O primeiro MQ-4C Triton operacional chegando em Point Mugu. (Foto: U.S. Navy)

A Northrop Grumman entregou a primeira aeronave não tripulada MQ-4C Triton operacional, que foi recebida pela Marinha dos EUA na instalação em Point Mugu, fornecendo ao serviço uma maior capacidade de resistência e uma cobertura de 360 ??graus que permite ampliar a missão de inteligência, vigilância e reconhecimento marítimo (ISR).

“Esta aeronave representa o início de uma nova era para a aviação naval”, disse Doug Shaffer, vice-presidente dos programas Triton da Northrop Grumman. “O Triton é um sistema não tripulado de grande altitude e de longa durabilidade que oferece uma capacidade autônoma crítica para a Marinha, expandindo a missão de patrulha marítima do serviço. Estamos orgulhosos de fazer parte deste programa histórico”.

Espera-se que a Northrop Grumman entregue o segundo avião operacional Triton no final deste ano. A Base Naval Ventura County em Point Mugu é o lar do destacamento de manutenção do Esquadrão de Patrulha Não Tripulada (VUP) 19. A equipe de manutenção preparará as duas primeiras aeronaves Triton operacionais para o seu emprego em Guam, agendada para o próximo ano. O VUP-19, primeiro esquadrão de aeronaves de patrulha não tripuladas da Marinha, está baseado na Estação Naval de Jacksonville, Flórida. Os pilotos e operadores pilotarão o avião não tripulado Triton a partir de Jacksonville.

A Marinha anunciou planos para implantar o Triton na Estação Aérea de Mayport, Florida, em Sigonella, na Itália e Oriente Médio no futuro.

Voando acima de 55.000 pés por até 24 horas por voo, o Triton fornece reconhecimento de domínio marítimo sem precedentes e persistente de 360 ??graus através da detecção, classificação e rastreamento de embarcações. Os aviões Triton podem se combinar para voar em órbita, com um avião na estação e outro em rota, proporcionando à Marinha uma cobertura quase constante de enormes extensões de oceano e litorais. O programa prevê que a Northrop Grumman entregue 68 aeronaves para a Marinha dos EUA.

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6 COMENTÁRIOS

  1. A Embraer e a AEL em parceira já estão mais do que na hora de desenvolver esse tipo de aeronave grande, de longo alcance e autonomia para a FAB e MB. Temos uma enorme área de responsabilidade tanto em terra e como no mar principalmente.

    • O problema é desenvolver para fabricar quantos?
      As Forças Armadas do Brasil comprariam poucos e vender este grande drone no mercado internacional é uma missão impossível.
      Melhor ir comprando mais Hermes 450 e 900 para onde for necessário.

      • O IAI Eitan é um exemplo de como é difícil vender um UAV de grande porte com "payload" de 2.000 kg.
        Estão desde 2004 procurando desesperadoramente uma exportação, no finalmente levam uma rasteira.

        • Mas está a serviço da Heyl Ha'Avir! Embora os produtos da indústria de defesa israelense sejam feitos com bastante ênfase na exportação o fato é que visam atender principalmente as forças de defesa locais. E nisso ele foi muito bem sucedido….

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