Todas as companhias aéreas em Porto Alegre irão operar no prédio mais novo do aeroporto a partir de 15 de setembro | Foto: Guilherme Almeida / CP Memória

O terminal 2 do Aeroporto Salgado Filho será desativado para embarques e desembarques em 14 de setembro. A partir do dia 15, todas as companhias que operam em Porto Alegre realizarão seus trabalhos no Terminal 1, que passará a ser denominado como “Terminal de Passageiros” pela Fraport, que administra o aeroporto. 

Atualmente, o Terminal 2 abriga apenas as operações da Azul. Depois de transferidas as atividades, o prédio abrigará somente as atividades administrativas da Fraport Brasil, dos cessionários e da Torre de Controle do Porto Alegre Airport. O prédio poderá ser acessado pelo público das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira.

De acordo com a Fraport, setembro também marcará a inauguração da área de check-in internacional do aeroporto Salgado Filho, que pasará a ser realizada no check-in A, no segundo piso. O check-in de voos domésticos permanecerá sendo realizado na área da expansão do terminal, entregue em abril deste ano.


Fonte: Correio do Povo

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8 COMENTÁRIOS

  1. Que bom saber que o prédio continuará aberto e que será permitida a visitação, aquele painel imenso de Locatelli ("A Conquista do Espaço") vale a visita. Faz parte das minhas memórias de infância e contribuiu para o meu interesse pela aviação desde infante.

  2. Quando precisar lembrar de um (dos inúmeros) exemplos da incompetência da classe política brasileira, é só citar o subaproveitamento da aviação civil no RS. Há 30 anos (acho que até mais, de acordo com colegas engenheiros gaúchos) que por conta da falta de vontade política, a pista do Salgado Filho não é estendido para que os aviões possam decolar com os tanques de combustíveis cheios, permitindo assim que Porto Alegre possa ser uma opção de respeito para trajetos internacionais, especialmente no que tange a frete, evitando ter de usar os aeroportos paulistas, encarecendo os produtos gaúchos. E que não se faça proselitismo político para esta ou aquela facção, porque nesses 30 anos ou mais, já passaram esquerdistas, direitistas, e o escambau, mas todos com o mesmo perfil: INCOMPETENTES.

    • A urucubaca de aeroporto é no Sul inteiro. Em Florianópolis, o terminal vai ficar pronto e não vai ter acesso. Em Curitiba todo ano tem edital para desapropriação da região para a fatídica segunda pista. Londrina e seu Arco Norte. Chapecó, onde os planejadores acharam que o clima era semi-árido.

      • Eu leio o comentário do "caio" e fico até com preguiça de responder.

        Em que estado a aviação civil foi desenvolvida como deveria? Em nenhum.

        Aí, ele fala de "político". E político entende se aviação ou de economia? No máximo, traça estratégia.

        Se tem que aumentar pista, terminal ou acesso, não é político que sabe disso. É o funcionário público concursado da Infraero.

        "Ain, e o dinheiro?" O dinheiro é captado via titulos de infraestrutura ou concedendo.

        • Eduardo, deu preguiça de ler esse comentário. Tu só pode tá de brincadeira….

          • Caro Gordo, vc deve ter preguiça de estudar mesmo. Mas pelo menos, aprenda a diferença em governo e estado. O estado brasileiro optou por transporte rodoviário na década de 50 em detrimento dos outros modais. Um bom hambúrguer pra vc.

              • Preguiça de estudar:

                1 – O modal de transporte brasileiro era ferroviário. Na década de 50, com a desculpa de industrializar o país e favorecer a indústria automobilística, passou a rodoviário.

                Isso independe de governo. É decisão de Estado. Aviação nunca foi prioridade.

                2 – A aviação brasileira é de competência da união. A única região que recebeu infraestrutura relevante aeroportuária foi a Amazônia. A questão era defesa, outra decisão de Estado e independente de governo.

                3 – Há um sério problema de planejamento aeroportuário no Brasil. Dinheiro empregado em lugar errado. Viracopos e Galeão são aeroportos subaproveitados. Problema no ministério da infraestrutura e Infraero. Falta de neurônios nos nossos burocratas.

                4 – Duplicação de pista e cabeceira com aumento de passageiros e carga imediatos se paga sozinho. Nada em aeroporto é de graça. Basta emitir os títulos por cia de desenvolvimento ou infra.

                Mais um erro de planejamento.

                As questões 3 e 4 são independentes da 1. Planejamento centralizado e má vontade.

                O problema não "de políticos", durante o governo militar nada disso mudou. Governos autoritários passam por cima da política.

                Tipo de assunto difícil de discutir com quem não entende a história do país.

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