, porque para já tinha que traduzir reais para euros que é a única moeda que entendo (PT), só sei que já foi investido muito dinheiro nesse navio apenas para ele dar meia volta de volta para os estaleiros….. na notícia diz-se que ele vinha operacional, certo? pk é que agora já não está? pk não fazem apenas uma manutenção base no bicho, dão lhe uma pintura, troca-se alguns sistemas mais essenciais e metem a trabalhar? amianto? Existem Escolas com isso e ninguém reclama, quer dizer, aqui em Portugal começaram a reclamar agora. Do tipo, será que é assim tão difícil substituir amianto que se tenha que gastar um Bilião (forma lusa) de Reais?

    • Leopard2A6, na cotação atual 1 euro está 3,44 reais. 1 bilhão de reais são equivalentes a pouco menos que 300 milhões de euros atualmente. Também concordo contigo que a reforma deveria se limitar ao mínimo necessário para trazer o NAe ao nível operativo.

  19. E mais, essa história do submarino nuclear não sei para que é, existem meios muito mais essenciais, existem bons convencionais hoje em dia, mais que capazes de satisfazer o Brasil.

  20. Eu realmente fico dividido quanto ao assunto NAe São Paulo…

    Como o _RR_ escreveu acima, muito já foi investido nele. Simplesmente desativá-lo seria jogar todo esse esforço e dinheiro no lixo. Por outro lado, se apegar demais ao SP em função do grande montante que foi investido nele pode nos conduzir a um buraco sem fundo. A MB pode acabar afundando com o SP. A grana está curta. Essa situação não é permanente, mas deve durar um tempo razoável. Ao olhar a situação deplorável da frota de escoltas e os 1 bilhão a serem investidos no SP, dá vontade de desativar mesmo. Mas sendo o Brasil o que é, é bem provável que esses 1 bilhão "economizados" no SP não se transformem em nenhum benefício às outras necessidades da MB, vão acabar engolidos no cabo de guerra dos ministérios e equipe econômica no orçamento geral. De forma que no Brasil, todo projeto que se possa aprovar deve ser aproveitado.

    Fiz um levantamento de custos de NAes novos. O Cavour saiu por algo em torno de 1,5 bilhões de euros, um pouco mais de 5 bilhões de reais no câmbio atual. Os dois Canberra saíram por 3 bilhões de dólares australianos, 1,5 bilhões cada, o equivalente a 3,6 bilhões de reais. São NAes menores, não operam com catapultas. São bem mais modernos mas com capacidades inferiores. Já o Charles de Gaulle saiu por quase 3 bilhões de euros, cerca de 10 bilhões de reais. Os Queen Elizabeth estão saindo por 6,2 bilhões de libras na estimativa atual, 3,1 bolhões cada, quase 14,5 bilhões de reais no câmbio atual. As últimas estimativas antes de se abandonar a possibilidade de mudar o Queen Elizabeth para configuração CATOBAR eram de mais 2 bilhões de libras, ou seja, com cada um custando 4,1 bilhões, cerca de 19 bilhões de reais.

    Diante de números dessa magnitude duvido cada vez mais que teremos um NAe novo no futuro. Quanto mais 2…
    Não sei dizer se diante desses custos seria viável ou interessante reformar o SP. O duro é que, por mais que eventualmente se considere viável e interessante, simplesmente não há dinheiro… A foice está cortando o orçamento sem dó…

    • por estes preços, valeria a pena modernizar o Sao Paulo por 1Bi reais…

    • CZARCCC… Será que somos" gemeos"? como pensamos parecido! eu também não stou convicto de nada sobre o opalão…

      • Realmente não tenho uma opinião clara sobre como proceder diante dessa situação. Mas como disse acima, se a equipe econômica, por algum milagre, liberar essa recauchutagem, sou a favor de tocar para frente. Porque não fazê-lo, "economizando" para outro programa não vai significar nada. Estamos no Brasil. O que a MB economizar em um gasto eventualmente autorizado vai ser engolido em outras pastas, não vai se transformar em "poupança" pra ela. Só as 5 fragatas do PROSUPER não saem por menos que 9 bilhões de reais. O programa todo supera consideravelmente os 10 bilhões. Não vai ser o abrir mão de pleitear essa recauchutagem no Opalão que vai fazer o governo tirar o PROSUPER da gaveta. Enfim, com a foice solta eu acho que não sai nem um nem outro, mas se eventualmente liberarem a recauchutagem, que se toque pra frente.

    • Acho que a grande questão é: vale a pena manter um NAe no porto só pra dizer que tem ou comprar um zero que vai REALMENTE navegar e operar por décadas?

  21. Poxa, se o Irã tivesse esperado nem precisaria ter feito a maquete…

  22. Lembro que quando o Foch deu baixa, eu li no agora falecido militaryphotos, o governo da França queria afundar ele, transformalo em ponto de mergulho e reprodução de peixes, mas a descontaminação da carcaça iria custar U$20.000.000, quando a MB comprou ele por U$12.000.000 deve ter sido uma festa enorme com a grana poupada.

  23. Olha só, a MB cogita aposentar o A12 ahaha

    Nae é coisa de gente séria, custa caro, não é pra quem tem uma guarda costeira meia-boca!!

    Deviam punir os safados que se "aposentaram" na compra dele, nas reformas que ele foi submetido e depois modernização dos A4, os programas não se concretizaram mas podem ter certeza que dinheiro foi consumido!!

    Não podemos nos esquecer dos jovens que essa barca vitimou!

  24. Isso demonstra mais uma vez que somos pequenos, minúsculos, como uma Nação sem expressão qualquer no mundo. Uma pena, mas a decisão mais correta, pois este Navio nunca esteve operacional na realidade. A FAB e a Marinha tem que seguir os passos do EB e colocar os pés no chão, e dar passos que suas pernas conseguem alcançar. Alguém já pensou em abrir as contas do contrato com a Oderbretch no caso do Prosub? Bem, é a mesma afiliada ao ex presidente que está enrolada até o pescoço no caso Petrobrás. O dinheiro existe mas usado na quantidade enorme de fardas que temos nas três forças, a maioria gasto em administração de um conceito falido de defesa. Menos gente, mais inteligência e melhores materiais. Não vou falar nem das pensões…

  25. Melhor nem comentar as lideranças antigas, comprando e reformando essas velharias. Quanto tempo, dinheiro e pior vidas perdidas. Pensando no futuro, o certo seria tentar comprar um dos Mistrais da Rússia, num negócio de oportunidade. Teríamos um Porta-Helicópteros e um substituto imediato ao caquético Ceará. A contrário de esperarmos anos, numa reforma duvidosa e de pouca valia, numa força que necessita de Navios que naveguem hoje !

  26. Quantas unidades do Su-34 poderíamos comprar com 1 Bilhão? acredito que não menos do que 28, o que daria pra manter de dois a três esquadrões na costa brasileira distribuído pelos pontos estratégicos, e acoplados a bons armamentos seria muito mais eficaz do que um Nae velho.

    • Isso considerando que a Rússia exporte a aeronave, né?
      Não deve ser impossível, mas o Su-34 não faz parte das armas disponíveis para exportação.

      • Ainda que estivesse disponível, duvido muito de que sairia por menos que 50 milhões de dólares cada. Chutaria mais pra perto de 100 milhões de dólares cada. 1 bilhão de reais não deve comprar nem 6…

        Nossos 36 Grifo E/F estão na cotação atual saindo por quase 14,5 bilhões de reais. Ou seja, esses 1 bilhão de reais não pagariam nem 3 Gripens nas condições do F-X2.

        1 bilhão é muito dinheiro, mas na hora que se compara com os custos envolvidos em compras de equipamento militar altamente avançado e complexo, vira mero "troco".

        • Realmente, seriam poucas unidades de uma imaginavel aquisição de Su-34, sem ToT talvez sairia perto do que a Russia gastou, uns 60 a 70 milhões cada, montaria precariamente um esquadrão, mas talvez seja possivel guardar esse 1 bilhão para um possivel LHD que poderá entrar nas prateleiras mundiais rs. Sds

      • acho que vende sim, se eles nos ofereceram o Su-35 com possivel participação no PAK-FA

        e ta no catalogo da rosoboronexport como Su-32

  27. Só uma observação, A Marinha Argentina tinha mais meios em 85 que a MB em 2015 ahahahaha

  28. Pela segunda vez compramos um PA e tinha de ser justo esse… Tudo bem que o velho Minas não era lá uma "Brastemp", mas funcionou bem por muito anos até a idade pesar, já o atual… Sempre foi problemático, já era na mão dos franceses.
    Como alguém postou aqui, serviu mais para massagear o ego de alguns almirantes do que como algo útil. Melhor usar esse 1Bi desenvolvendo conhecimento que nos permita construir PAs um dia.

    • É difícil fazer uma análise completa da situação, qualquer que seja vai ser mero "Capitão Retrospectiva", mas vale lembrar que os indianos também compraram porta-aviões usados, sendo que um até lutou numa guerra, e eles os operaram numa boa, criando doutrina e fazendo o certo, agora estão construindo os seus.
      A MB está numa sinuca de bico. Se parar a reforma, perde o pouco que se conquistou. Se continuar, não vai avançar mais do que conquistou. Esse NAe é como uma CB400 1982 em pleno 2015. Continua bonita e com um belo ronco, mas só dá pra usar nos finais de semana para passear…e o tempo tem que estar bom!

      • Se bem me lembro, o PA indiano que citou era um "gêmeo" do Minas.
        Boa a comparação com a velha CB, mas é bom lembrar que vc precisa ter dinheiro sobrando para mantê-la, pq se inventar de tirar "do leite das crianças" alguém em casa vai te arrumar problemas. E como não temos como operar esse navio sem fazer isso…
        Um PA é essencialmente um equipamento ofensivo, algo que, já que nossas FAs visam defender nosso território e nossos interesses econômicos, ou seja, defensivas, não creio que faria falta. Me perece mais lógico a MB possuir aeronaves de ataque, com alcance e desempenho suficientes, e bem adestradas na luta contra navios (Lembre que apesar de se falar muito dos Exocet, quem realmente deu trabalho a Marinha Britânica nas Malvinas foram os bem treinados A-4 navais).

    • Ricardo,
      O Minas era Ingles, antes ingles que Frances!!! o_O

      Quanto a desenvolver conhecimento, noooooooooo, a MB está desenvolvendo conhecimento no SubNuc a meio século e até hoje não fez sequer o projeto da "baleia" ahahah.

      • De fato, difícil de comparar, porém, não se pode negar aos franceses o mérito de tentarem com suas próprias pernas.
        Galileu, O que desenvolvemos para o SubNuc foi o reator (algo bem difícil), não o casco, para o qual fizemos um acordo com a França que nos permitirá, supostamente, tal.
        E meu caro, prefiro levar 100 anos para aprender a fazer sozinho do que esperar ajuda de alguém (Lembra da parceria com a Ucrânia para o novo VLS? No começo tudo flores, agora…).

  29. O irã já deu uma dica de como utilizar melhor o SP, navio suicida…

  30. Ulisses, o Foch não pode ser afundado sem antes ser descontaminado. Uma das ideias dos franceses era justamente isso, fazer dele um recife artificial, mas a descontaminação, ou seja, a retirada de todo o amianto e outros nocivos, teria um custo muito alto. Alguns dizem que o custo era maior do que o valor que a MB pagou!!!

  31. Bem "Czar", se 1 biliao de reais é mesmo 300 milhões de euros, o problema nem é assim tão mau, creio que se reduzissem a modernização de modo a consumir, diguemos, 165 milhões, era mais que viável manter o navio por mais 20 anos, é uma capacidade que nem todos têm, e para dinheiro que nem todos têm…. quanto aos 300 milhões equivalentes aos tais reais, a Marinha do Brasil não consegue mesmo arranjar esse dinheiro? Não é assim tanto…

  32. E não digam que o Brasil é um dos afortunados a operar um Porta Aviões, não é por mal, mas ter e operar é diferente, a meu ver apenas EUA (11 nucleares?), Itália (2 pequenos), Espanha (1 pequeno?), Rússia (1 nuclear bué velho), França (1 nuclear) é que podem dizer que têm. O Reino Unido tá a espera, a Índia enfim, a China é aquela história da operacionalidade (a mesma que o Brasil) por isso. São 5 e pronto.

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