Um B-52 Stratofortress (Imagem: Carlin Leslie)
B-52 Stratofortress (Imagem: Carlin Leslie)

Ao que parece, a ideia de remotorizar o velho B-52 ganha força novamente.

A ideia de remotorização do B-52 está sendo considerada mais uma vez. O tenente-general Stephen Wilson, chefe do Comando de Ataque Global da Força Aérea (Air Force Global Strike Command) disse que novos motores permitiriam que o B-52 permaneça em serviço até 2040 “e possivelmente além.”

Wilson disse que a conversa com fabricantes de motor “pode permitir uma economia de 25 a 30 por cento em combustível”, mas um retorno ainda maior poderia vir do efeito em cascata na área de logística e operações. Alguns motores novos podem “ficar na asa por 20 anos” produzindo grandes economias sobre a manutenção. Maior eficiência de combustível se traduz em maior escala, reduzindo a necessidade de aviões tanque.

Uma substituição do motor pode se pagar numa vida útil de 30 anos, apesar de que ele acredita que o B-52 vai continuar em serviço bem mais do que isso. “Estamos voando menos”, e acumulando horas mais lentamente, disse ele. Não há dinheiro no orçamento para novos motores, mas Wilson disse que está investigando se o Congresso estaria disposto a permitir que a Força Aérea obtivesse um financiamento reservado para atualizações. Neste momento, não há dinheiro para as modificações na aeronave.

 

FONTE: Air Force Magazine – Tradução e edição: CAVOK


36 COMENTÁRIOS

  1. Em sã consciência, ninguém… mas o que não falta são ispecialistas…

  2. Em sã consciência, ninguém… mas o que não falta são ispecialistas…

  3. Em sã consciência, ninguém… mas o que não falta são ispecialistas…

  4. Em sã consciência, ninguém… mas o que não falta são ispecialistas…

  5. Giordani, aqui no Cavok tem vários que dizem que ele não passa de um museu voador, sucata com asas, e por ai vai, é so ver os posts recentes dos "bem na foto" e dos russos voltando a fazer exercicios perto da costa dos EUA.
    como diz o La Marca… ispecialistas e fanboys de um lado e de outro, tem vários! kkkk

  6. Tanto o B-52 como o TU-95 são aviões para longos percursos, por isso se tornam ótimos para missões que não sejam necessariamente o de bombardeiro, e acredito que a longevidade também é resultado da falta de verba para desenvolver um substituto com as mesmas características, para tarefas que não necessitem de aviões que custem bilhões como o B-2.

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