Aeronaves Fokker F-27 da Rio-Sul no Aeroporto de Congonhas, São Paulo.

Nesta segunda parte do artigo sobre a história do F27 e do FH227 no Brasil, analisamos a passagem das aeronaves pelas empresas regionais do sistema SITAR (Rio-Sul, Votec e BR Central), bem como pela VICA, TAVAJ e JetSul, empresas dos anos 90 que atuaram em nichos de mercado e foram as últimas a operar com o “Holandês Voador” no país.

Os Fokker F27 e FH227 (aeronave produzida pela Fairchild Hiller nos EUA, como versão alongada, baseada no F27) marcaram época na aviação regional brasileira. Para ver a primeira parte clique aqui.


RIO-SUL

Aeronave F-27 “PT-LCZ” da Rio-Sul.

Empresa do SITAR controlada pela Varig, que atuava nas regiões sul e sudeste do Brasil, iniciou suas operações em 1976 com EMB-110, Piper PA-31 e Rockwel Sabre 60 (estes dois últimos tipos advindos da TOP Taxi Aéreo, da qual se originou a companhia). Em 1982 a Rio-Sul receberia seus primeiros F27, dando novo impulso as suas operações. Foram quatro modelos da série ‘200, recebidos em março (PT-LCZ), abril (PT-LCX e PT-LCY) e setembro (PT-LDJ). Todos operavam em companhias da Oceania, os três primeiros eram ex-Air Niugini (flag carrier da Papua Nova Guiné) e o ‘LDJ havia operado anteriormente pela Trans Australia Airways, empresa de voos domésticos da Austrália. Para seu translado ao Brasil, dadas as distâncias envolvidas, taques internos suplementares foram instalados a fim de aumentar sua autonomia.

As operações do F27 foram iniciadas em 17 de maio de 1982 num voo entre Rio de Janeiro e Campos. Também passaram a ser operadas pelos Fokker as rotas Rio-São José dos Campos e o longo voo Rio-São José dos Campos-São Paulo-Cornélio Procópio-Londrina-Maringá-Cascavel (com rota semelhante estendida para Foz do Iguaçu, desde Cascavel). A configuração dos MK200 na Rio-Sul era de 40 passageiros.

Em 6 de agosto de 1984 a Rio-Sul perderia o PT-LCZ quando a aeronave se acidentou no pouso no Santos Dumont, varando a pista em voo de treinamento e ficando parcialmente submerso nas águas da Baía da Guanabara. Felizmente, os tripulantes saíram ilesos.

A próxima evolução da frota de F27 na regional sulista ocorreria nos anos de 1985 e 1986, alavancados pelo crescimento da demanda com as ligações do VDC. Nesse período foram incorporados dois MK200 (PT-LGH, em janeiro de 1985 e PT-ODM, em dezembro de 1985) e, em 1986 dois MK500 para 52 passageiros (PT-LZM e PT-LZN, ambos em novembro). Estes dois últimos, tal a pressa em colocá-los na malha, voaram por algum tempo com as cores básicas de seu ex-operador, a francesa Air Inter, que tinha padrão semelhante ao da Rio-Sul, com listras azuis em três tons, correndo na diagonal dianteira e traseira da fuselagem.

O início de 1987 marcou o ápice da frota de F27 na Rio-Sul, que contava então com sete aeronaves do tipo, os quais, de acordo com o timetable de janeiro de 1987, operavam as seguintes rotas (ida e volta): Rio de Janeiro-Macaé-Campos, Rio de Janeiro-Campos-Vitória, São Paulo-Joinville, São Paulo-Londrina-Maringá, Curitiba-Londrina-Maringá, Curitiba-Maringá e São Paulo-Navegantes-Curitiba.

A primeira aeronave a sair da frota de F27 da empresa foi o PT-ODM, que em fevereiro de 1987 foi voar na francesa Air Jet como F-GFJS. A partir de 1988 a Rio-Sul começou a receber os EMB-120 Brasília (primeira operadora civil do tipo no país) e, em 1992 os F-50, de modo que o phase-out dos F27 se impunha. Em 1989 foram negociados quatro MK200 com a flag carrier paquistanesa PIA – Pakistan International Airways (PT-LCY, PT-LGH, PT-LDJ e PT-LCX), entregues até 1990 ao seu novo operador. A frota de F27 da Rio-Sul ficava assim reduzida aos dois MK500 (PT-LZM/PT-LZN) no início de 1990. Estes voariam principalmente nos voos do VDC, até maio de 1993, quando foram estocados em Porto Alegre e posteriormente negociados com a própria Fokker pela aquisição de mais F50, avaliados em US$ 3.6 milhões, cada um.

FROTA F27 RIO-SUL

REG.

S/N

TIPO

PERÍODO DE OPERAÇÃO

OBS

PT-LCZ

10291

MK200

MAR82 – AGO84

W/O Rio de Janeiro/SDU 06AGO84

PT-LCX

10133

MK200

ABR82 – FEV90

To PIA – Pakistan International Airways FEV90 reg. AP-BDS

PT-LCY

10170

MK200

ABR82 – OUT89

To PIA – Pakistan International Airways OUT89 reg. AP-BDP

PT-LDJ

10253

MK200

SET82 – OUT89

To PIA – Pakistan International Airways OUT89 reg. AP-BDQ

PT-LGH

10134

MK200

JAN85 – JUL90

To PIA – Pakistan International Airways OUT89 reg. AP-BDR

PT-ODM

10195

MK200

DEZ85 – FEV87

To Air Jet FEV87 reg. F-GFJS

PT-LZM

10366

MK500

NOV86 – MAI93

DMGD Curitiba 03AGO89 (Rprd)

PT-LZN

10381

MK500

NOV86 – MAI93


VOTEC

Fokker F-27 “PT-LCG” da VOTEC.

Essa empresa do SITAR, que atuava nas regiões centro-oeste, norte e sudeste, tinha suas origens em empresa de táxi aéreo e de helicópteros utilizados em prospecção petrolífera, com sede operacional no Rio de Janeiro e em Belém do Pará. Quando iniciou as atividades específicas da aviação regional, como VOTEC Serviços Aéreos Regionais S/A em 1976, operava com apenas três pequenos bimotores ingleses Britten-Norman BN-2A-9 Islander. Em 1977 vieram os EMB-110 Bandeirante, dos quais a companhia chegou a operar com um total de 13 desses aviões.

Os F27, contudo, só chegaram em 1982. Das regionais do SITAR, a VOTEC foi a que menos utilizou o F27, em número de apenas três, sendo o PT-LCF (MK200, recebido em março), PT-LCG (MK200, recebido em abril) e o MK600 PT-LDT (recebido em novembro).

A operação com os Fokker teve início na rota entre Belém e Tucuruí, cidade na qual se construía uma grande represa para instalação da hidroelétrica de mesmo nome.

A grade de voos de setembro de 1983 apresenta os F27 realizando as seguintes rotas: Belém Tucuruí, Belém Marabá, o surpreendente voo 241, ligando Belém-Marabá-Conceição do Araguaia-Santa Isabel-Brasília-Goiânia-Uberlândia-Uberaba-São Paulo (saía de Belém as 9:00hs da manhã e chegava a Congonhas as 21:00hs!), além do igualmente extenuante 261, ligando Tucuruí a São Paulo, com escalas em Carajás-Brasília-Goiânia-Uberlândia-Uberaba (saindo de Tucuruí as 11h20 e chegado ao Aeroporto de Congonhas as 21:00hs. Na região Sudeste, os F27 da VOTEC serviam na rota São Paulo-Uberaba-Uberlândia.

Infelizmente, em 8 de março de 1983, menos de um ano após ter sido recebido o PT-LCG sofreu um sério acidente em Carajás, ao bater a asa direita no chão. A aeronave foi reparada por técnicos da própria Fokker, mas foi preciso trocar toda a asa e o conjunto propulsor. Essa mesma aeronave sofreria novo acidente em Serra Norte, em 19 de janeiro de 1984, mas também foi recuperada.

Contudo, a VOTEC sofreu muito com a operação da sua divisão de aviação regional e financeiramente os resultados eram muito decepcionantes, fazendo com que fosse tomada a decisão de sair do SITAR. Em 1986 a empresa vendeu seus ativos da aviação regional – incluindo os três F27 – para a Brasil Central (“BR Central”), empresa controlada pela TAM, para atuar na mesma região da VOTEC. Em agosto daquele ano os Fokker foram integrados oficialmente à frota da BR Central. A VOTEC continuaria a operar com as divisões de taxi aéreo e de helicópteros.

FROTA F27 VOTEC

REG.

S/N

TIPO

PERÍODO DE OPERAÇÃO

OBS

PT-LCF

10204

MK200

MAR82 – AGO86

DMGD Carajás 08MAR83 (Rprd); DMGD Serra Norte 19JAN84 (Rprd); To BR Central AGO86

PT-LCG

10206

MK200

ABR82 – AGO86

To BR Central AGO86

PT-LDT

10401

MK600

NOV82 – AGO86

To BR Central AGO86


BR CENTRAL

Fokker F-27 “PT-LDT” da BR Central.

Brasil Central Linha Aérea Regional – “BR Central”, nascida em 1º de agosto de 1986, formada pela Táxi Aéreo Marília (TAM) e Ribeiro Barros Participações Societárias S/A, adquiriu os aviões e linhas da VOTEC, empresa que vinha passando por sérias dificuldades financeiras e decidiu retirar-se do SITAR, mantendo apenas a operação de táxi aéreo e de helicópteros.

Assim, em agosto de 1986 a BR Central recebeu os aviões da VOTEC “Regional”, incluindo os três F27, registrados PT-LCF (MK200), PT-LCG (MK200) e PT-LDT(MK600), aos quais se juntaria em fevereiro de 1987 o PT-LLA, um MK600 que voava anteriormente na Sempati Air da Indonésia.

Contudo, o ‘LCF foi logo perdido em 27 de janeiro de 1987, em Varginha quando saiu da pista e caiu em um barranco, não sendo recuperado. O seu cockpit foi retirado e transportado para São Paulo, onde serviu como “Cockpit Procedures Training” na TAM.

Quanto as rotas operadas pela BR Central com seus F27, os mesmos foram colocados nas ligações entre Brasília-Goiânia-São José do Rio Preto (de segundas às sextas-feiras), Belém-Tucuruí (diariamente), Brasília-Conceição do Araguaia-Carajás-Marabá-Belém (exceto aos finais de semana), Belo Horizonte-Uberlândia-Goiânia-Brasília, São Paulo-Uberaba-Uberlândia-Goiânia-Brasília e as do VDC (Curitiba-São Paulo, São Paulo-Belo Horizonte, Rio de Janeiro-Belo Horizonte).

Uma tragédia marcou o fim do PT-LCG, que após arremeter em Bauru, vindo de Congonhas, em 12 de fevereiro de 1990, caiu sobre casas, além de atingir um automóvel, com o falecimento de 41 pessoas. Foi o acidente de maior número de vítimas envolvendo a família F27/FH227 no Brasil.

Aeronave F-27 “PT-LCG” perdida em acidente.

Em julho de 1990 o PT-LLA foi devolvido à Fokker para voar novamente na Sempati Air (como PK-JFF), restando na frota apenas o PT-LDT, o qual operaria até outubro de 1991, quando foi incorporado à TAM. Acabava assim, a curta vida dos F27 na sucessora da VOTEC. A BR Central seria totalmente absorvida pela TAM em 1996.

O F27 se mostrou um equipamento muito grande para as rotas servidas, cujos aeroportos e demanda eram mais apropriados aos EMB-110. Tanto assim que o avião holandês teve vida curta na empresa, que passou a apostar muito mais no versátil e simples Cessna Caravan 208.

FROTA F27 BR CENTRAL

REG.

S/N

TIPO

PERÍODO DE OPERAÇÃO

OBS

PT-LCF

10204

MK200

AGO86 – JAN87

W/O Varginha 27JAN87

PT-LCG

10206

MK200

AGO86 – FEV90

W/O Bauru 12FEV90

PT-LDT

10401

MK600

AGO86 – OUT91

To TAM OUT91

PT-LLA

10410

MK600

FEV87 – JUL90

To Sempati Air JUL90 reg PK-JFF


TAVAJ

Fokker F-27 “PT-LAH” da TAVAJ.

Na ordem cronológica de operadores nacionais, após as companhias regionais criadas pelo SITAR, o próximo operador do F27 foi uma empresa “independente”, a TAVAJ, com sede em Rio Branco e fundada inicialmente como taxi aéreo em 1972.

Com a desregulamentação do setor aéreo iniciada pelo governo Collor no despertar dos anos 1990, que permitiu a estruturação de taxis aéreos em empresas de voos regulares, a TAVAJ começou a explorar esse filão na região amazônica a partir de 1994, primeiro com os EMB-110 (dos quais chegou a operar com um total de dez exemplares) e, posteriormente, em setembro de 1995, adquirindo um F27 MK600 com capacidade para 44 assentos, registado PT-TVA, que, inicialmente, fazia a linha Manaus-Rio Branco. Na empresa, o avião seria conhecido como “jacaré” e, de fato, uma figura estilizada do animal foi pintada na parte traseira da fuselagem.

Com o estado pré-falimentar da TABA, a TAVAJ iniciou um processo de grande expansão, com a aquisição de Dash 8 e EMB-120 Brasília. Contudo, o alto valor de leasing das aeronaves canadenses e a desvalorização acentuada do Real, em 1999, fez com que a companhia apostasse nos F27 como aeronave para as rotas de maior densidade de sua malha. Com efeito, em outubro de 2000 a TAVAJ adquiriu o MK600 PT-LAG arrendado da Jet Sul, que antes voara na TAM. Ainda em 2000 a empresa chegou a receber um F27-200, registrado PT-FPR (esta mesma aeronave também fora considerada em 1999 para a frota da Amazônia Linhas Aéreas, mas a empresa não chegou a operar). O ‘FPR permaneceu parado em Rio Branco, na pintura completa da TAVAJ, sem nunca ser operado efetivamente.

O pioneiro F27 da TAVAJ, PT-TVA, foi visto fora de operação em Manaus, em agosto de 2001. A aeronave voltou a operação, sendo perdida em acidente sem vítimas em 20 de outubro de 2003, quando danificado no pouso em Taraucá.

Outro desenvolvimento na frota de Fokker da TAVAJ ocorreu em agosto de 2002, quando o PT-LAG foi retirado de serviço em Manaus. Mais tarde seria transladado para Curitiba, retornando para a Jet Sul. O clássico avião, fabricado em 1961, acabou abandonado no Aeroporto Afonso Pena, sem nunca ter voado para a empresa paranaense.

O último F27 a ser operado pela TAVAJ foi o MK600 PT-LAH, que voava antes na Jet Sul, recebido em maio de 2002. Esse F27 operou por curto tempo, uma vez que foi danificado em 10 de novembro de 2003, quando na corrida de decolagem de Taraucá para Rio Branco afundou o trem do nariz no solo. No ano seguinte o ‘LAH foi visto fora de serviço em Brasília.
Premida pela forte competição e em crise financeira, a TAVAJ, que foi a última empresa a voar o F27 em voos regulares de passageiros no Brasil, acabou encerrando definitivamente suas operações em 2004.

FROTA F27 TAVAJ

REG.

S/N

TIPO

PERÍODO DE OPERAÇÃO

OBS

PT-TVA

10334

MK600

SET95 – OUT2003

W/O Taraucá 20OUT2003

PT-LAG

10197

MK600

OUT2000 – AGO2002

STR Curitiba/Afonso Pena

PT-FPR

10227

MK200

NTU

STR Rio Branco

PT-LAH

10178

MK600

MAI2002 – NOV2003

DMGD Taraucá 10NOV2003; STR Brasília 2004


VICA

Fokker F-27 da VICA.

A VICA (Viação Charter Aérea), com sede operacional no Aeroporto Internacional de Guarulhos, foi a mais efêmera operadora do F27 no Brasil. Iniciou operações em 1997 com o MK600 PT-LAF, aeronave que havia operado na TAM até o final de 1996, quando foi estocada em Congonhas. Esse Fokker seria negociado com a Transamérica Linhas Aéreas (tradicional taxi aéreo paulista que pretendia entrar no mercado da aviação regional), mas o negócio não se concretizou. Em agosto de 1997 o PT-LAF foi visto em Congonhas, todo branco, apenas com títulos “VICA”.

Em novembro de 1997 a aeronave foi transladada para o Aeroporto de Guarulhos. Ao que se sabe, o ‘LAF efetuou pouquíssimos voos para a VICA e as operações da empresa foram encerradas em fevereiro de 1998. O ‘LAF permaneceu então fora de operação em Guarulhos, se deteriorando com a inexorável passagem do tempo, até que foi adquirido para fazer parte do Museu Asas de um Sonho da TAM e transportado de carreta para São Carlos, em março de 2009.

FROTA F27 VICA

REG.

S/N

TIPO

PERÍODO DE OPERAÇÃO

OBS

PT-LAF

10177

MK600

AGO97 – FEV98

STR São Paulo/Guarulhos 1998; To Museu Asas de um Sonho MAR/2009


JET SUL

Fokker F-27 “PT-LAH” da JetSul visto em Florianópolis. (Foto: Juliano Damasio / AirFLN)

A empresa curitibana de fretamentos e carga Jet Sul, com sede operacional no Aeroporto Internacional Afonso Pena, fundada em 1993, recebeu dois ex-TAM F27-600, sendo o PT-LAG e PT-LAH, em outubro de 2000. Destes, o PT-LAG foi logo arrendado à TAVAJ, de onde retornaria somente em 2003, mas que ficou abandonado no Afonso Pena nas cores da TAVAJ.
O PT-LAH foi utilizado como cargueiro, com capacidade para até 5 mil quilos.

A aeronave voava para Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Rio de Janeiro e Florianópolis. Em maio de 2002, essa aeronave foi voar para a TAVAJ (onde já voava seu irmão PT-LAG), reconvertida para configuração de passageiros. Contudo, a Jet Sul sofreu as consequências de sérios dissabores financeiros e encerrou suas atividades em 2003. O PT-LAG chegou a ser devolvido da TAVAJ para a Jet Sul em 2002, mas acabou seus dias abandonado no Afonso Pena.

FROTA F27 JET SUL

REG.

S/N

TIPO

PERÍODO DE OPERAÇÃO

OBS

PT-LAG

10197

MK600

To TAVAJ OUT2000; STR Curitiba/Afonso Pena

PT-LAH

10178

MK600

OUT2000 – MAI2002

To TAVAJ MAI2002

 


Estatísticas Operacionais F27 e FH227 

Ano Empresa Hrs Voadas Ocupação *Pax Transportados
1985 Votec 4.650 50% 39.045 (40,66%)
1985 TAM 12.701 49% 174.142 (77,66%)
1985 Rio Sul 8.504 50% 101.565 (62,19%)
1985 TABA 7.466 49% 86.597 (52,45%)
1987 BR Central 10.810 46% 128.864 (63,15%)
1987 TAM 16.635 58% 261.587 (77,39%)
1987 Rio Sul 14.759 60% 238.845 (77,11%)
1987 TABA 9.113 66% 136.375 (65,21%)
1988 BR Central 7.244 52% 89.254 (49,93%)
1988 TAM 20.979 43% 288.000 (87%)
1988 Rio Sul 14.551 55% 216.275 (63%)
1988 TABA 10.173 52% 119.338 (66,62)

*Percentual em relação ao total de passageiros transportados pela empresa no ano

 

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